Sexta-feira, 29 de Junho de 2012

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Com saudade, agradeço,

 

Maria Luísa Adães

 

A arte Zen na Cerimônia do cháO Chá....

 

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Com ternura,

 

Maria Luísa

publicado por M.Luísa Adães às 19:23
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121 comentários:
De luadoceu a 1 de Julho de 2012 às 12:23
Lindo Maria Luísa
Um bom domingo
Espero que a saúde esteja bem melhor
Beijinhos
De M.Luísa Adães a 2 de Julho de 2012 às 18:40
luadoceu

Grata por te encontrar. A saúde ainda não está bem, mas espero pelo dia em que vai estar.

Saúde, razão da minha ausência.

Beijo, Mª. Luísa
De poetazarolho a 2 de Julho de 2012 às 00:13
“Ciência política”

Política decerto previa
O que amanhã acontece
Depois vem a economia
E logo a política s’esquece

É que a segunda influência
E muitas benesses oferece
A quem no final do dia
Fizer parecer o que não parece

E à justiça que sendo cega
Só vê aquilo que lhe apetece
E é perita na arte da prescrição

De processos quase sempre mega
Por isso o previsto não acontece
Pobre política que prevê em vão.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 3 de Julho de 2012 às 01:42
Nunca foi, nunca será
Uma das exactas ciências
Que a mente humana nos dá
Ao usar suas valências

Apenas sei poetar...
Nunca fui uma entendida
Nas "contas de adivinhar"
Que nos regem nesta vida

Mas sei bem que impõem duas;
Sempre são favorecidos
Os do grande capital

Em relação aos "das ruas"...
Estão os homens divididos
E a divisão faz-nos mal...


Aqui vai a resposta muito ensonada...
Abraço grande!
De poetazarolho a 2 de Julho de 2012 às 07:08
O chá resolveu.
De M.Luísa Adães a 2 de Julho de 2012 às 12:03
O chá chegou a uma conclusão
há muito chegou...

Mas não me disse nada
e eu não sei de nada!

Mª. Luísa
De poetazarolho a 2 de Julho de 2012 às 21:51
“Diamantes sim”

Olhe bem para o mundo
Veja o oiro e diamantes
Num olhar mais profundo
Não mais verá como antes

É esta a riqueza primeira
Eterna até por definição
Toda a outra é passageira
E o homem é uma negação

Que se anula por tesoiros
Por eles um irmão esquece
Só quando nada houvesse

Mais que vida sem oiros
Poderíamos dizer então
Meu tesoiro é meu irmão.
De poetaporkedeusker a 3 de Julho de 2012 às 14:14
Só a pedra me seduz
E um simples calhau rolado
Quantas vezes se traduz
Num maior significado

Nem ouro, nem diamantes,
Nem outras preciosidades
Passam a ser importantes
Por simbolizar vaidades

Disse e devo repetir
Que não há maior riqueza
Do que o amor pela vida

Toda a jóia que existir
Perde o valor da grandeza
Por ser tão mal dividida...

Aqui vai... atrasadito mas com um abraço grande!
De poetazarolho a 2 de Julho de 2012 às 22:02
“Orgulho de Portugal”

Já lá mora o caneco
Com histórica goleada
Não foi tiro ao boneco
E a Dulce foi medalhada

Para o orgulho da tropa
Com o ouro agraciada
A nova campeã da Europa
Uma mulher dedicada

Ao atletismo nacional
Com dedicação é possível
Treinar p’ra um dia vencer

Sem apoio institucional
Com um vencimento risível
Mas que país para nascer.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 3 de Julho de 2012 às 01:37
Jamais teria escolhido
Outro país pr`a nascer,
Que este povo me é tão querido
Que sem ele não sei viver...

