Sexta-feira, 16 de Março de 2012

União Europeia

 

Os objetivos principais da União Europeia são :

 

I- A promoção da Paz,

    dos seus valores

    e da felicidade dos seus povos.

 

-Depois temos, a promoção do progresso Cientifico e técnico

-A solidariedade entre as gerações

-A proteção dos direitos das crianças.

 

 

II- A coesão económica e social,

     A diversidade cultural e linguistica,

     A salvaguarda e o desenvolvimento

     Do património Cultural Europeu.

 

III-Fazer apelo à vontade dos povos europeus

      de ultrapassarem as suas antigas discórdias

      para continuarem orgulhosos da sua identidade

      da sua história nacional e continuarem

      o seu destino comum.

 

A União Europeia teria de estar em terreno plano

longe dos ventos e tempestades e sem oscilar.

 

Seria a companhia vigilante da Europa e nas crises

seria o Farol iluminado atirando raios de luz e serenidade.

 

Colocado no alto daria com subtileza a força e a direção a seguir.

 

"Isto deveria ser a União Europeia"

 

Teria de ser mais do que uma mera União Económica!

 

Mas não é!

Tornou-se impossível lutar vitoriosamente contra o meio social.

 

Analisar é difícil

Especular e criticar é mais fácil!

 

 

Maria Luísa Adães

   

 

Agradeço a participação de três poetas nos comments :

 

http://poetaporkdeusker.blogs.sapo.pt

 

http://poetazarolho.blogs.sapo.pt

 

http://anjodaesquina.blogs.sapo.pt

 

 

                                              http://mariaselmadr.blogspot.com            

                                              Destaque da poesia de Maria Luísa Adães

             

                                                             Março de 2012

 

 

 

Dalai Lama 

 

Dalai Lama

 

Que nunca mais volta ao Tibet...

publicado por M.Luísa Adães às 12:37
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160 comentários:
De jabeiteslp a 16 de Março de 2012 às 14:09

princípios bonitos

mas ressalta ao olhar
que de Comunidade pouco tem
nos interesses monopolistas até ao desdém...

parece-me...enfim

bom texto Luisa
um belo dia pra ti
De M.Luísa Adães a 16 de Março de 2012 às 16:03
Joca

Correto,
de Comunidade nada tem!

Os princípios de qualquer doutrina são sempre os melhores, mas o homem insensato
transforma tudo e nada resulta.

A única democracia que existiu e foi pura,
imagina, foi na Grécia A.C.

Governada por Péricles.

As Ditaduras
começam sempre ,

Beijo e obrigada,

Mª. Luísa
por Democracias.
De M.Luísa Adães a 16 de Março de 2012 às 16:07
Ressalvo:

As Ditaduras
Começam sempre (ou quase)
por Democracias.

Mª. Luísa
De jabeiteslp a 16 de Março de 2012 às 16:18

será a natureza humana
corrompida nos seus dogmas e enganos...
De Mª. Luísa a 16 de Março de 2012 às 16:30
Sim, é a corrupção que se tornou apanágio da natureza humana.

Obrigada,

Mª. Luísa
De jabeiteslp a 16 de Março de 2012 às 20:24
uma bela e feliz noite
De Maria Luísa a 17 de Março de 2012 às 08:22
Um belo e feliz dia,

Venha até nós
A alegria.

Maria Luísa
De jabeiteslp a 17 de Março de 2012 às 14:31

Alegria não será muita
desconsole-se o coração
é que de tanto aldrabão
tudo é e nada já é
d´aqui até à União
Europeia de princípios sorrateiros
políticos e espécies
os banqueiros
ou
os fazedores de por bem e coitadinhos
pobres de nós
anjinhos...

Assim
de quadrar
deixo estas palavras de um nobre e livre pensar
upssss
que me estão a sondar....

bela tarde Luisa
De Mª. Luísa a 17 de Março de 2012 às 15:41
Bom poema e falas na União Europeia.

Me interessa, é esse o meu texto!

As culpas vêm dessa União que nunca foi União Europeia. E dessa mentira partiu o resto...

