Sábado, 18 de Agosto de 2012

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A arte Zen na Cerimônia do chá  

 

O Chá para três...

publicado por M.Luísa Adães às 14:42
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162 comentários:
De jabeiteslp a 18 de Agosto de 2012 às 15:01

Desportivamente
e no são
deveria ser assim...

uma bela tarde Luisa
De M. Luísa a 18 de Agosto de 2012 às 16:33
A finalidade dos Jogos é mesmo essa que digo!

Boa tarde para ti...Abraço,

M. L.
De jabeiteslp a 21 de Agosto de 2012 às 08:06
só desejar um bom dia
De mª. luisa a 21 de Agosto de 2012 às 12:24
Desejar um bom dia, é o máximo que se pode desejar...
Um bom dia para ti.

Maria Luísa
De jabeiteslp a 18 de Agosto de 2012 às 15:14

mas eu gosto
é mais à minhoto...refiro o termo

não queria susceptibilizar fosse o que fosse...

beijinhos pra ti
De M. Luísa a 18 de Agosto de 2012 às 16:36
Essa do mais à minhoto não entendo. Sorry

M.L.
De jabeiteslp a 18 de Agosto de 2012 às 20:35

e vê que é genuíno...Português...

o entoar...

feliz noite Luisa

De M. Luísa a 19 de Agosto de 2012 às 10:39
Acredito!

M. L.
De jabeiteslp a 18 de Agosto de 2012 às 15:29

embora vejas cravos nos mercados
esses são criados em estufa todo o ano

os dela são só da época
Abril e Maio...

feliz fim de semana...
De m. Luísa a 18 de Agosto de 2012 às 16:37
Então fico esperando a próxima Primavera.
Talvez chegue até lá...

M.L.
De jabeiteslp a 18 de Agosto de 2012 às 20:37

os próximos acredito que sim... Tal como eu...

De M. Luísa a 18 de Agosto de 2012 às 16:51
São de estufa. Não têm cheiro, nem doçura, nem amor.

M.L.
De jabeiteslp a 18 de Agosto de 2012 às 20:38

os de estufa
é como dizes...vejo que percebes...
De jabeiteslp a 18 de Agosto de 2012 às 20:59

vi o teu Portinho da Arrábida
na TV
e sinceramente
umas passadeiras em areia
material natural existente

fariam da tortura de chegar à beira mar
um outro sabor...

que nem sequer dispendioso
50 metros x 5 passadeiras= 250 metros

( 250 x 2 de largura x 0.05 de altura)
= 25 metros cúbicos...

uma ninharia...

E NÃO SÃO PAREDÕES OU ESPORÕES
QUE RESOLVERÃO O PROBLEMA...

a mais bonita noite feliz pra ti...

De M. Luísa a 19 de Agosto de 2012 às 10:37
Há dois anos desapareceu o chamado "monte Branco" com milhões e milhões de areia e deixou um penedo enorme de uma única pedra.
Não fizeram nada
não disseram nada...

Ano passado, desapareceu grande parte da areia do Portinho e ficaram calhaus...
Não disseram nada
Não fizeram nada...

Este ano, desapareceu muito mais areia e
ficaram muitos mais calhaus...
não vão fazer nada e o recanto mais belo do mundo ligado ao oceano Atlantico, com o mar calmo e azul, vai desaparecer e termina a praia para onde eu ia com dois anos.

Mas neste País tudo se perde e isso não conta!


Maria Luísa

p.s.tenho de travar minhas caminhadas na net, pois me estou a ressentir e eu estou em tratamento por muitos meses e a continuar...
com muitos limites!

Abraço

Mª. Luísa
De jabeiteslp a 19 de Agosto de 2012 às 11:39
um feliz dia então...
De poetaporkedeusker a 20 de Agosto de 2012 às 01:37
Estou a lembrar-me, a propósito deste teu comentário, da praia - um imenso areal... - que ficava mesmo em frente da casa da avó Maria Augusta e para onde eu ia desde os primeiros meses de vida... também desapareceu toda. Completamente. Está reduzida a um paredão de enormes pedras entre as águas do Tejo/Atlântico e a linha dos comboios...

