Quarta-feira, 2 de Maio de 2012

Miguel Portas

 

 

 

O doce revolucionário

 

O poeta que lutou por atingir os horizontes mais distantes...

 

Lutando pelos mais fracos

 

E sabendo que essa luta era inútil

 

E nunca seria aceite pelos mais fortes.

 

 

E não desistiu dos seus ideais

 

E resistiu ao silêncio dos bons

 

E morreu lutando sempre....

 

 

Pequena Homenagem,

 

A um homem Maior do que o seu tempo

 

E incompreendido

 

Pela incoerência dos muitos.

 

 

Obrigada Miguel Portas!

 

 

Maria luísa Adães

 

 

 

 

 Oferta:

 

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Colaboração nos comments dos poetas :

 

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M. luísa

 

A austeridade não pode ser uma fatalidade.

 

A vitória é uma "esperança" contra a desumanidade! François Hollande.

 

E a desumanidade apanágio dos governos, não pode continuar...

 

Mª. Luísa

 

 

publicado por M.Luísa Adães às 13:31
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42 comentários:
De jabeiteslp a 2 de Maio de 2012 às 14:04

Ao Miguel......valeu


uma tarde feliz Luisa
De M.Luísa Adães a 2 de Maio de 2012 às 14:11
Jocas

Te escrevi e te disse qual o meu problema e deixei telefone.

Agradeço muito tua homenagem junto com a minha, ao amigo poeta (como lhe chamo)
Miguel Portas.

Um beijo e saudades,

M. luísa
De jabeiteslp a 2 de Maio de 2012 às 21:54


e que tudo vá bem...
De M. Luisa a 3 de Maio de 2012 às 14:50
olá amigo

Grata pela tua presença!

M.L.
De poetaporkedeusker a 2 de Maio de 2012 às 14:29
Bem hajas, Maria Luísa, por esta homenagem a um homem justo e bom. A um poeta, como lhe chamas... bem vindo, Miguel, ao universo dos que nunca desistem!

Um enorme abraço, amiga.
De M. luísa a 2 de Maio de 2012 às 16:27
Obrigada amiga.

Cheguei a estar com ele
num colóquio em lisboa. Ele foi convidado,
havia estrangeiros dedicados ao mesmo e eu
adorei ouvi-lo.
Estava sentada na 1º fila, deu bem para ouvir. Gostei muito dele!

Obrigada por gostares,

m. luísa
De poetaporkedeusker a 2 de Maio de 2012 às 18:06
Não tenho a menor dúvida de que o Miguel é uma excelente pessoa, embora tenha a certeza de o não conhecer pessoalmente. Lia-se-lhe nos olhos... sentia-se-lhe nas palavras.
Abraço grande!
De M.luísa a 2 de Maio de 2012 às 20:23
Era um poeta idealista.

E no colóquio onde o conheci, se tratava de um
problema que só os bons se interessavam.
E ele foi o convidado escolhido.

abraço,

Mª. L.

p.s. então ficas,quiseres e sem obrigações para mim. Eu aceito sempre ...

De poetaporkedeusker a 2 de Maio de 2012 às 20:51
Os idealistas, como uma vez disseste, parece que partem todos muito cedo...
Beijinho!
De M luisa a 3 de Maio de 2012 às 14:52
É verdade, partem muito cedo e isso se analisa
através do passado.

Trazem uma missão curta e se vão cedo!
E quanto o lamento!

M.L.
De poetaporkedeusker a 3 de Maio de 2012 às 15:05
Também o lamento, amiga.
Hoje vou estar por aqui pouco tempo... penso eu. Tenho o corpo a pedir-me cama com uma insistência inusitada... e eu que nunca, nunca vou à cama durante o dia... mas, hoje, não sei se não terei de lhe fazer a vontade...
Abraço grande!
De poetazarolho a 3 de Maio de 2012 às 00:07
“Castelo de cartas”

O castelo desmoronou
Por uma simples razão
Assim que o gong soou
Saiu tudo em procissão

Para comprar por metade
Atropelando sem compaixão
Demonstrando ansiedade
Vendendo a alma a tostão

Não mais existirá verdade
Quando se mata p’lo pão
São excessos da sociedade

Onde já não há civilização
E o primado da brutalidade
Consumiu toda a nossa razão.
De poetaporkedeusker a 3 de Maio de 2012 às 01:25
Não se lembraram, sequer,
Da dura realidade
Do pobre que não puder
Gastar assim, à vontade... :)

Eu nunca teria ido,
Por respeito a esse dia...
Mas pudesse eu tê-lo querido
Que nunca o conseguiria...

O plafond era tão alto
Que nem "esticando" ao tostão
Me poderia tentar

E depois, pr`a "dar o salto"?
Vinha com tudo na mão?
Eu quase não posso andar!!!!