Mª. luísa
De jabeiteslp a 17 de Março de 2012 às 18:54

sem mais

e enrolem-se as maravilhas de tal...


ela noite Luisa
De Mª. Luísa a 17 de Março de 2012 às 19:03
Boa noite amigo!

M. Luísa
De poetaporkedeusker a 17 de Março de 2012 às 16:49
Estão a sondar-nos a todos
Mas se quiser não se expor
Terá, decerto, outros modos
De mostrar o seu valor...

Talvez na rua, entre os mais,
Mantenha o anonimato,
Não o descubram jamais
E pareça até pacato

Mas eu, que à rua não vou,
Não encontrei outra forma
De dizer umas verdades

Por isso, amigo, aqui estou,
Um tanto fora da norma,
Pr`a conquistar liberdades :)


Um abraço, Poeta II! Será um prazer responder-lhe mas, por força de um hábito que já vai sendo antigo, faço-o em sonetilho imperfeito.
De jabeiteslp a 17 de Março de 2012 às 19:16

com simpatia
e a paz de ser assim
levemos o barco a bom fim....

eu não me escondo
nem nunca o farei
seguirei o caminho de cada dia
darei luz ao que nada sei
e porfia...

Ó Camões
tou vigiado e com leitura de pensamento
35 anos são muitos
de privacidade e lamento

por não ser livre...acredita

mais de 35 anos....35

uma grande e feliz noite pra ti....
De poetaporkedeusker a 17 de Março de 2012 às 21:31
:)) Uma grande e feliz noite, também para ti, Anjo da Esquina!
De jabeiteslp a 17 de Março de 2012 às 22:38
De M. Luísa a 18 de Março de 2012 às 07:58
Jabei

Agradeço a flor e o sorriso...
Melhor companhia
Não encontro.

M. Luísa
De Mª. Luísa a 18 de Março de 2012 às 08:16
Jabei

"Não te escondas
Segue o caminho de cada dia"

E sê livre,
na tua privacidade
e nos teus lamentos.

Mª. Luísa
De Mª. Luísa a 17 de Março de 2012 às 18:31
Jocas

Aí tens uma poetisa muito boa, mas simpática
que já respondeu ao que escreveste e te chamou Poeta II.

Ela vai aos sonetilhos imperfeitos e com o que tu sabes, vais aos poucos respondendo e eu dou ajuda e te metemos nesta coisa que tem
interesse.
Este blogs tem muitos visitantes e no Eça teve mais de 400 e neste já tem 109.

Ela é uma poetisa muito boa! Tu lês jornais e conheces os teus problemas e os dos outros e
ouves noticias e tens as tuas opiniões, bastante certas. Faz de jornalista, noticias pequenas, profundas e certas. És o poeta II.

M.L.
De M.L. a 17 de Março de 2012 às 18:35
M. j.

Não sei se o que escrevi ao poeta II , foi para ti ou para ele! Depois se vê. Até lhe podes perguntar e entrar em contacto com ele.

Abraço ,

Mª. Luísa
De jabeiteslp a 17 de Março de 2012 às 19:32

mas eu não sou poeta
serão as circunstâncias da minha vida
percepção, arte, imagem ou certos momentos dela
que fizeram esta rima um tanto conseguida...será?


o meu problema continua
e a cada passo que dou...
O Tântalo dos tempos modernos
nas suas agruras...nunca acabou....

tenta compreender... joca
De poetaporkedeusker a 17 de Março de 2012 às 21:36
É bem possível... eu respondi intuitivamente em sonetilho... acho que esta forma já "se colou" às minhas respostas... :)
De M. Luísa a 18 de Março de 2012 às 08:07
E as resposta vão fugindo à poesia
e se encontram na Filosofia.

