Sábado, 7 de Abril de 2012

From Darkness to Light

 

 

 

 

Internet/ Masonic High Council

 

 

A Imagem traduz, de forma imagética e metafórica, um Concílio da Maçonaria.

 

 

Politica ou Religiosa

É bastante misteriosa...

 

E se situa em caminhos insondáveis,

impossíveis de reconhecer e percorrer

dentro das Verdades que reconhecemos

como Verdadeiras!

 

 

 

Maria Luísa

publicado por M.Luísa Adães às 11:26
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54 comentários:
De jabeiteslp a 7 de Abril de 2012 às 14:50

a Igreja sempre pecou por estes simbolismos
os Maçónicos
por não conseguirem perceber e tentar usufruir
conhecimentos inexplicados
ou ambos atrás da carroça por dignos e ajuizados
saberes que pelo tempo mesquinharam
qualquer sociedade
trevas e luz acredito na pobreza de espírito
esclavagistas
em nome de Cristo....

não te preocupes
deixemos andar
com o tempo
vão acabar....

ááááaáááááá´´aáá´cuidado com os excessos
de amêndoas...

feliz fim de semana
De M.Luísa Adães a 7 de Abril de 2012 às 15:00
Jabei

Muito bom o teu comments. Quem poderia dizer que tanto sabes?
Entendeste, perfeitamente, a minha intenção.

Não escrevi mais, por não estar muito bem.
Deixo à vossa inteligência e cultura, o descernir do que pretendo.

Beijos e parabéns,

Mª. Luísa
De jabeiteslp a 7 de Abril de 2012 às 15:45


o raio das amêndoas...é o que fazem...

brinco...que seja feliz o fim de semana
De M.Luísa Adães a 8 de Abril de 2012 às 12:09
Te cuida, amigo e cuidado com a Maçonaria.

Fica fora de doutrinas complicadas.

Abraço,

Mª. Luísa
De jabeiteslp a 8 de Abril de 2012 às 22:14

já acabaram
pois os que existem
serão burros com nome Maçónico....ratos escondidos

que parafraseando
empenhos de complicar qualquer sinónimo...

bela noite Luisa
De M.Luísa Adães a 9 de Abril de 2012 às 11:44
Jocas

Por uns dias deixo de responder aos que me escrevem. Lamento, amigo. Já comuniquei aos outros dois amigos.

Mª. L.
De jabeiteslp a 9 de Abril de 2012 às 21:45

De Mª. Luísa a 14 de Abril de 2012 às 16:50
Linda Flor...

A Primavera chegou
O inverno passou...

Mª. Luísa
De poetazarolho a 7 de Abril de 2012 às 19:15
“Passaporte”

Minha vida é minha morte
Neste mundo tão pequeno
Que é apenas passaporte
P’ra outro mundo mais pleno

Não vão além do equívoco
Os que confessam viver
Neste mundo magnífico
É certo não estão a perceber

Aquilo que se está a passar
Não procures tudo absorver
Procura a mente esvaziar

Só assim te poderás realizar
Não tanto por enriquecer
Mas quando tudo consigas dar.
De M.Luísa Adães a 8 de Abril de 2012 às 12:14
Amigo

Tentemos fugir aos debates sem brilho
às doutrinas ensinadas
a mostrar continuidade.

Mas não esvasies tua mente
completamente...

Deixa espaço para um dia
receberes o dobro desse espaço.

Bom Domingo para todos,

Mª. Luísa
De poetazarolho a 8 de Abril de 2012 às 18:23
“Para nos salvar”

Na humanidade de farsas
Em qual delas acreditar?
Décadas correm esparsas
Refinando o meu pensar

O homem em seu proveito
Muitas consegue inventar
Humanidade com defeito
Foi a que se pôde arranjar

Produto d’enorme correria
Foi este homem imperfeito
Mais não se pode esperar

A não ser talvez um dia
Um de nós por Deus eleito
Dê a vida p’ra nos salvar.
De M.Luísa Adães a 8 de Abril de 2012 às 18:31
Ele já veio à Terra,
mas ninguém acreditou
e a politica o matou.

O mataram
num processo sem nexo
sem credibilidade
e o julgaram
como um chefe de guerra,
aí se enganaram.

E Ele não volta!


p.s.ver "Das Trevas à luz"
No prosa-poetica.

Maria Luísa
De poetaporkedeusker a 8 de Abril de 2012 às 21:14
Mas pr`a salvar-nos do quê?
Do que nós mesmos criámos,
Só nós próprios, já se vê,
Devemos tentar salvar-nos...

Essa humana imperfeição,
Na sua imaturidade,
Requer emancipação
Da santíssima trindade

Leva tempo, embora urgente,
Sair desta adolescência
Em que agora nos movemos

Criando um homem diferente
Que tenha plena consciência
Do tanto que já crescemos...


Boa noite, Poeta! Foi o que me saiu e é o que fica... fui almoçar com a família de um senhor amigo que mora aqui perto, só agora pude vir até cá... espero que o seu Domingo de Páscoa tenha sido alegre e farto!
Abraço grande!
De poetazarolho a 8 de Abril de 2012 às 08:12
O chá está colorido.
De M.Luísa Adães a 8 de Abril de 2012 às 12:19
O chá se coloriu?
Alguma coisa ele viu...

