Quarta-feira, 1 de Agosto de 2012

O Pensador / Auguste Rodin

Ficheiro:RodinGates1252.jpg

 

François-Auguste-René Rodin

 

Baseado na Divina Comédia de Dante

 

O original procurava retratar Dante

 

Em frente dos Portões do Inferno

 

Ponderando seu Grande Poema.

 

Hoje, nos tempos difíceis que se nos deparam

temos de ponderar nossos destinos

sem a ajuda da escultura,

mas dos sentimentos e da verdade

que se procura!

 

Entramos os Portões do Inferno,

Ou repudiamos esses portões

em troca de uma vida mais pura?

 

Maria luísa

 

publicado por M.Luísa Adães às 15:19
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115 comentários:
De jabeiteslp a 1 de Agosto de 2012 às 15:40

pôs-se a pensar no inferno
e petrificou...

olá Luisa
é sempre bom encontrar.te por aqui...

De M.Luísa Adães a 1 de Agosto de 2012 às 15:46
jabei

Que bom te encontrar.

Tive um trabalho imenso e não consegui colocar o texto (pequeno) a vermelho ou outra cor.

Não sei que se passou!

Obrigada amigo,

Maria Luísa
De jabeiteslp a 2 de Agosto de 2012 às 16:44

às vezes acontecem os percalços
mas tens sempre as setas muito pequeninas
para recuar e avançar
e o pré-visualizar mais essencial...

feliz e grande tarde pra ti...
De M.Luísa a 4 de Agosto de 2012 às 09:34
Me explica que setas uso para tornar às cores!

Mas explica bem para que eu o entenda.

Abraço,

M. Luísa
De jabeiteslp a 4 de Agosto de 2012 às 12:00
basta passares o cursor sobre os aplicativos
que eles indicam logo para que servem...

as setas estão quase ao fim do lado direito
da barra de aplicativos do meio...

mas basta só passar o cursor
e saberás o que é...

bela tarde Luisa
De jabeiteslp a 4 de Agosto de 2012 às 12:15

esqueci dizer
que para introduzires cor no texto
tens que seleccionar (passar por cima com o dedo do lado esquerdo do rato apoiado)
e depois clicas na cor do painel das cores...

basicamente é isto
seleccionar uma letra, palavra etc...

mas é mais conveniente depois de o texto estar escrito...
De M. Luísa a 4 de Agosto de 2012 às 19:41
Pois é...e se eu disser que fiz tudo isso e escreveu no avesso a vermelho e quando cheguei ao direito, estava preto.
É uma máquina reles, como todas as máquinas.

Beijo. És um encanto, mas tens de vir a minha casa para me ensinares esses truques.
É perto!

Maria Luísa
De M.Luisa a 4 de Agosto de 2012 às 19:30
Pois é, mas quando passo o cursor ,nunca vejo o que quero.

M. Luísa
De jabeiteslp a 4 de Agosto de 2012 às 20:01

hé hé hé
mas essa operação
é para aumentar o tamanho da letra, cor e negrito...

e um dia será...uma festa daquelas de arromba
na futura casa dos bloguistas...

vou para a Benquerença ...uma feliz noite Luisa

ver se não me chateiam
os GNR do Reininho...
De M. Luísa a 5 de Agosto de 2012 às 11:20
As tuas explicações são complexas ou então...
eu sou...

Boa viagem!

M. Luísa
De jabeiteslp a 5 de Agosto de 2012 às 17:04

possivelmente esqueces os óculos Luisa...

feliz tarde
De M. Luísa a 6 de Agosto de 2012 às 07:52
Jabei

Talvez amigo, talvez,

M. Luísa
De jabeiteslp a 5 de Agosto de 2012 às 08:59

paciência é virtude...e repara que só são necessários
dois ou três cliques...

um belo e bom dia pra ti
De M. Luísa a 6 de Agosto de 2012 às 07:54
Jabei

De que falas? Mais do que esta é morrer...

Mª. Luísa
De jabeiteslp a 6 de Agosto de 2012 às 09:49
uma bela manhã
feliz
De M. Luísa a 6 de Agosto de 2012 às 11:53
Olá meu amigo,

que bom te encontrar
e me procura nos "7degraus"...

