Domingo, 6 de Janeiro de 2013

Oferta do Ano 2013

 

http://poesiayvivencias.blogspot.pt

 

Oferta ao blogs :

 

http://os7degraus.blogspot.com

 

O meu desejo de um bom Ano em 2013!

 

E acrescento um pouco mais!...

 

 

O interessante na Politica

É que o jogo não acaba mais.

 

A politica é o palco onde atores se criam

E se reinventam.

 

E a cortina do palco

Abre e fecha

Como outra condição de vida.

 

Os aplausos não duram muito

As multidões lesadas se saturam

E perdem sempre.

 

E a saída de um politico

Vem consagrar o outro

Que representa a outra peça.

 

O jogo é o mesmo

Representado no mesmo palco!

 

As palavras se parecem

Às intenções simuladas

A peça representada parece outra,

Mas não é!

 

 

Apenas o cenário muda

A forma de vestir muda

As palavras parecem mudar

Para outra forma de dar.

 

Mas o Final é o mesmo

A destruição é igual

E as cortinas se correm

E nunca deixam ver nada!

 

Há um esconderijo

Fechado a Sete chaves

 

E há um disfarce constante

E as multidões clamantes

Não importam

E são reduzidas lentamente...

 

Lamento não ter Esperança

De mudanças!

 

Mas desejo a Esperança

A mudança

O reparo neste Povo

Dócil e brando...

 

Só porque a Peça é sempre a mesma

E mal representada

E ninguém diz Nada!

 

 

Maria luísa Adães

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 15:52
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111 comentários:
De poetazarolho a 6 de Janeiro de 2013 às 19:35
“Sem punição”

Melhores dias virão
E piores com certeza
Muitos enriquecerão
Uns cairão na pobreza

Mas não é deve e haver
O busílis da questão
Estou mesmo em crer
Ser de outra dimensão

Como falta d’inteligência
Para assumir a governação
O que nos está a afundar

E laivos de negligência
Sem qualquer punição
Também estão a ajudar.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 6 de Janeiro de 2013 às 20:44
Mil cairão na pobreza
Pr`a um só se enriquecer...
Disso, tenho eu a certeza
E espero nunca o esquecer!

Parto deste postulado
E com ele convivo bem
Enquanto um povo enganado
Canta ao PR, em Belém...

Depois... há um comodismo,
Uma inércia, um servilismo,
Que parece não ter fim

Ignorância à descrição
Servida em primeira mão;
E é mais ou menos assim...


Abraço grande, Poeta!
De poetaporkedeusker a 6 de Janeiro de 2013 às 20:44
Tenho esperança, ainda, Maria Luísa... não exactamente para mim, mas para a vida, terei sempre esperança, enquanto viver...

Um bom e inspirado 2013 para ti! Abraço grande!
De M. Luísa a 7 de Janeiro de 2013 às 09:00
É bom ter Esperança!

E eu escrevi "Esperança" nos "7degraus" e o nosso amigo já por lá apareceu. Gostei!

Beijos e Ano Feliz!

M. Luísa
De poetaporkedeusker a 7 de Janeiro de 2013 às 11:31
É tudo o que nos resta, minha querida amiga; a esperança, o talento e a nossa capacidade de nos organizarmos e resistirmos... e é muito, Maria Luísa!
Estou numa ligação louca e com uma dor de dentes infernal... em cima de todas as outras a que já vou estando habituada... não estarei, como podes calcular, no melhor da minha inspiração... duvido muito que me nasça algum poema nestas condições...

um grande abraço para ti!
De M. Luísa a 8 de Janeiro de 2013 às 09:26
Eu não estou nada bem e o Google dá muito trabalho com as mudanças que faz.

Agora na Administração para colocar a imagem desapareceu a palavra Mágica
"Procurar". Já mandei pedir ajuda a uma amiga de muito tempo, mas estou doente e cansada.
Escrevi "Esperança" e ainda coloquei a imagem com o "procurar". apena há uns dias.
Aparece...Mas hoje estou perdida e escrever um grande sacrifício.

Beijos e obrigada por tuas palavras.