Olhe, Poeta, eu nunca iria! Disse-o e tê-lo-ia cumprido, mesmo que tivesse dinheiro e força... mas este sonetilho nasceu tão depressa que nem precisa de muitas justificações... foi assim mesmo :) Abraço grande!
De Mª. Luísa a 3 de Maio de 2012 às 14:39
Isto se relaciona com a crise!
Com o medo do amanhã, o marketing se aproveita da loucura da multidão.

Abraço,

Mª. Luísa
De poetaporkedeusker a 3 de Maio de 2012 às 15:13
Eu sei, amiga... e de que maneira!
Abraço grande!
De poetazarolho a 3 de Maio de 2012 às 00:17
“Sinais dos tempos”

Foi tomada a Bastilha
Anuncia o arauto do rei
Ele não mascava pastilha
Ainda não havia, bem sei

Coitada da Maria Antonieta
Já rolam cabeças n’avenida
Pela imposição da baioneta
Sentem-se uma nação ferida

É o novo tempo a chegar
Sem que nos peça licença
Deixará sequela profunda

Da varanda ir-se-ão atirar
Sob o olhar da indiferença
É o regime que se refunda.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 3 de Maio de 2012 às 02:57
Oh, ça ira, ça ira!!!

De que este tempo que chega
Vai deixar sequela amarga,
Não duvido um bocadinho!
Vai ser duro e ninguém nega
Que traz uma forte carga
De açafrão com rosmaninho...

Vai sobrar pr`ó mexilhão
- o marisco do costume... -
Que sempre se "lixou" mais...
Rosmaninho... ou açafrão,
Que o marisco, já no lume,
Não pediu temperos tais...

Isto foi só confusão
Porque o Kico fez xixi
E eu fui, a correr, limpar,
Mas não lhe digo que não...
Nem sonha o que vai pr`aqui!
Hoje é xixi de alagar!!!

Não sei bem o que me deu
Ou que reacção foi esta
Que me impôs estas sextilhas...
O xixi aconteceu
E o Ziggy saltou pr`á cesta
Onde eu tinha as sapatilhas...

Mas o que tem isto a ver
Com Maria Antonieta
Ou Maio numa avenida?
Não sei... nem posso saber!
Tenho a bicharada inquieta,
Numa confusa corrida...

Agora até ladra o Kico
Ao gato que, em diarreia,
Me deixa a casa empestada!
Vou-me já que se aqui fico
Dão-me os três uma tareia
Que me deixam derreada :)))


PS - Tudo o que eu contei aconteceu mesmo durante este lapso de tempo... e ... SIM! tenho mesmo a casa toda "empestada"! Tenho de ir limpar e queimar incenso e tudo...
De M. Luísa a 3 de Maio de 2012 às 14:43
É um tempo de loucura a se manifestar.

As multidões e os Tribunais Populares mataram Mª. Antonieta e se começa a enlouquecer em Portugal, no século XXI.

A história se repete!

M. L.
De poetazarolho a 3 de Maio de 2012 às 00:30
O anjo de Maria está sobre a ponte.
De Mª. luísa a 3 de Maio de 2012 às 14:45
Talvez para proteger a loucura que já se manifesta.

Mª. luísa
De poetazarolho a 3 de Maio de 2012 às 07:35
O chá cheira mal.
De m.luisa a 3 de Maio de 2012 às 14:46
O chá está a apodrecer! Tudo está em declinio!

Mª. L.
De poetazarolho a 3 de Maio de 2012 às 22:42
“Criação”

Produzes por obrigação
Tudo aquilo que é banal
Se produzires com paixão
Vais ao encontro do genial

Onde por vezes a visão
Alcança algo de imortal
Num processo de criação
Onde se arrisca o surreal

Será o elefante trombone
Quem sabe a raiz pensante
Ou até os chapéus a voar

Exteriorizas algo disforme
E naquele preciso instante
Foste convidado a criar.
De poetaporkedeusker a 4 de Maio de 2012 às 00:56
:)) Coincidências! Acabo de fazer um soneto tão doido, tão doido, que nem sabia bem que nome lhe haveria de dar... mas é verdadeiro! Não mente!

Tenho de aprender a ter tino nos dedos! :) E a não responder no décimo de segundo a seguir à interpretação das primeiras palavras que leio, também dava jeitinho... mas estou a responder-lhe mesmo em prosa e, essencialmente, à primeira quadra... foi o primeiro impacto... e foi um forte impacto, sobretudo para quem vinha embalada com um soneto doido, doido... bom... vejamos...


Temos aqui um convite
A uma nova abordagem...
Pode ser que eu nem hesite
Ou posso não ter coragem...

De momento, o que me sai,
Vem tudo do coração...
Não sei pr`a que lado vai
Nem porque me vem à mão...

O nome costuma vir
Junto c`o poema inteiro,
Como, dele, parte integrante

Só faço o que sei sentir
Sem pensar nada primeiro,
Nem sequer por um instante...