Dia feliz,

Maria Luísa
De poetaporkedeusker a 1 de Agosto de 2012 às 15:56
O Pensador... ocorreu-me agora, assim, de repente, que Schopennauher, numa das suas obras, discorre sobre a facilidade com que Dante encontrou, no mundo real, elementos para compor o seu Inferno... já o Céu, segundo ele, foi bem mais difícil de encontrar.
Ainda bem que trouxeste Rodin até nós, Maria Luísa e, com ele, o Pensador.
Penso que todos nós - de forma variável, é evidente - vamos tendo os nossos conceitos de bem e de mal que quase inconscientemente vamos "transportando" para um céu ou para um inferno criados pelo nosso imaginário e baseado na nossa educação judaico-cristã. É complexo este processo e tem vindo a ser matéria prima para a Arte em todas as suas formas, ao longo dos tempos. Este Pensador é uma maravilha da escultura!
Obrigada e um grande abraço, desejando que te encontres melhor e que a convalescença possa ser breve.
De M. luísa a 1 de Agosto de 2012 às 16:04
Olá Mª. João

Que bom te encontrar e ao teu belo comments. É uma honra te ter como amiga, poeta e pensadora.

Muito bem escrita a tua prosa. Parabéns!

Maria Luísa

p.s. não consegui colocar a escrita a vermelho
ou a outra cor...não sei que se passa...nunca sei!

O Médico é esta sexta-feira. Depois te escrevo.
Hoje terminei!

M. L.
De poetaporkedeusker a 1 de Agosto de 2012 às 16:10
Amiga, diz-me qualquer coisa quando regressares do médico! Pode ser uma mensagem quase telegráfica, não importa... o importante é saber se estás melhor.
Enorme abraço!
De M. Luísa a 4 de Agosto de 2012 às 09:37
Se descobriu a falta muito adiantada de vitamina D.

Vai levar meses a recompor...

Mª. Luísa
De poetaporkedeusker a 4 de Agosto de 2012 às 14:16
Mas isso, Maria Luísa, traduz-se sempre numa osteopenia, em nós, adultos... vais ter de fazer tratamento intensivo e de apanhar bastantes banhos de sol para que a vitamina D possa ser metabolizada e repare as zonas mais frágeis dos teus ossos. Não é muito fácil, mas vais ver que vais conseguir repor os níveis de vitamina D!
E tens estado melhor das dores? Espero que o teu organismo reaja bem à administração da vitamina e que as dores te possam deixar em paz. Claro que terás sempre de ter algum cuidado extra e as viagens de carro e transportes são sempre um risco... mas acredito que tu vais por-te boa! És uma pessoa alegre e decidida... vais mesmo melhorar!
Um enorme abraço, amiga, e um pouco mais de paciência. Estas compensações vitamínicas são sempre um pouco demoradas... a não ser nos casos dos complexos de vitamina B que podem ser injectáveis e têm efeitos muito rápidos.
De M. Luísa a 4 de Agosto de 2012 às 19:57
Eu cheguei aos minimos e vai levar meses para chegar à meta.
Estou em tratamento há um mês, voltei segunda vez ao médico e volto em Setembro com mais dois exames que desconheço.
Mas não há osteopenia, nem osteoporose.

Se não se tem descoberto (e nunca seria, se não tenho a graça de ser levada a outro médico) continuava com a dor, enfraquecia cada vez mais e fazia fraturas espontaneas e morria num sofrimento desumano.

Isto está numa fase muito adiantada para
chegar ao normal - (meses, não sei quantos)
tudo porque nunca descobriram e isto foi avançando. Sol? Desde os 2 anos que apanho
montanhas de sol, sempre.

Não vai ser fácil, mas estou um pouco melhor.

Talvez este mês, passe por Nova Oeiras com meu marido. Ele está de férias, agarrado a mim, com o verão perdido.
Mas preciso é de reagir e me salvar!Entendes? Salvar-me...e isso é complicado, depende do organismo que se gastou por incompetência médica.

