Quarta-feira, 10 de Agosto de 2011

Londres / Inglaterra

           

 

 

Londres / Casas do Parlamento e Big-ben

 

 

Extrema-direita inglesa prepara-se para confrontar amotinados...

 

 

A Liga de Defesa Inglesa que o autor do duplo atentado de Oslo, Anders Behring Breivik,

referiu como inspiração na carnificina.

 

O lider da Extrema-direita, Stephen Lennon diz, segundo as noticias do ambiente extremista

 que se vive na Inglaterra "

 

"Vamos parar os motins  -  é óbvio que a policia não consegue fazê-lo!"

 

 

Manchester regista piores motins dos últimos 30 anos.

 

Homem de 26 anos baleado num automóvel, foi a primeira vitima mortal da vaga de violência.

 

O problema é grave

O mundo está em transformação

E as transformações até se aquietarem

Fazem muitas vitimas

E causam grandes sofrimentos.

 

E dada a confusão, estas situações se podem arrastar a outros países com problemas e Portugal,

pode ser atingido por um mal igual... 

 

Isso eu temo! Por essa razão estejamos atentos...

 

O mal não atinge, apenas, a casa dos outros

Pode também atingir a nossa casa!

 

 

Maria Luísa

 

 

 

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13 de Agosto de 2011/ Agradeço, M. luísa

publicado por M.Luísa Adães às 09:44
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47 comentários:
De poetazarolho a 11 de Agosto de 2011 às 21:17
“Cura prá tosse”

Já hoje foi anunciado
Vítor amanhã anuncia
Cortes por todo o lado
Assim a troika financia

Troika quer-nos a poupar
E a fundo na austeridade
Também para lhes pagar
Vamos recorrer à caridade

Reúne-se a malta de posse
E toma-se uma decisão
Um tostão eles irão dar

Até que se cure esta tosse
Mas recebem um milhão
Quando nos vierem cobrar.

Prof Eta
De M.Luísa Adães a 12 de Agosto de 2011 às 08:04
A sociedade falhou!

O povo falhou nas primeiras
utopias com que comandou...

A liberdade falhou
a Europa falhou
e o mundo desabou...

E o Prof. Etha
deve ser entendido
na forma como diz!

Mas o princípio de tudo, foi uma falha
que continua a abrir
e o mundo se encheu de mortalhas...

Maria Luísa
De poetazarolho a 13 de Agosto de 2011 às 00:12
“Instante”

Que procuras tu aí
Nesse canto escondido?
Não vês que está aqui
O teu futuro perdido!

Se perdeste o teu futuro
O que esperas alcançar?
Um presente muito duro
Construído a trabalhar!

O futuro ainda é presente
Não tenhas outra ilusão
O presente já foi passado

Se o tempo estiver ausente
Todos os três coexistirão.
Já encontraste o teu fado?
De M.Luísa Adães a 13 de Agosto de 2011 às 12:39
O meu futuro
Qual futuro,
A incerteza do futuro?
Não a quero em mim.
Incertezas não!...

O minuto que passa
não é Presente,
Já é Passado

E já encontrei o meu fado
Lembro pouco o passado
O Presente ao passar,
Se torna Passado.

E o Futuro está escondido de mim,
Ele é que está
Num recanto escondido,
Não sou eu!...

Não espero nada
E espero tudo!

Maria luísa
De Maria João Brito de Sousa a 13 de Agosto de 2011 às 01:35
Está tudo bem contigo, Maria Luísa?
Londres já está a acalmar mas eu penso que estão criadas as condições para haver mais ryots destes em toda a Europa...
Estou numa ligação instável mas tentarei revisitar-te amanhã.
Abraço grande!
De M.Luísa Adães a 13 de Agosto de 2011 às 12:47
Olá Mª. joão

Estou de férias, mas com pc e muita falta de tempo para o pc e um poeta que me escreve sempre e absorve o pouco tempo.

Desculpa a ausência! Até final de Agosto, estou e não estou.