M. Luísa
De poetaporkedeusker a 18 de Março de 2012 às 12:34
Acredita que eu não distingo muito uma área da outra... filosofo "pelos cotovelos" em alguns dos meus sonetos e faço-o sempre de forma espontânea.
Houve uma altura em que me comecei a preocupar com o facto de eles poderem ficar um bocadinho herméticos para muitos leitores... depois comecei a ver que não. Poderiam exigir uma leitura um pouco mais profunda e menos convencional, mas as pessoas acabavam por "sentir" aquilo que eu "sentia" quando os estava a escrever. Pelo menos não houve grandes queixas, que eu saiba.
De Mª. Luísa a 19 de Março de 2012 às 15:57
Só o critico, verdadeiramente critico e por
aqui não sei se há algum (me parece que não)

pode com saber e sem ridiculo
criticar!

M. luísa
De poetaporkedeusker a 19 de Março de 2012 às 16:15
Olha que é um trabalho muitíssimo ingrato... e nada fácil. O meu avô exerceu-o durante algum tempo e eu cheguei a vê-lo de lágrimas nos olhos, por causa disso... era muito pequenina, não recordo pormenores nem autores, mas sei que ele se emocionava muito com esse trabalho...
Bjo!
De M. Luísa a 20 de Março de 2012 às 08:22
Mas criticar é fácil
Analisar é difícil!

M. L.
De poetaporkedeusker a 20 de Março de 2012 às 10:21
A crítica deve sempre implicar uma análise prévia, amiga, sob pena de não o chegar a ser.
É dificílimo, tens razão, sobretudo quando não é positiva. Deve ser um dos trabalhos mais difíceis que existem e, no meu entender, dos que pesam sobre nós como uma tremenda responsabilidade.
Como estás?
De Mª. Luísa a 20 de Março de 2012 às 11:07
Mal!...
De poetaporkedeusker a 20 de Março de 2012 às 11:39
Ainda estás com dores? :( Eu não os posso tomar, mas existem medicamentos muito eficazes para quem não tem estas contra-indicações...
Nem sei que te diga... tenho as pombas por tratar e o Kico por passear... mas volto depois do almoço para saber de ti...
Beijinho e um pouco de ânimo!
De M.Luísa a 18 de Março de 2012 às 08:13
Não procuro poetas (poeta eu sou)

Procuro amigos!

Mª. Luísa
De poetaporkedeusker a 17 de Março de 2012 às 21:33
Já lá estive e vi um vídeo muito animado! :)
Depois entrarei em contacto com ele, de certeza! Hei-de voltar lá ainda esta noite para ver se descubro mais vídeos!
Beijo!
De Mª. Luísa a 18 de Março de 2012 às 08:10
Muito bem.

Ele precisa de algumas visitas na sua casa.
Assim tem sobrevivido comigo e mais alguns amigos que desconheço.

Mª. L.
De poetaporkedeusker a 18 de Março de 2012 às 12:28
E estive lá! Fui rever o vídeo da fanfarra dos bombeiros da Covilhã e achei imensa graça a uma menina muito pequenina que lá ia, toda contente por estar naquela marcha com os "grandes"...
E ele também me visitou no último soneto que publiquei.
De M. luísa a 19 de Março de 2012 às 16:01
Nem que seja para desejar um bom dia, ele
costuma aparecer, mas é honesto e sincero e
não se arma naquilo que não é !

Para mim é uma virtude!

M. luísa
De poetaporkedeusker a 19 de Março de 2012 às 16:31
Hoje ainda o não visitei. Fiz um disparate qualquer com o blog Liberdades Poéticas e desapareceu-me toda a informação de visitantes, tags, arquivo, etc, etc... descobri-os lá nos cafundós do blog, muito escondidinhos, mas nem sequer estou em condições de os tirar de lá e reposicionar... vai ter de ser noutro dia qualquer...
Bjo!
De Luís a 16 de Março de 2012 às 16:10
"Analisar é difícil
Especular e criticar é mais fácil"

Bom texto

Luís
De Mª. Luísa a 16 de Março de 2012 às 16:32
É sempre fácil criticar!

Para analisar em consciência, não há tempo.
O que grita com mais força é o heroi!

Mª. Luísa
De MC a 16 de Março de 2012 às 18:10
Isso que dizes deveria ser a União Europeia

Mas não é...

Muito bem analisado!