Talvez Alegria
Talvez Vergonha,

Não sei,
Mas ele sabe!

Mª. Luísa
De poetazarolho a 9 de Abril de 2012 às 07:16
O chá foi extreminado.
De poetazarolho a 9 de Abril de 2012 às 07:20
Leia-se "exterminado".
De poetazarolho a 9 de Abril de 2012 às 20:16
“Dicotomias”

Na dicotomia da vida
A harmonia encanta
E em contrapartida
A desarmonia espanta

Na dicotomia do pensar
Espanta-nos a harmonia
E ainda vai dar que falar
O encanto da desarmonia

Assim podemos continuar
De dicotomia em dicotomia
Até à dicotomia absoluta

Em que p’rós tolos governar
Ouvem-se verdades a cada dia
Proferidas pelos filhos da puta.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 9 de Abril de 2012 às 21:41
Há sempre dicotomias
Creiam nelas ou não creiam
E, por muitas teorias
Que venham dos que as semeiam,

Elas são parte integrante
De tudo o que aqui vivemos...
Mais sumido ou mais brilhante,
Só por contraste nós vemos...

No entanto, se um dos lados,
Mesmo que seja o menor,
Dominar o seu oposto

Querendo viver sem cuidados
Por explorar o seu labor...
Mude-se a ordem, com gosto!


Haveria muito que dizer acerca disto... não me cabe num sonetilho, embora tenha dito o possível.
Mas as coisas não melhoraram e eu tenho o Kico a precisar de ir à rua. Já volto, Poeta.
Abraço grande!
De poetazarolho a 10 de Abril de 2012 às 07:33
O chá vai a caminho.
De Mª. Luísa a 15 de Abril de 2012 às 18:13
O chá vem a caminha e bem necessário é...
O Anúncio da Nike está colocado!

A Filosofia perdeu...

M. L.
De poetazarolho a 10 de Abril de 2012 às 21:58
“Não ao extermínio”

P’ra viver com o dinheiro
Tem o homem de renascer
Sem este olhar sobranceiro
Que fulmina o outro ser

Para poder ser o primeiro
E mais do que o outro ter
Se vem ao mundo como veio
Com sua condição aprender

Aprender que é pequenino
Não dura mais dum segundo
Tempo cósmico é indicador

Conservar sorriso de menino
E fazer a aposta num mundo
Que seja fecundo no amor.
De poetazarolho a 11 de Abril de 2012 às 07:26
O chá esturricou.
De M. L. a 15 de Abril de 2012 às 13:12
Esturricou?

O chá não foi, cuidadosamente, vigiado!

Mª. L.
De poetazarolho a 11 de Abril de 2012 às 23:50
“Caruncho”

Estamos todos a perecer
Às mãos dos representantes
Os que soubemos eleger
Nada ficará como dantes

Dez mil já não vão nascer
Vinte mil serão militantes
Trinta mil esses vão morrer
Quarenta mil novos votantes

E perpetuamos este poder
Que vive num luxo da arábia
Estimula nosso triste faduncho

Mais não podemos merecer
Vítimas confessas desta lábia
E do nosso próprio caruncho.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 12 de Abril de 2012 às 00:20
Ah, o caruncho é comigo
Que estou toda carunchosa :))
Isto, meu querido amigo,
O melhor é escrever prosa

Que o poema põe-me em p`rigo
Esta saúde manhosa...
Por agora não desligo,
Mas estou mesmo muito ansiosa...

Quanto ao famoso poder,
Nunca fui de ser servil
Mas sou humilde, isso sim!

Venha lá o que vier
Não desdigo o meu perfil...
Matem-me primeiro a mim!

Um olá, daqui da velhota dos sonetos! :)
Abraço grande!
De M.L. a 14 de Abril de 2012 às 16:46
Contigo e comigo
Escreves por mim e por ti...
Agradeço,

Mª. Luísa
De poetaporkedeusker a 14 de Abril de 2012 às 23:18
Amiga, como estás?
Estive, ontem, no os 7 Degraus e passei pelo teu perfil do facebook. Não te quis enviar um mail porque pensei que pudesse levar-te a escrever numa situação de saúde mais delicada e isso poderia causar-te problemas...
Deixo-te aqui um abraço grande, grande e os votos de rápida convalescença.
Também eu voltei a ter febre. Apanhei chuva e, pouco depois, já sinto febre... e tenho-a. Já nem eu própria me aturo com esta saúde de flor de estufa!
De M.L. a 15 de Abril de 2012 às 13:06
Não posso responder, mas respeoto sua análise e agradeço.

Mª. L.
De M.L. a 15 de Abril de 2012 às 13:07
Ressalvo "respeito"

M.L.
De poetazarolho a 12 de Abril de 2012 às 07:17
O chá hoje tem mosca.
De Anónimo a 14 de Abril de 2012 às 16:48
Pois tem mosca sim
Sempre teve...

Eis a razão
Dessas mudanças
De humor...

Mª. Luísa

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