M. Luísa
De poetaporkedeusker a 8 de Janeiro de 2013 às 14:18
Lamento tanto, amiga. Também eu não estou mesmo nada bem fisicamente e mal me aguento em pé... tive muita dificuldade em tratar dos animais, hoje porque às dores "do costume" veio juntar-se uma enorme dor de dentes.... e a ligação passou a estar tão instável que cheguei a pensar nem sequer vir responder-vos e actualizar o meu trabalho online... e tudo funciona mal... acabo de receber um aviso de corte de água relativo a uma factura que foi paga no dia 21 de Dezembro. Mas estou tão cansada e tenho tanta papelada que nem sequer consigo encontrar o recibo dessa factura... mas que foi paga, foi! E uns dias antes do prazo limite, nos CTT... não sei o que se anda a passar com os SMAS que agora emitem avisos de corte por tudo e por nada... estou bastante mais limitada a nível físico e não consigo mesmo encontrar o recibo... tudo isto, para quem está com uma tremenda dor de dentes, é frustrante... mas sempre desabafámos uma com a outra... se a ligação continuar assim, terei de acabar por desistir de publicar online... ou seja onde for, porque uma foi consequência da outra...

As tuas melhoras, Maria Luísa e um grande abraço!
De M. luísa a 8 de Janeiro de 2013 às 15:19
O que se passa comigo é complexo e não dá para dizer.
Lamento tudo quanto se está a passar contigo!

Melhores dias? Para o nosso tempo? Ou para o meu (sou mais antiga)? Talvez para o teu...

Espero que sim!

Tenho um dente estranho, mas ontem no estomatologista me foi dito que estou a tomar um medicamento (do problema recente) que não posso tirar dentes e se o fizesse, teria de deixar o medicamento e só ao fim de 1 ano e 1/2, poderia tirar o tal dente. Fiquei estática, e se apossou de mim qualquer coisa de estranho, pois foi uma notícia que me deixou abalada.

As coisas continuam mal, mas há quem esteja pior, mas isto eu não esperava...

Tenho um problema no pc que descobri ontem,
a nível dos "7degraus".
Já me foi dito que é técnico e não sei que fazer.
Hoje num blogs de Brasilia me fizeram uma homenagem sobre um comments que deixei e não faço a minima idéia do que escrevi. E assim, me prendo ao que tenho de deixar...

Abraço e melhoras,

M. Luísa
De poetaporkedeusker a 8 de Janeiro de 2013 às 15:39
também eu estou a tomar um medicamento que torna muitíssimo arriscada qualquer extracção dentária... é a varfarina sódica, com a designação comercial de Varfine. Mas bastam alguns dias de interrupção... mas é sempre perigoso interromper este tratamento... tem altíssimos riscos... e eu preciso mesmo de extracções urgentes... e outras "reparações"... não sei como será mas não tenciono desesperar até que as dores o façam por mim... não tenho mesmo saída...

abraço grande!
De M. luísa a 8 de Janeiro de 2013 às 16:25
Não há saída para mim

Vamos esquecer o que disse!

M. L.
De poetaporkedeusker a 8 de Janeiro de 2013 às 16:49
Não desanimes, amiga, por favor... não quero esquecer, quero que melhores!

Beijo grande!
De poetazarolho a 7 de Janeiro de 2013 às 07:05
Chá presente.
De M. Luísa a 7 de Janeiro de 2013 às 08:56
O chá voltou

E eu voltei!

Beijos para todos, não esquecendo os mais pequenos, Ano Feliz!

Maria luísa
De poetazarolho a 7 de Janeiro de 2013 às 23:48
Boa notícia a do seu regresso, um bom ano para vós.
Bjs.
De M. luísa a 9 de Janeiro de 2013 às 17:13
Quem disse que regressei?

Fui eu? Então foi simbólico!

Não regressei!...

Abraço, M. luísa
De Maria Luísa a 7 de Janeiro de 2013 às 09:05
Gracias,

Pedro Luís López Pérez

de Poesiasyvivências / Espanha.

