Segunda-feira, 11 de Junho de 2012

O Triunfo dos Porcos/ George Orwell

 

 

 

 

 

No livro "O Triunfo dos Porcos" de George Orwell

ele diz :

 

"Todos são iguais, mas uns são mais iguais

do que outros."

 

A ajuda a Espanha é mais favorável

do que o apoio a Portugal.

 

"El Resgate" suave, traduz que essa suavidade

podia ter sido aplicada a Portugal.

 

A Irlanda vai pedir condições iguais às de Espanha.

 

A Esquerda em França avança para a maioria.

 

D. Manuel Clemente, Bispo do Porto diz :

 

"Estamos numa barca,

onde nos salvamos todos ou nos afogamos

em conjunto."

 

Me parece que apenas dou razão a George Orwell!

 

Maria Luísa Adães

 

 

 

A arte Zen na Cerimônia do chá

 

O Chá / oferta ao poeta

 

http://poetazarolho.blogs.sapo.pt

 

que colabora, ardentemente, neste blogs,

 

Maria Luísa

 

 

 

Oferta : http://aviagem1.blogspot.com

 

ao blogs : http://os7degraus.blogspot.com

 

de Maria Luísa Adães

publicado por M.Luísa Adães às 10:39
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85 comentários:
De poetaporkedeusker a 11 de Junho de 2012 às 13:45
Cá estou, Maria Luísa, embora muito cansada e numa fase muito má... até em termos de produção poética.
O resgate espanhol ainda não é uma certeza, tanto quanto sei... mas eu sei sempre muito pouco e, agora, ainda menos. O que me parece é há-de acabar por chegar e as medidas de austeridade, chame-lhe o Rajoy o que lhe chamar, já começaram a ser impostas ao povo espanhol.
Viste o filme que foi feito sobre este romance? Chorei que nem uma Madalena quando o vi... mas lembro-me muito pouco dele. Acabou por surgir, logo a seguir, um longo período de grandes dificuldades e a minha memória acabou por se ressentir muito com ele... a memória e tudo o mais... mas adoraria poder ver esse filme de novo!
Um abraço grande e as tuas melhoras, amiga!
De M.Luísa Adães a 11 de Junho de 2012 às 14:07
M. J.

Não me lembro do filme e se me não lembro, é porque não o vi. Qual o ano?

Já escrevi ao amigo comum que em boa hora apareceu. E é único!

Estou um pouco melhor e não resisti a esta notícia.
Ó meu Deus, tanto eu ainda poderia fazer...

Aproveitei a maré que me trouxe à praia e
fiquei feliz por te encontrar.Te escrevi no
"pekenasutopias" (Google).
Lê, pois escrevo o minimo...tenho medo!
Obrigada por tudo. Tenho sentido falta de tudo!

Maria Luísa
De poetaporkedeusker a 11 de Junho de 2012 às 18:35
Fazes muito bem em ter cuidado contigo! Se não puderes, não escrevas em nenhum. A tua saúde não pode ser posta em risco por uns comentários, por muito que eles te possam apetecer. Tens de repousar e, quando a situação estiver estabilizada, voltarás lentamente, se te apetecer.
Vou ver o Pekenasutopias. Abraço grande!
De poetaporkedeusker a 11 de Junho de 2012 às 18:38
... esqueci-me de te falar do ano do filme... vi-o na televisão, com as minhas duas filhas mais velhas... acho que a mais nova ainda não tinha nascido... deve ter sido no início da década de 80... mas o filme deve ser bem anterior. Talvez década de 70...
De M.Luísa Adães a 11 de Junho de 2012 às 18:59
Obrigada. Beijo,

Maria Luísa
De jabeiteslp a 11 de Junho de 2012 às 14:25

e acrescento eu:

podem ser mais gordos
mas afogam-se num ai....

uma bela e grande tarde Luisa...

De M.Luísa Adães a 11 de Junho de 2012 às 19:00
É isso mesmo!

Abraço,

Mª. Luísa
De jabeiteslp a 11 de Junho de 2012 às 21:32

grata noite de te aperceber
feliz...

beijinhos Luisa
De M.Luísa Adães a 12 de Junho de 2012 às 15:03
Obrigada amigo, mas preciso do teu nº. de
telephone.

Niece to meet you!

Mª. Luísa
De jabeiteslp a 12 de Junho de 2012 às 21:50

96 433 3 701

mas olha que eu não sou grande conversador...

De M.Luísa Adães a 13 de Junho de 2012 às 12:28
Obrigada, mas eu quero um telefone FIXO.