M. L.

Maria Luísa
De poetaporkedeusker a 4 de Agosto de 2012 às 22:20
Compreendo-te amiga! Tens toda a razão, o importante mesmo é saíres dessa situação crítica!
Não sei o que possa fazer ou dizer para que te sintas um pouco melhor... penso que nada posso fazer por ti, embora continue a confiar e a acreditar que o teu organismo irá reagir bem ao tratamento. Foi-se desgastando, é certo, por não estarem a fornecer-lhe aquilo de que ele efectivamente necessitava, mas agora há-de reagir bem e hás-de voltar a sentir-te em forma.
Adoraria ter-te por cá! Por favor telefona-me ou avisa-me através de mail se essa hipótese se vier a concretizar.
Um enorme abraço!
De poetazarolho a 1 de Agosto de 2012 às 23:12
“Finitos”

Tanto tempo decorrido
Ainda é tempo nenhum
Tanto saber adormecido
É da sabedoria jejum

Será tempo de acordar
Todo esse potencial
Que nos fará recordar
Todo o nada existencial

Que somos sem o saber
Mas que julgamos não ser
Por ver o universo restrito

Que alcança a compreensão
Não alcançamos a dimensão
Do nosso universo infinito.
De poetaporkedeusker a 2 de Agosto de 2012 às 23:11
Concebidos, como somos,
De forma particular,
Em tal submissão a Cronos
E sem asas pr`a voar,

Talvez venhamos um dia
A superar as nossas falhas
Optando pela harmonia
Dos rouxinóis... e das gralhas...

Mas nada é definitivo
Neste mundo em mutação
E o pouco que conhecemos

Não nos torna um ser cativo
Nem nos diz que o esforço é vão
Por tentarmos... quando queremos...

Boa noite, Poeta!
De M. Luísa a 3 de Agosto de 2012 às 12:42
Os portugueses adormeceram há séculos.

Gosta de viver muito acima das possibilidades
(sempre gostou).

Gosta de fazer pontes e muitos feriados
(sempre gostou).

Como emigrante é um bom trabalhador, mas
no seu país tem vergonha de fazer o que faz nos outros países
(sempre assim foi).

Mal governado há muitos anos e os governantes com os mesmos defeitos, alusivos no cimo.

Cultivar a terra, em Portugal? Não é com ele...
Perder a estúpida vaidade, não perde!...

Que fazer? Alguém tem de pagar...

Maria Luísa
De poetazarolho a 2 de Agosto de 2012 às 07:53
O chá está a subir a encosta.
De M. Luísa a 3 de Agosto de 2012 às 12:32
Erro!

O chá está sempre no cimo
Impecável!

Mª. Luísa
De poetaporkedeusker a 4 de Agosto de 2012 às 00:11
Foi hoje a tua consulta. Se puderes, diz-me qualquer coisa. Desejo que tudo tenha corrido bem!

De M.L a 4 de Agosto de 2012 às 09:43
Já respondi, hoje, sábado. Repara bem!

Abraço,

Maria Luísa
De poetazarolho a 2 de Agosto de 2012 às 19:09
“De mãos dadas”

O défice é escorregadio
Tanto quanto a corrupção
Parte dele é um desvio
Que passa de mão em mão

Alimenta quem sabe gerir
A dívida do nosso estado
Mas também sabe dividir
Para prolongar o reinado

Se o dinheiro não tem côr
Dizem que é negra a fome
Por muito que digam que não

Ele há por aí muito doutor
Que é do défice que come
E que alimenta a má gestão.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 2 de Agosto de 2012 às 23:08
Tudo anda de mão em mão...
Do desvio à falcatrua
Tudo toma a direcção
Oposta a quem vai pr´á rua...

É uma estranha atracção
E este jogo continua
Enquanto o doutor-patrão
Assobia para a lua...

Dinheiro tem sempre a cor
Que poder lhe quiser dar
Alegando as ninharias

Que, sendo alheias à dor,
Nem cuidam de preservar
Direitos e regalias...


Abraço grande, Poeta!
De poetazarolho a 3 de Agosto de 2012 às 07:25
O chá está no mundo.
De poetazarolho a 3 de Agosto de 2012 às 19:04
“Petrificou”

Pensador tanto pensou
Foi intenso o esforço
Tanto que petrificou
Com uma dor no pescoço

Nunca viria a entender
O pensar da humanidade
Que para alcançar o poder
Se prostituía com vaidade

Em troca de uns tostões
A dignidade hipotecava
E ao sabor dos milhões

Os interesses governava
E sem outras ambições
Petrificou e se fez escrava.
De poetaporkedeusker a 4 de Agosto de 2012 às 00:07
A maioria - é verdade... -,
Julgando que está liberta,
Prostitui-se - e nem o sabe... -
Por quantia sempre incerta...