Maria Luísa
De poetazarolho a 7 de Janeiro de 2013 às 23:46
“Alma a tostão”

Nosso futuro prometeu
Mas nada foi alcançado
O que o presente nos deu
Foi o regresso ao passado

E assim vamos andando
Como o tal caranguejo
Em ao passado chegando
Bom futuro não antevejo

Ouviremos discursos mil
De vãs promessas plenos
Aos vendedores de ilusões

Quem assim te fala é vil
Rege-se por bens terrenos
Troca almas por tostões.
De poetaporkedeusker a 8 de Janeiro de 2013 às 14:49
Em verdade reconheço
Que há muitas almas vendáveis
Que até fazem o seu preço...
São cidadãos "intragáveis"!

Poucos ousam "dar a cara",
Poucos sabem o que querem...
È a ferida, que não sara,
De aceitar tudo o que derem...

Mas haverá, dentre nós,
Quem esteja atento, informado,
Capaz de erguer-se, de pronto,

Mal sinta vibrar a voz
Do seu direito roubado
Por um sistema que é... tonto!


Cá vai, atrasadíssimo, desinspirado por uma dor de dentes e sempre a saltitar entre a ligação "on" e "off"... o meu abraço!
De poetazarolho a 8 de Janeiro de 2013 às 06:55
Chá com vida.
De M. Luísa a 8 de Janeiro de 2013 às 09:19
A vida do meu chá ´

É a minha própria vida!

M. Luísa
De poetazarolho a 8 de Janeiro de 2013 às 23:38
“Espiral”

A espiral é recessiva
Mas já vejo uma luz
Fraquinha e inexpressiva
Que tão pouco me seduz

Está lá muito ao fundo
Num túnel imaginário
Escavado no mundo
Deste nosso anedotário

Contadores de anedotas
Sem grande imaginação
Não contam nada de novo

Vão salvando bancarrotas
À banca dão injecção
Com o sangue deste povo.
De poetaporkedeusker a 9 de Janeiro de 2013 às 17:31
Deve estar alucinado
Se vê luz na escuridão
Em que deixou mergulhado
O povo desta nação...

Cada vez mais negro e escuro
Se apresenta este caminho
Que se dirige ao futuro
Em desnorte... mas "asinho"!*

Sobre isto vamos falando
E tecendo as nossas rimas
Enquanto o formos podendo,

Mas nunca sabendo quando
Calarão tais "obras primas"
Nem porque as vamos fazendo...


Cá vai, ainda do mais fundo da dor de dentes temperada da irritação - muitíssimo justificada! - em que esta ensandecida ligação me está a deixar...

* ASINHO - Lesto, rápido, despachado...
De poetazarolho a 9 de Janeiro de 2013 às 07:27
Chá de verdade.
De m. Luísa a 9 de Janeiro de 2013 às 17:10
o chá é sempre verdadeiro!

Quem o prepara
ou quem o serve
ou quem o bebe...

Esse e só esse pode não ser verdadeiro e ser perigoso. Cuidado!

Já deixou comments sobre o que esvrevi no cimo, ou se limita a escrever sem reparar no princípio?
Sem ofensa!

M. Luísa
De poetazarolho a 10 de Janeiro de 2013 às 00:00
O que escreveu no princípio já tinha lido faz muito tempo, faz parte do teatro conspurcado da nossa peça real.
De poetazarolho a 9 de Janeiro de 2013 às 23:56
“Esta gente”

A orgia do poder
Foi de tal dimensão
Acabaram por esquecer
Ser filhos de quem são

Mas que gente é esta
Que está à frente da gente
Será gente que não presta
Ou será gente doente

Que encaixa na perfeição
Neste tempo miserável
Em que tentamos viver

Só abraça esta missão
Gente assim tão execrável
Que prefere ver-nos morrer.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 10 de Janeiro de 2013 às 01:12
Não só prefere... necessita
De excluir muitos de nós
Pr`a se poder manter rica...
É, infelizmente, atroz!

Não duvido um só segundo
Que o perverso capital
Seja a expressão, lá no fundo,
Do tal fascismo... integral.

Alguns loucos nem entendem
O que aqui se vai passando
Mas também eles passarão

Pelo que outros compreendem
E já vão denunciando
Sem qualquer hesitação...


Acho que estou sem ligação, de novo... estou tão cansada deste "tem-te/não-caias", Poeta...
De poetazarolho a 10 de Janeiro de 2013 às 07:11
Chá da sorte e azar.

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