Terça-feira, 8 de Maio de 2012

O Grito / Edvard Munch

 

 

 

O Grito.jpg

 

 

Série de quatro pinturas do norueguês Edvard Munch, a mais célebre

de 1893.  Óleo e pastel sobre cartão.

 

A obra representa uma figura andrógina num momento de profunda

angústia e desespero existencial.

 

A série tem quatro pinturas :

duas na posse do Museu Munch em Oslo, outra na Galeria Nacional de Oslo

e outra particular.

Em 2012 esta última se tornou a pintura mais cara da história, ao ser vendida.

 

Ao fundo um céu de cores quentes

em oposição ao rio azul.

 

Expressionismo - onde o interesse do artista é a expressão de ideias

e não um retrato da realidade.

 

A dor do Grito está presente não só no personagem, mas também no fundo,

o que destaca que a vida para quem sofre é dolorosa e a paisagem acompanha

essa dor.

 

 

Edvard disse no seu diário :

 

 

"O céu ficou vermelho-sangue,

eu parei - havia sangue e línguas de fogo sobre o azul escuro do fjord

e sobre a cidade.

Eu fiquei a tremer de ansiedade - e senti O Grito infinito da Natureza."

 

Talvez a vida de Edvard, tenha contribuído para a dor imensa do Grito.

 

Análise de Maria Luísa Adães 

 

Estudada e escrita com o auxilio da Wikipédia.

 

 

 

 

Oferta ao blogs:  http://os7degraus.blogspot.com

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 14:54
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164 comentários:
De Augusto a 8 de Maio de 2012 às 15:39
Bravo Maria Luísa

Bem analisado!

E a análise muito boa na forma
poética de dizer.

A.
De M.Luísa Adães a 8 de Maio de 2012 às 17:11
Obrigada A.

Mª. L.
De jabeiteslp a 8 de Maio de 2012 às 20:58

olá traquinas

no melhor de uma noite feliz...pra ti


beijinho e a uma síntese de loucuraum sorriso


bela noite Luisa




De M. Luísa a 9 de Maio de 2012 às 12:30
Olá amigo

O blogs voltou ao inicio e só conto contigo e a
M. joão que nada sei dela.

Continuo com o escrever de 20minutos.

Abraço grande,

Mª. Luísa

Sabes da Mª. João?
De jabeiteslp a 9 de Maio de 2012 às 17:00

penso que estará na exposição
em Grândola....penso eu...


um feliz dia Luisa
e boas melhoras também...
De M.Luísa Adães a 9 de Maio de 2012 às 17:09
Que exposição Jabei?

Abraço,

M.luísa

De poetaporkedeusker a 13 de Maio de 2012 às 12:14
Estou aqui, amiga!!! Desculpa mas já não consegui vir até cá ontem à noite... ainda andei a saltitar nas minhas caixas de correio atafulhadas, mas adormeci sentada ao computador e ia caindo do banco abaixo... isto está que não tem descrição possível!
Mas gostei muitíssimo da tua análise àquele que é considerado o símbolo maior do expressionismo!
Nem todos os pintores aderem facilmente à tremenda crueza deste Grito, mas eu entendo-o na perfeição. Acho que sempre tive alma de expressionista, mesmo quando me exprimo através de traços naífs... e é isso mesmo , exactamente como tu o dizes; "o interesse do artista é a expressão de ideias e não um retrato da realidade".
Matisse também foi muito mal aceite e até o irmão da Gertrude Stein - esqueci-me agora do nome dele... - , que lhe comprou aquele retrato da sua mulher - aquele em que ela aparece com uma lista verde no centro do rosto - disse que aquela era a mais horrível mancha de tinta que ele jamais vira... mas comprou-lho e contribuiu dessa forma para a consolidação do movimento expressionista que, então, ganhava as primeiras raízes, através dos Fauves , um grupo "maldito" para os académicos da época...
Muito, muito boa, a tua análise!
Enorme abraço e até mais logo! O nosso Poeta voltou e já serviu o chá e tudo! Não sei é se vou conseguir "ter pernas" para o acompanhar... mas vou tentando!
De Mª. Luísa a 13 de Maio de 2012 às 12:45
Adorei encontrar-te e à tua análise espetacular. Sem ofensa...só tu!