De acordo contigo, quanto a Londres e ao resto da Europa, começando pelos mais pobres....

E isso eu temo muito! Mas só um milagre, pode
travar
e eu acredito em milagres! Obrigada pela tua
presença!

Abraço maior do que o mundo!

Maria luísa

De poetazarolho a 13 de Agosto de 2011 às 23:31
“Sem alma”

Podes perder a tua calma
No meio de uma confusão
Mas nunca percas a alma
Nem da alma abras mão

É que uma alma vendida
Nem que fora por um milhão
É como uma alma perdida
No meio de uma multidão

Pior que uma alma errante
Vagueando, ó triste destino
É uma alma de alma despida

Usando um traje cintilante
Debruado com ouro fino
Por haver sido corrompida.
De M.Luísa Adães a 15 de Agosto de 2011 às 09:24
"Pior que uma alma errante
É uma alma de alma despida"...

Lindo e envolvente seu poema. Amei!

Mª. Luísa
De poetazarolho a 15 de Agosto de 2011 às 12:45
É verdade faz sentido, também eu por vezes me consigo surpreender parece que não fui eu que escrevi, não sei de onde surgem estas construções, mas por vezes surgem bem demais, para aí uma vez em mil.
Obrigado!
De poetazarolho a 14 de Agosto de 2011 às 21:26
“Manguitos”

Há cento e vinte cinco anos
A fazer manguitos ao poder
Mas nós vivemos d’enganos
Poderosos não querem saber

Zé Povinho tens que evoluir
Já vês o manguito não chega
Uma nova tens que descobrir
Senão o poder só te carrega

Eles a esbanjar e tu a pagar
Ó Zé Povinho assim não dá
Dá-lhes antes um boa refrega

Com tomates para começar
Ovos podres também temos cá
À sobremesa uma boa esfrega.

Prof Eta
De M.Luísa Adães a 15 de Agosto de 2011 às 09:42
Já Columbano Bordallo Pinheiro, fazia sem dizer, coisas no género.

Era satirico empregando uma outra arte,

mas o´"Zé" estava em primeiro plano.

Um abraço,

Mª. Luísa
De poetazarolho a 14 de Agosto de 2011 às 21:36
“Novo eco”

Eu vagueio na penumbra
E aprecio este vaguear
Lá fora onde a luz abunda
Parece estar-se a acabar

Há uma simetria assimétrica
Na geometria ensombrada
Também falha a aritmética
Nesta matemática frustrada

O eco que outrora conheci
Agora também não devolve
As palavras que lhe envio

A acústica não está em si
Não sei como isto se resolve
O novo eco é um desvario.
De M.Luísa Adães a 15 de Agosto de 2011 às 09:50
Poeta

Há novos ecos
a matemática difere
as vozes mudaram
a acústica perdeu
seu som imaculado...

Mas os novos ecos
também vão mudar
e o mundo está a dar
a volta lenta,mas eficaz,
para se ouvirem outras vozes,
outros ecos
e tudo mudar...

Vamos aguardar!

Com seus versos,
enriquece meu espaço,
Grata lhe fico!

Um abraço,

Mª Luísa
De poetazarolho a 15 de Agosto de 2011 às 12:39
Eu gosto da continuidade que dá aos meus versos, enriquece-os e muitas das vezes aponta outros caminhos, excepto em relação ao malfadado futuro com o qual já percebi que tem malapata, mas prometo que sempre que tiver engenho vou continuar a explorar este tema, pode ser que se entreabra uma porta pela qual a Maria Luísa consiga ver uma nesga de luz.
Bem haja!
De M.Luísa Adães a 15 de Agosto de 2011 às 13:17
Olá.
Tinha saudades suas!
O meu amigo vai fazer-me um favor:

Passar estes dois versos para o post acima :

"Palavras"

e depois eu lhe respondo, sobre o malfadado Futuro que eu não tenho visão para o ver...
muito menos, luz.

Maria luísa

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24. Setembro .2001