M. L.
De poetazarolho a 11 de Junho de 2012 às 23:12
“Consciência social”

Já sabes, podes pedir
Que haja em teu redor
Aquilo que em ti existir
Não peças se assim não fôr

Algo contigo está mal
Se queres o estado providência
Quando o teu sentir social
Não emana da consciência

Mas se sentes deves exigir
Para os que mais necessitam
Toda a protecção devida

Por isso tu tens que agir
Dar voz aos que não gritam
Por lhes ser pesada a vida.
De poetaporkedeusker a 12 de Junho de 2012 às 00:16
Se esta net o permitir
Dir-lhe-ei que é mesmo assim
Que procedo ao existir,
Que o farei até ao fim,

Que tenho plena consciência
Do que um Estado deva ser...
Só não digo "providência"
Porque o não quero fazer

E prefiro um Estado justo
Ao estado "santificado"
Mas passível de erros mil

Que vai sempre impondo o custo
A quem não tiver cuidado
Ao traçar o seu perfil...


De M. Luísa a 12 de Junho de 2012 às 08:21
Bravo poeta!

M. Luísa
De poetaporkedeusker a 12 de Junho de 2012 às 11:22
Não sei a qual dos dois poeta se dirigia o teu "bravo", amiga, mas veio parar à minha caixa de correio e eu agradeço-te da minha parte.

Espero que estejas um pouco melhor. Já te tinha respondido aos comentários do Google (Pekenasutopias) com alguma dificuldade porque a net tem estado muito instável, mas respondi em várias tentativas. Também eu gosto muito daquele soneto "Touro de Morte". Foi um daqueles que me nasceu de repente, de uma assentada. Agora, com todo este cansaço muscular, nem sempre eles me nascem assim.
Vou ver se consigo levar até lá este último soneto de ontem, ao espelho distorcido.
Abraço grande!
De M. Luísa a 12 de Junho de 2012 às 12:53
"Prefiro um Estado justo
Ao estado " santificado"...

Bravo poeta!

M.L.
De poetaporkedeusker a 12 de Junho de 2012 às 13:39
Era para mim? Obrigada, Maria Luísa!
Vim aqui, ao CJ, num pulinho. Tenho uma série de coisas para tratar já a seguir...
De poetazarolho a 12 de Junho de 2012 às 07:12
O chá não morre.
De M. luísa a 12 de Junho de 2012 às 08:24
O Chá,

Não morre não...só se o Planeta Terra morrer,
mas mesmo assim,
ele vai sobreviver noutro lugar
E vai escolher.

Abraço,

M. Luísa
De poetazarolho a 12 de Junho de 2012 às 22:04
“Vistas curtas”

A Espanha foi ajudada
Mas com milhões apenas
A ajuda é desenquadrada
Diz Dublin, Lisboa e Atenas

Precisamos todos de ajuda
Mas não ajuda financeira
Para ver se algo muda
Do abismo estamos à beira

Ajudem-nos a encontrar
Os verdadeiros estadistas
Que cuidem das gerações

Que os políticos a governar
São muito curtos de vistas
Só alcançam até às eleições.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 12 de Junho de 2012 às 23:12
Essa das "vistas curtas" está muito boa, Poeta! Curtíssimas!

Há dias em que acredito
- hoje é um deles, por acaso... -
Que o mundo era mais bonito
Com mais flor e menos vaso...

Devo dizer-lhe, contudo,
Que, hoje, a minha perspectiva
Está mais pobre e, não me iludo,
Talvez esteja menos viva...

Hoje calhou-me pensar
Qu`inda tenho esta bicheza
E, embora "desinspirada"

Terei de continuar
A trazer-lhes pão pr`á mesa
Sem que eles possam pagar nada...

Poeta, este sonetilho saiu-me muito pessoal, desculpe. Nada ou quase nada tem a ver com o seu... acontece que eu me estava a lembrar da estranha longevidade dos meus amiguinhos - aqui presentes - e de como isso pode vir a ser problemático para eles, no futuro. Coisas que me passam pela cabeça e que, hoje, acabaram por se me impor no momento de escrever... mas vai mesmo assim porque eu não gosto de apagar nada do que me vem subitamente à cabeça. Está escrito, está escrito!

Abraço grande!
De M.Luísa Adães a 13 de Junho de 2012 às 12:11
Tudo que escreves é bom!
Deixa de perder forças a pedir desculpas!

Vai em frente e nunca te expliques e nunca peças desculpas, tu és poeta, porta-te como tal...

Maria Luísa Adães
De poetaporkedeusker a 13 de Junho de 2012 às 15:20
Estou longe de vocês, amiga... receio sempre estar a incomodar alguém com este meu hábito de dizer tudo muito espontaneamente... tento apenas ser delicada.
Abraço grande!

PS - Estás melhor? Esta minha crise de Lúpus nunca mais me passa! Estou cansada dela. Já me tinha habituado às crises que melhoravam ao fim de uma ou duas semanas. Esta dura há não sei quantos meses... já lhes perdi a conta!
De M.Luísa Adães a 13 de Junho de 2012 às 19:13
Não estás longe de ninguém e ser espontaneo,
sem ser indelicado, é uma qualidade.

Há pessoas que dentro do espontaneamento que são muito mal educadas (não é, de forma alguma, o teu caso). Por isso te repito ~"não peças desculpas!"