O expressionismo é aquilo que digo. Tem um
significado Maior - expressa idéias e não a realidade e tu sabes, quanto adoro essa forma de dizer, de pintar e de sentir.

Quando possível, procura "Patético" no google
Eu sou suspeita, sou a autora, mas deixa-me gritar...É Bom, muito, muito bom!

Estou um pouco melhor e isso, é também muito bom.

Se não podes responder ao poeta aqui, eu vou respondendo.
Não há compromissos, apenas impera o interesse pelas coisas que na realidade nos
interessam!

Um beijo e obrigada,

Mª. Luísa
De poetaporkedeusker a 13 de Maio de 2012 às 14:16
Obrigada, amiga!
Ainda não estou muito bem adaptada a esta nova forma de vir à net, aos "pulinhos"... descansei uns minutos, fui com o Kico à rua, voltei a descansar um bocadinho e vou mesmo ter de sair para ir buscar areia para suas altezas, o Sigmund e o Garfield... mas ainda vou ao Google, ver se descubro aquilo a que te referes.
Até já!
De M.Luísa Adães a 13 de Maio de 2012 às 16:46
Não tens de agradecer, mas pretendo dizer (chegou a hora de dizer) :

no nosso caminhar não há compromissos;
não há obrigações e temos liberdade de fazer
apenas o que gostamos e depois, o que queremos.

Não sintas que tens de me responder, de me escrever, tudo será espontâneo e de acordo com as possibilidades de tempo e de saúde.

E assim, não temos compromissos. E o que tem de acabar -acaba!

Vai uma coisa e vem outra...ou não vem...

Estamos sempre prontos a dizer adeus!

Abraço e obrigada,

Mª. Luísa

p.s. não escrevo ao amigo, mas isto também o engloba, no círculo que nos juntou. Os meus agradecimentos para ele.
De poetaporkedeusker a 13 de Maio de 2012 às 17:44
Obrigada por me dizeres isso, amiga. Eu acredito que sim mas, até agora, tem sido muito espontânea esta minha comunicação contigo... nunca me senti obrigada a vir até cá e tudo tem sido naturalíssimo... bem, no caso do Google, talvez tenhas alguma razão, mas não tem a ver contigo nem com o 7degraus... tem a ver com o facto de eu ter tendência para me esquecer de abrir o meu próprio blog dessa plataforma. É uma falha minha. Uma falha que já tentei corrigir sem grandes resultados...
Abraço grande!
De Mª. luísa a 13 de Maio de 2012 às 18:19
Só tens a falha do Principal (Google)
então se me permites continuo a chamar a atenção, mas só vais quando te lembrares...
Vou confiar nessa memória.

O comments no "Patético" está muito bom!

Agradeço,

Mª. luísa
De poetaporkedeusker a 13 de Maio de 2012 às 18:29
Até do meu, Maria Luísa... e só agora me lembrei que ainda nem sequer publiquei a apresentação do Pequenas Utopias! Disse que o ia fazer e esqueci-me completamente... mas faço-o agora!
Obrigada, amiga!
Até já!
De M.Luísa a 13 de Maio de 2012 às 19:21
Boa noite.

Até amanhã! Hoje me cansei.
Calma Mª. luísa, diz a outra mais sensata!

M.L.
De poetaporkedeusker a 14 de Maio de 2012 às 00:20
Só agora vi este teu comment... tenho estado a abusar, hoje! Já aqui estou sentada há horas... ainda caio mesmo do banco abaixo...

Vou mesmo ter de parar, com muita pena minha porque não me falta vontade de trabalhar... o que me falta é a força física... e estou com tantas cãibras que mal consigo teclar. Há horas que estou com elas.
Até amanhã e que tenhas uma noite serena, Maria Luísa!
De Mª. Luísa a 14 de Maio de 2012 às 11:32
Não foi muito serena a noite.
Talvez o dia fosse agitado...
Estou a responder ás voltas que o chá vai dando, junto com a diplomacia caminhante.

Melhoras muitas e te esforça menos...eu e os
meus conselhos...de rir!