O Pensador... faz pensar
Que talvez pensando mais
Alguém lhe ocupe o lugar
Das dormências posturais

Talvez se levante um dia
Pr`a falar do que pensou,
Do que, assim, foi concebendo

Porque acreditou que havia
De entender o que sonhou
Enquanto o estava, ali, vendo...


Cá está o que me ocorreu quando li o seu sonetilho, Poeta!

PS - Qualquer dia ainda me chamam a poeta das "ocorrências"... mas é exactamente isso que eu quero dizer e eu sou uma daquelas pessoas que se prendem muito ao significado das palavras...
De M. Luísa a 4 de Agosto de 2012 às 09:40
Belo comments acerca do "Pensador" e lhe dás o devido valor, o que usualmente, não está a acontecer.

Abraço

M. Luísa
De poetazarolho a 4 de Agosto de 2012 às 07:51
O chá está feliz.
De M. Luísa a 4 de Agosto de 2012 às 09:31
O chá sabe quem é!
Ele sabe que é imprescindivel nos grandes colóquios e na elegancia de eventos e de coisas menos sérias (isso não importa ao chá).
Se sente feliz! Tem tudo no mundo e na eternidade. E ele sabe!

Maria Luísa
De poetazarolho a 4 de Agosto de 2012 às 19:27
“Fundação”

Vou criar uma fundação
Que me irá contratar
Para exercer a função
Da fundação administrar

Já preenchi o formulário
Fundação num minuto
Administrador tem salário
Que é mais líquido que bruto

Há lugar para estacionar
O meu carro com motorista
Está inscrito nos estatutos

Que acabei de aprovar
E p’ra qu’a fundação resista
Vou pagar salários brutos.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 5 de Agosto de 2012 às 13:41
Vou fundar a fundação
Do soneto mal medido
E tenho toda a razão
Pois este foi atrevido!

Neste meu último verso
Do soneto publicado
Nada emendo, mas confesso
Que o "metro" nasceu errado...

Tenho uma sílaba a mais,
Não a consigo emendar,
Vou deixá-la como está...

Segundo as contas formais,
Errei, devo confessar,
E pior falta não há!
De M. Luísa a 5 de Agosto de 2012 às 16:38
"Vou criar a fundação
Do soneto mal medido
E tenho toda a razão
Pois este foi atrevido"...

M. Luísa

...fundar a fundação...não se coaduna," pois tu como poeta vais - criar".

Maria Luísa
De poetaporkedeusker a 5 de Agosto de 2012 às 16:47
Fiz um jogo sonoro de palavras, Maria Luísa. Foi propositado este "Fundar a fundação". Numa poesia menos jocosa, não se coadunaria realmente, mas nesta funciona bem como componente lúdico...
Como estás? Eu sei bem que pareço precipitada... ainda ontem me deste novas... mas hoje já te encontrei, por uns minutos, no Facebook e nem te cheguei a perguntar nada... só te deixei um beijinho...
De M.Luisa a 5 de Agosto de 2012 às 17:08
Sendo assim onde está o erro?

Eu vou andando. É muito, muito cedo para
dizer alguma coisa.
Estive a dormir (não é costume nem gosto),
mas o cansaço era muito.
Também é usual, sentir muito frio repentinamente.
Situações novas...mas a dor passou!

Não gosto de fazer estas afirmações, ela pode ouvir, ler ou sonhar e voltar.

M. Luísa
De poetaporkedeusker a 5 de Agosto de 2012 às 17:54
Pois eu partilho isso contigo, amiga. Também não gosto lá muito de dizer que uma dor passou... quando volta, costuma vir pior e desanima muito... mas esperemos que ela tenha mesmo ido tirar umas férias bem grandes, para bem longe!
Até já! Tenho de ir passear o Kico que está em posição de "saída", à porta da rua.
Beijo!
De poetazarolho a 5 de Agosto de 2012 às 07:59
O chá não tem a certeza.
De MLuísa a 5 de Agosto de 2012 às 11:25
Ele sabe, tem a certeza, conhece as mentiras e as verdades, conhece a gente do mundo...de
todo o mundo, de todas as raças, de todas as crenças. Todos o tomam , todos conversam e ele escuta e fixa sempre!

Os incertos somos nós e os outros!

M. Luísa

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