Abraço grande, Maria Luísa!
De Mª. Luísa a 21 de Agosto de 2012 às 12:38
A natureza se transforma - hoje é assim, amanhã não se sabe...

O que me confunde é que nesta época presente,
tudo se passa com uma rapidez desmedida e
inexplicável.

Bj. Mª Luísa
De poetaporkedeusker a 21 de Agosto de 2012 às 16:36
Claro... sobretudo para nós, os que vamos tendo acesso às novas tecnologias... mas olha que acabei de passar cinco horitas no banco de uma sala de espera hospitalar e, garanto-te, pareceram-me cinco eternidades! O tempo, para além daqueles metros quadrados em que por várias vezes quase adormeci na cadeira, corria à alucinante velocidade de sempre... mas o tempo emocional, em certas circunstâncias, parece prevalecer sobre o outro...
Estás melhor?
Abraço grande!
De M. luísa a 22 de Agosto de 2012 às 15:15
A idéia era deixares este comments no
"Prosa-poética" onde também estou a escrever.
E preciso de ti por lá, uma única vez.Só tenho o Jabei...e mais alguns amigos, poucos.


Tenho um exame feito a corpo inteiro e depois às mãos e mais análises. Ainda não prontos.
Em Setembro (princípio) há nova consulta.

Mas a dor passou! O cansaço e as restrições continuam, dado se tratar de muitos meses
mais. Por essa razão, não
me aventuro a Nova Oeiras. Mas a dor passou...por enquanto...
resultados, muito vão demorar, mas como digo acima, Setº. dirá mais alguma coisa.
E parecia ser coisa fácil...eu sabia que não era.

Desculpa a minha ausência.

Bj. Mª. Luísa
De poetaporkedeusker a 23 de Agosto de 2012 às 00:21
Não me peças desculpas, amiga! O importante, para já, é que continues o tratamento e o repouso, com uns pedacinhos de tempo que possas dedicar ao computador e à escrita. Já é muito bom sinal a dor ter passado!
Vou já ao Prosa Poética!
De M. Luísa a 23 de Agosto de 2012 às 17:11
Obrigada. Beijos para ti,

Mª. Luísa
De poetazarolho a 18 de Agosto de 2012 às 22:41
“Imagina-te”

Imaginação sem limites
Não consegue imaginar
Por vezes só dá palpites
Outras nem consegue dar

Não perguntem razões
Deste vazio imenso
Onde habitam alucinações
Num deambular intenso

Sei que existe fronteira
A separar hemisférios
Só não tenho a certeza

Quem da loucura se abeira
Ao deixar o reino dos sérios
Se imagina com clareza.
De poetaporkedeusker a 19 de Agosto de 2012 às 00:39
Imaginar não faz mal...
É, muito pelo contrário,
Um belíssimo sinal
Deste nosso... imaginário...

O que me chama a atenção
É tão só a dor imensa
Que há na imaginação
De um ser vivo que mal pensa...

Sofrimento! É essa a linha,
Se se fala de fronteira...
Nenhuma razão mesquinha

Me poderia levar
A falar desta maneira
Se não fosse pr`ó lembrar...


Abraço grande, Poeta!
De M. Luísa a 19 de Agosto de 2012 às 10:42
Não entendi o último terceto que é o principal...

Paciência...M. L.
De poetaporkedeusker a 19 de Agosto de 2012 às 00:42
Estou perfeitamente de acordo contigo, Maria Luísa! Paz e União!
Abraço grande!
De poetazarolho a 19 de Agosto de 2012 às 10:29
Falta uma peça é o chá.
De M. Luísa a 19 de Agosto de 2012 às 10:44
Minha amiga não entendo...