M.L.
De poetaporkedeusker a 14 de Maio de 2012 às 15:06
Realmente... não estamos em posição de dar conselhos uma à outra... ambas nos esforçamos demasiado...

Enorme abraço e um dia o mais sossegado possível.
PS - Estou no CJ mas acho que não vou aguentar-me muito tempo por cá... comecei agora mesmo e, como a cortisona já vai na fase final do desmame, as dores de coluna estão a piorar...
De M.Luísa a 14 de Maio de 2012 às 15:51
Os problemas quando surgem parecem não parar.
Vou descansar - preciso mesmo de o fazer!

Abraço,

M. Luísa
De poetaporkedeusker a 14 de Maio de 2012 às 16:00
Sigo o teu alerta. Já ia adormecendo não sei quantas vezes... nem consigo raciocinar direito e corro o risco de me magoar a sério... também vou descansar um pouco.
Abraço grande!
De Anthos a 12 de Maio de 2012 às 14:50
Também eu tremo de ansiedade sem saber de ti.

Te vou procurar. Bela análise de "O Grito"

A.
De M. Luísa a 12 de Maio de 2012 às 19:43
Voltei, mas devagar

escrevi também "Patética" no google.

Abraço e obrigada,

Mª. luísa
De poetazarolho a 13 de Maio de 2012 às 06:36
O chá após a chegada.
De M. Luísa a 13 de Maio de 2012 às 09:21
Olá amigo

Regressou? Tudo de bom?

Estava desejosa de tomar esse chá.

Parece que nossa amiga está doente e não pode vir ao chá. Mas eu vou!

Abraço grande,

Mª. luísa
De poetazarolho a 13 de Maio de 2012 às 20:52
O tango voltou à ponte.
De m. luísa a 14 de Maio de 2012 às 11:27
Se dança o tango na ponte?
A ponte é um perigo e uma necessidade.

Beijo,

Mª. Luísa
De poetazarolho a 14 de Maio de 2012 às 07:16
O chá caminhou.
De M.Luísa Adães a 14 de Maio de 2012 às 11:25
O chá caminhou e eu caminho com ele...
Gosto do chá e de caminhar!

Abraço e um bom dia,

Mª. Luísa
De poetazarolho a 14 de Maio de 2012 às 22:48
Há gatos na ponte.
De M.Luísa Adães a 15 de Maio de 2012 às 14:42
Se há gatos na ponte, temos de os salvar!

M. luísa
De poetazarolho a 15 de Maio de 2012 às 07:32
O chá é antagónico.
De M.Luísa Adães a 15 de Maio de 2012 às 14:40
"O chá é antagónico"...

E eu me sinto como o chá!

Abraço,
~
Mª. Luísa
De poetazarolho a 15 de Maio de 2012 às 22:06
Chegou uma carta à ponet.
De poetazarolho a 15 de Maio de 2012 às 22:06
ponet deve ler-se ponte
De poetazarolho a 15 de Maio de 2012 às 23:41
“Caminharemos”

De ti nunca desistiremos
Não desistas tu também
As nossas preces faremos
Em Fátima depois de Ourém

Sete dias caminharemos
Só nos pode fazer bem
Qualquer dia repetiremos
Deste caminhar fiquei refém

Todos os dias caminharei
Sem nada levar em mente
Levo apenas no coração

Chama que nunca julguei
Poder habitar na gente
Tenho sede de peregrinação.
De poetaporkedeusker a 16 de Maio de 2012 às 00:34
Caminha, então, caminheiro,
Que o caminho em que eu persisto
É por dentro, a tempo inteiro,
E apenas prova que existo,

Que existo além, num ribeiro,
Que eu sei bem que não desisto
Enquanto o não vir, primeiro,
De onde o sentir... eu insisto...

Mas se o corpo me não dura
Nem me alcança água assim pura,
Não te posso prometer

Que me não perca a lonjura
De tão teimosa loucura
E me não deite a perder...


Bons sonhos, Poeta :)
De M.Luísa a 16 de Maio de 2012 às 12:28
Meu amigo

Quando nasceu, veio como " Peregrino " a este mundo.

E assim, vai continuar todo o caminho a percorrer.

Mª. Luísa

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