M. Luísa

p.s.quanto à saúde, é muito traiçoeira e eu
prefiro nada dizer, pois vem de repente e a dor, por vezes, me acorda. Estou à espera de uma consulta particular nas "Torres de Lisboa".

O lúpus é uma doença de pele?
Coloquei no final do George Orwell, uma Gueixa a servir o chá, oferta ao nosso amigo e
à sua tenacidade. Vai vêr!
De poetaporkedeusker a 13 de Junho de 2012 às 21:05
Não, Maria Luísa, não é de pele, embora nalguns casos possa apresentar lesões cutâneas, sobretudo na face... mas não em todos os casos. É uma doença sistémica e auto-imune... mas, desta vez, acho estranho estar a ser uma crise tão prolongada. Pensei - e ainda penso - que havia um qualquer problema neuro-motor, mas já conversei com uma senhora que teve uma crise de cerca de dois anos... de qualquer forma, repito as análises no final de Agosto.
Abraço grande e que a tua coluna possa dar-te mais descanso. A minha - com as duas hérnias cervicais - também não está nada boa. Vai longe o tempo em que eu conseguia estar horas a teclar,,,
De poetaporkedeusker a 13 de Junho de 2012 às 21:08
Já vi a gueixa que ofereceste ao Poeta! Ele vai gostar! É uma linda gravura!
De poetazarolho a 13 de Junho de 2012 às 07:08
O chá não vai ruir.
De M. luísa a 13 de Junho de 2012 às 12:12
Não vai ruir não!...Colaboração muito boa!

M.L.
De poetazarolho a 13 de Junho de 2012 às 22:33
Obrigado pela oferta, gostei muito do selo pois gosto muito das culturas orientais e para eles a cerimónia do chá é um ritual muito enraízado na própria cultura.
De Mª. Luísa a 14 de Junho de 2012 às 09:16
Fui ao seu encontro. Obrigada por gostar! E pode levar!

Mª. Luísa
De poetazarolho a 13 de Junho de 2012 às 22:50
“Emigração”

Neste nosso Portugal
Evoluiu a emigração
Antes ias com o bornal
E às costas o garrafão

Agora com ar doutoral
E uma pastinha na mão
Deixas tua terra natal
Com canudos e a ilusão

Antes de comboio partias
Agora embarcas no avião
A Paris antes chegavas

E no bidonville vivias
Sempre em busca da condição
Que na pátria não encontravas.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 14 de Junho de 2012 às 13:10
Não sei se vou conseguir
Mas, decerto, vou tentar
Responder sem permitir
Que o sono me vá parar

Tudo volta ao qu´era dantes,
Nas rotas d`emigração...
Até pensei, por instantes,
Que escapava à situação...

E lá vamos outra vez,
De comboio ou de avião,
Um pouco mais confortáveis...

A diferença está, talvez,
Nessa maleta de mão
Que nos torna mais notáveis...


Por hoje já nem tento responder-lhe mais, Poeta. Este sonetilho teve de ser todo feito "martelo". Estava a ver que não conseguia rima até ao final...
Abraço grande!
De poetazarolho a 14 de Junho de 2012 às 07:25
O chá não tem doutrina.
De M.Luísa Adães a 14 de Junho de 2012 às 09:19
O chá tem requinte!

Quem bebe o chá
na grande maioria,
não tem!

M. luísa
De M. Luísa a 14 de Junho de 2012 às 09:24
O chá tem doutrina
Quem o bebe, por vezrs,
Não tem doutrina!

M. L.
De M. luísa a 14 de Junho de 2012 às 09:26
Ressalvo : " por vezes".

Obrigada,

Mª. Luísa
De poetazarolho a 14 de Junho de 2012 às 21:30
“Consumo logo existo”

Esta crise é existencial
Não há vida além do cifrão
Por isso não passamos mal
S’a existência é uma ilusão

Enquanto humano não existes
Apenas enquanto consumidor
E se ao consumo resistes
Agrava-se o estado de dor

Que o consumo é anestesia
Para a paralisia mental
Que nos tolda a razão

Consumamos com alegria
Cérebro humano é genial
Transforma consumo em paixão.
De poetaporkedeusker a 14 de Junho de 2012 às 22:28
Em verdade ouso dizer
Que o processo evolutivo
Cresceu aliado ao "ter"
E foi esquecendo o "ser"... vivo...

Falo de outra evolução
Que não nos abrange a todos,
Que a alguns lança em aflição
Por cobrar dinheiro a rodos...

Sinceramente não vejo
Que seja fácil mudá-la,
Resgatá-la ao capital...

Mas é a isso que almejo
E enquanto eu tento sondá-la,
Tenta ela mudar-me... a mal...
De poetazarolho a 15 de Junho de 2012 às 08:36
O chá reinventou-se.
De M. Luísa a 18 de Junho de 2012 às 14:35
O chá reinventou-se? Não meu amigo,
Está cada vez mais longe da tradição e dos salões e no povo - não está!

M. Luísa

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