O chá uma peça? Explica melhor.

M.L.
De M. Luísa a 21 de Agosto de 2012 às 12:41
Mas é ao amigo que tenho de perguntar:

Que peça falta ao chá?

Mª. Luísa
De poetazarolho a 19 de Agosto de 2012 às 23:01
“Adeus velha Europa”

Desagregação anunciada
Que só por hipocrisia
Não foi já consumada
Vai acontecer nesse dia

Quando não houver nada
Que possa ser mais valia
Da agregação planeada
Onde este fim se inscrevia

Após a efémera duração
Europa eu de ti me despeço
Sempre alegre e a cantar

E após esta bela canção
Só mais uma coisa te peço
Leva o coelho e o gaspar.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 20 de Agosto de 2012 às 01:27
Eheheheh... a isto é que eu chamo "rematar com Chave de Ouro", Poeta! Refiro-me ao último verso, claro!

Europa, já te imagino
Como a outra, a orbitar
Congelada e sem destino,
Numa mudez milenar...

Mas brinco, Europa... só brinco!
Sei bem dos povos que, em ti,
Trabalharão com afinco,
Viverão como eu vivi...

Mas... que estranha nostalgia
Me invadiu, tão de repente,
Tolhendo dedos e voz?

Se o "esquema" se te avaria,
Sobra-te sempre esta gente...
Sobramos-te todos nós!

Está meio tonto, o meu sonetilho... comecei por imaginar a Europa a vogar pelo espaço, gelada... como o satélite de Júpiter que tem o mesmo nome... mas veio-me logo a "pieguice" à flor da pele, eheheh... nem eu nem ninguém pode saber exactamente como se irá comportar a Europa, em termos económicos... é uma daquelas crises que se estão a complicar de tal forma que não deixa grande oportunidade a previsões que possam vir a coincidir com a realidade... o que é certo é que nem a brincar eu consigo deixar a Europa vazia e gelada... pelo menos hoje, não estou a conseguir "brincar" com essa ideia...

Abraço grande, Poeta!
De poetazarolho a 20 de Agosto de 2012 às 07:47
É um chá de letras.
De Mª. Luísa a 20 de Agosto de 2012 às 09:06
Depende do assunto de que se fala à volta dele,
assim ele toma o titulo, muito variável...

Neste caso que apresenta será um chá de letras!

Mª. Luísa
De poetazarolho a 20 de Agosto de 2012 às 19:32
“Inimputável”

O bem estar social
Não parece razoável
Por isso o presente sinal
P’ra torná-lo insustentável

P’ra concretizar sem prurido
Empobrecimento é inevitável
É lícito e para ser cumprido
Eu sei que não é agradável

Pobrezinho e agradecido
Por te deixarem viver
Neste equilíbrio instável

Agradece por teres morrido
Muito digno e a padecer
Na sociedade inimputável.
De poetaporkedeusker a 20 de Agosto de 2012 às 23:11
Inimputável? Não sei...
Inventemos novas vidas
Regidas por nova lei
E pelo sonho movidas

Porque o Homem continua
E o mundo não se dissolve...
Muito menos pr`a quem sua
A ver se "isto" se resolve...

E, nesta diagonal
Que o Tempo traça ao passar
Sobre as mãos de quem trabalha,

Terei de ir ao hospital,
Amanhã, se lá chegar...
Nisso, não há quem me valha...


Foi o que me ocorreu... embora me pareça uma tontice misturar, num único sonetilho, alguma especulação (?) sobre o futuro da humanidade e o meu futurozinho imediato... mas estes sonetilhos nunca tiveram outras pretensões que não a de tagarelar um pouco consigo, Poeta. Apenas lhes impus o improviso. Por isso mesmo é que gosto de os deixar tal como "nascem", mais palavra, menos palavra, mais pequenina emenda, menos pequenina emenda...

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