Um abraço

MC
De Mª. Luísa a 17 de Março de 2012 às 08:24
Deveria ser...
a União Europeia
o tal farol
a iluminar nossos dias.

M. Luísa
De poetazarolho a 16 de Março de 2012 às 22:55
“Cantoneiros”

Quando eu era pequenote
Estradas eram remendadas
Depois veio um fartote
E centenas de auto-estradas

Agora para meu espanto
Ao circular no meu carrão
Estradas estão num pranto
Nem lhes deitam alcatrão

Mas já vejo umas brigadas
Com algum equipamento
A remendar uns bueiros

No meu tempo com enxadas
E muito do seu sofrimento
Creio que eram cantoneiros.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 17 de Março de 2012 às 00:25
Eram mesmo os cantoneiros
Quem fazia esse serviço
Arranjando os tais bueiros
Sempre em grande rebuliço!

Não sabia que as estradas
Estavam tão mal como eu estou;
Tão velhas e esburacadas :))
Quanto um mal que não passou...

Estamos mesmo a andar pr`a trás
Porque, tanto quanto sei,
Deviam estar mais decentes!

Uma ou outra é bem capaz
De chorar, como eu chorei,
Quando tinha dor de dentes...


Desculpe a palermice, Poeta... estive com o sonetilho parado durante imenso tempo porque a rima nunca vem ter comigo quando estou mais "avariada"... e eu estou-o mesmo! Acabou por sair esta tonteira que rima, mas... enfim....
De M. Luísa a 17 de Março de 2012 às 08:09
No teu tempo e também no meu,
Eram cantoneiros.

Abraço,

M. Luísa
De poetazarolho a 16 de Março de 2012 às 23:03
“Bairros altos”

Com Puccini no coração
Os okupas do Bairro Alto
Juntaram-se à multidão
La Bohème deu um salto

Saiu do Quartier Latin
Com todos os proletários
Encontrou por cá o afã
Destes tempos temerários

Houve festa e alegria
Muita música e poesia
Era grande a diversão

Mas a outra face havia
Desta moeda que falia
Trazendo a desilusão.
De poetaporkedeusker a 16 de Março de 2012 às 23:54
:) até tenho algum receio dessa tal desilusão final...

Venham também às Palmeiras
Mas sem a desilusão
Que eu passo as tardes inteiras
A tentar dizer-lhe "não!"

E se não estivesse, agora,
Bem mais morta do que viva
Ou se, mesmo indo-me embora,
Me sentisse mais activa

Também eu me juntaria
À festança musical
Pr`a cantar como soubesse!

Talvez volte a estar, um dia,
Um pouquinho menos mal
E a cantoria comece...


Abraço, Poeta! :)
De Maria Luísa a 17 de Março de 2012 às 08:12
Talvez volte esse dia
em que possas
cantar e dançar
à luz do luar.

Melhoras muitas,

M. Luísa
De poetaporkedeusker a 17 de Março de 2012 às 12:26
até os pés - sobretudo o esquerdo - estão a ficar deformados... suponho que seja consequência da incorrecção postural provocada pela acentuada deformação da coluna, mas pode ser mais do que isso... a verdade é que a saúde pública começa a desprezar - literalmente - as pessoas com mais de sessenta anos... não é o meu caso mas, estando doente e incapacitada para um trabalho "normal" que implique deslocações, é como se tivesse 80 ou 90... e não sou só eu que o digo. Estou a citar uma pessoa que é técnica de saúde.
As melhoras para ti, amiga!
De Mª. Luísa a 17 de Março de 2012 às 12:33
O que dizes é verdade! Mas eu tenho esperanças de que vais melhorar. a deformação do pé, talvez sejam as cartilagens
e daí vêm as artroses.
Eu pouco posso escrever, mas vou escrevendo sem abusos, pois estou melhor.

Sabes que espero sempre por ti e isso é independente das nossas ideologias.

O nosso contacto é a poesia, a minha prosa, mais a minha amizade.