Nesta luta com Morfeu
- só minha e particular -
Sei bem que não ganho eu
Porque ele já está a ganhar

Mas, nesta provecta idade,
Com tanta maleita em cima,
Parece ser natural

Que Morfeu esteja à vontade
Pr`a me estragar toda a rima
Do poema virtual...


Ai, Poeta! Agora é que me lembrei de que não cheguei a levar o sonetilho de ontem... nem a si, nem à Maria Luísa! esqueci-me completamente. Só ao pensar em terminar este é que me veio isso à ideia... vou tentar agora, se Morfeu mo permitir...

De poetazarolho a 3 de Julho de 2012 às 07:11
O chá é original.
De M.Luísa a 4 de Julho de 2012 às 11:33
Original sim
Demais sim!

Beijo,

Mª. Luísa
De poetazarolho a 3 de Julho de 2012 às 21:14
“Peixe podre”

Temos os sobredotados
Insuspeitos do costume
E por eles governados
Sem queixa ou azedume

Vamos sendo humilhados
E vai ficando o perfume
Espalhado pelos mercados
A peixe podre, em cardume

Nas lotas abandonados
Cheios de moscas, retalhados
E em lotes arrematados

Cada caixa a meio tostão
E para gáudio dum milhão
Governo cumpre a missão.
De poetaporkedeusker a 4 de Julho de 2012 às 01:21
Quem me dera ser poeta,
Ser poeta-militante,
Escrever, em vez desta treta,
Qualquer coisinha importante...

Quem me dera andar depressa,
Ser mais ágil, fazer mais,
Cumprindo a velha promessa
De não andar sempre aos "ais"...

Ser despachada e muito airosa
Usando rima em vez de prosa
E esvoaçar por todo o céu como os pardais!


Poeta, não é sonetilho, mas "encaixa" no Fado do Estudante do Vasco Santana A primeira e segunda quadras ainda são em redondilha maior mas, a partir daí, vieram dois versos de oito sílabas métricas e um verso final com doze... eu não percebo quase nada de música - só a da poesia - mas consigo cantar um pedaço desse fado com estes versos... foi assim que os fiz, a cantarolar
De poetazarolho a 4 de Julho de 2012 às 07:20
O chá tenta não ser palhaço.
De M. Luísa a 4 de Julho de 2012 às 11:43
Palhaço nunca é!
Mas procura meandros escondidos e entra em locais escuros, mas sempre destemido!

Abraço,

Mª. Luísa
De Mª. Luísa a 5 de Julho de 2012 às 11:16
O chá tenta e tantas vezes acerta.

Mas na caçada falhou...e foi palhaço!

Mª. Luísa
De poetazarolho a 4 de Julho de 2012 às 19:31
“Sanfoneiros”

Enfermeiro ou mexilhão
Neste mar d’água parada
Tocas tão mal rabecão
Sapateiro desta enseada

Ficamos a ouvir-te tocar
É ao preço da uva mijona
Mas se estás a desafinar
Porque não tocas sanfona

Já nos falta a paciência
P’ra tamanha desafinação
Da orquestra de sanfoneiros

Não façam tanta experiência
Não hostilizem a população
Não humilhem os enfermeiros.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 5 de Julho de 2012 às 19:41
Ao serem tão humilhados
Talvez pensem em "tratar"
Duns ministros tresloucados
Que assim os querem roubar

Andam eles a salvar vidas
Pr`ó desgoverno as perder
Com promessas de medidas
Que não cumprem no poder!

Vai sendo "por atacado",
Que a todos nos vai tocando
A maldita austeridade

Ninguém escapa ao "descuidado"
A que nos foram votando
A bem dessa "inequidade"...
De poetazarolho a 5 de Julho de 2012 às 07:54
O chá foi à caça.
De Mª. Luísa a 5 de Julho de 2012 às 11:14
Aqui está uma coisa que não se coaduna comigo e o chá não faz boa figura numa caçada.

Depois da caçada, não se bebe chá...
O chá fez mal em ir à caça!

Mª. Luísa

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