Pronto, Poeta... foi mesmo o que me saiu... gosto do abstraccionismo - muito - mas acredito que as vocações são muito mais prementes do que parecem... não me julgo lá muito vocacionada para o abstraccionismo e o surrealismo está em mim de uma forma não imediatamente captável... mas que há por lá qualquer coisa dele, há... não o suficiente para definir uma linha linha pictórica ou poética... apenas o bastante para lhe dar um toque muito leve de sugestão... eu sinto e acredito que sim.
Abraço grande!
De M. Luísa a 4 de Maio de 2012 às 08:32
Correto o que dizes, embora o surrealismo não seja por ti captado, como eu gostaria que fosse.

E te sentes "em casa" com o soneto que para ser bom tem de ser "muito bem trabalhado".

Começar com "chave de prata" e acabar com "chave de ouro" e tu o fazes...

M.L.
De poetaporkedeusker a 4 de Maio de 2012 às 10:52
Obrigada, amiga!
esta noite quase não conseguia dormir... vê lá tu como nós somos seres tão complexos! Tenho um erro métrico no último verso... é muito fácil de corrigir e eu nem tive tempo de o consciencializar... mas ele está lá e andou este tempo todo a enviar-me mensagens subliminares... falo do último soneto que publiquei, ontem à noite, ALGUM DE VOCÊS ME PEDIU UM SONETO?
Vou ter de o reeditar... é uma substituição rápida e muito fácil, mas o que é certo é que eu não a consciencializei por completo... foi como se ele tivesse ficado ligado a mim a dizer-me que não se sentia bem assim, que precisava, ainda, de um pouco da minha atenção...
Beijinho!

PS - Tenho pena de te não ter no lançamento, mas entendo bem que seria muito violento para ti... se calhar também o vai ser para mim, mas eu terei mesmo de me aguentar e receber os amigos que puderem estar presentes. O mais difícil é mesmo andar... as dores melhoraram com a cortisona mas a mobilidade e a força, não...
De poetazarolho a 3 de Maio de 2012 às 22:55
“Sulcar mares”

À sombra dos descobrimentos
Descobrimos um tempo ruim
Foi-se o oiro ficam os lamentos
Mas nós não ficaremos assim

Estando agora desempregados
Com a economia em recessão
Tratados como paus mandados
Cresce em nós grande ambição

Regressar de novo à descoberta
Pelo mundo fora mares sulcar
Até dizem a porta está aberta

Só falta comprar a embarcação
Que muito longe nos irá levar
E dizer adeus ao Portugal nação.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 4 de Maio de 2012 às 01:00
Crescem-nos todos por dentro,
Das ideias, dos sentidos
Do que aqui formos sofrendo
Esfomeados, desmentidos...

São, metaforicamente,
Erguidos em cada qual
Segundo o anseio urgente
De não morrer Portugal...

Mas de impérios do poder,
Nada sei, nada lhe digo...
Antes quero acreditar

Que havemos de aqui fazer
- nem pense que o não consigo! -
O mundo inteiro mudar...

Caramba! Que sonetilho tão megalómano! Mas que saiu, saiu... e o dito não se desdiz...
Lamento - um nadinha... - ter dado alguma impresão de megalomania... é uma teoria que eu tenho desde pequenina... acredito que todos nós - todos! - mudamos coisas a todo e a cada segundo que passa... não é assim tão transcendente quanto parece... afinal, se eu agora fizer uma festa ao Garfield que acaba de me saltar para o colo, deixo-o muito mais contente, estou a "investir" em qualquer coisa muito positiva que me dá prazer a mim e a ele... se o ignorar... fica mais tristito, coitado, e eu acabo por ficar muito menos contente... mas não me ligue! Ainda dou consigo em maluco! Eu faço este tipo de associações rápidas... é tudo tão rápido que nem consigo consciencializá-las... agora tive de mudar "a velocidade" para poder falar no assunto... e para deixar uma mão disponível para o Garfield que está mesmo todo satisfeito... e eu escrevo com mais facilidade, apesar de ter uma das mãos ocupadas. Estou a tentar explicar-lhe o inexplicável, é o que é... exactamente como "sentimos"... é um esforço que eu acredito ser partilhado por muitos escritores... mas é praticamente impossível aproximar-mo-nos da descrição perfeita... teria de ser tão rápida que não seria legível pelo outro... acho eu!
Abraço grande! :)
De M.Luísa a 4 de Maio de 2012 às 08:26
Poetisa

Não tentes explicar o inexplicável
Pois o inexplicável se" sente "
"e o sentir" não pode ser explicado,
mas sim analisado por outro alguém
que sinta.

Abraço,

Maria Luísa

De poetaporkedeusker a 4 de Maio de 2012 às 11:08
Tens razão... mas eu só me apercebi disso depois de ter "despejado" uma série de incoerências... para mim, tudo fazia sentido... mas... eu, ontem, estava imparável, rsrsrs...
Há um enorme contraste entre o meu ânimo - que está cá inteirinho - e a minha mobilidade física... penso que tentei remediá-lo e... saiu tudo errado...
De poetazarolho a 3 de Maio de 2012 às 22:58
A ponte acha que não.
De poetazarolho a 4 de Maio de 2012 às 06:59
A água encontrou o chá.

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