As melhoras,

M.L.
De poetaporkedeusker a 17 de Março de 2012 às 13:07
Um abraço e obrigada pelas tuas palavras.
Quando eu tinha uns 47 anos e estava a trabalhar com uma doente de Parkinson, tive um excelente médico que, a par de algumas análises de sangue, me mandou fazer radiografias de ambos os pés, em vários ângulos. Quando as fui mostrar, disse-me logo ali, que eu tinha doença degenerativa do tecido conjuntivo. Ainda não se notava nada, nessa altura. Deixei de trabalhar nessa doente, a minha mãe - que também era doente dele - morreu na sequência de uma cirurgia aos intestinos que visava prevenir as oclusões intestinais que, como eu, fazia constantemente e acabei por deixar de ser doente desse médico... o que é certo é que agora se nota e muito. O hálux tomou uma posição perfeitamente indescritível e só consigo caminhar - muito mal - com o "pé em garra".
Mas isto não sei o que parece... olha, toma-o por mais um dos meus desabafos. estou aqui como se estivéssemos a tagarelar ao telefone ou numa mesinha de café...
Um beijo!
De M.Luísa a 17 de Março de 2012 às 14:19
Mas isso do pé em garra continua a acontecer.

Espero que não seja esse o teu mal, pois pouco há a fazer.

Mª. Luísa
De poetaporkedeusker a 17 de Março de 2012 às 14:56
Não é só esse, não... a deformação no pé deve-se, tanto quanto o meu raciocínio alcança, a uma tentativa do corpo no sentido de possibilitar a marcha perante uma coluna francamente torta e com problemas na zona cervical, para além da escoliose sinistro-convexa de grande raio, na zona lombar... mas só permite a marcha à custa de muitas dores. Também o osso logo da perna - o fémur - me dói, sobretudo na zona central e toda a perna está francamente "perra", bem como o braço do mesmo lado que está muito dormente... mas isto já parece um tratado de ortopedia! O que mais me custa é mesmo conseguir tratar das coisas básicas de todos os dias e essas são tão básicas que não as posso evitar... levo séculos a fazer seja o que for... e ando sempre exausta.
De M. Luísa a 17 de Março de 2012 às 15:37
Mas me parece ser isso mesmo!

M.L.
De Mª. Luísa a 17 de Março de 2012 às 08:19
Bairro Alto
Severas e Marialvas
E o canto do Fado.

Que bom seria...

Mas há sempre
o reverso da medalha
a travar nossos passos
e nossas euforias.

M. Luísa
De poetazarolho a 16 de Março de 2012 às 23:16
Hoje o chá é antes de deitar.
De Mª. Luísa a 17 de Março de 2012 às 08:15
Olá

O chá antes de deitar?
Boa idéia amigo
Também o posso acompanhar
E conversar.

M. Luísa
De poetaporkedeusker a 17 de Março de 2012 às 16:55
Ainda consegui um sonetilho para responder ao Anjo da Esquina a quem acabo de chamar Poeta II... acho que este hábito da desgarrada em sonetilho já ganhou raízes muito fundas... não me ocorreu mais nada senão o velho sonetilho...
Ainda não tinha falado sobre este teu último texto, mas tens razão. A União Europeia parece estar confinada ao problema financeiro que a sufoca e a excede...
Abraço grande!
De M.Luísa Adães a 17 de Março de 2012 às 18:20
Me parece que tens razão. Eu tomo nota dos visitantes e no Eça passaram mais de "400".

Hoje, na U.E. até agora,18:03, passaram 109.

Esse amigo é especial. Não é poeta, mas às vezes diz umas coisas e é um individuo correto
que eu conheço há cerca de um ano. Vamos ter condescedência e esperar, mas eu confio nele. Vamos aguardar! Poeta II bem visto!

Na minha opinião a U.E. não é o que pretendia ser. Eu procurei várias notícias no Brasil e por cá também e como tenho jeito para jornalismo - notícias pequenas a dizerem quase tudo - faço as minhas composições e vai saindo. Tem interesse!

Aqui, eu sinto que a U.E. não é nada do que deveria ser e daí talvez tenha nascido as raízes do conflito que se arrasta, leva de rastos os mais pobres e quem devia comandar,
está a oscilar sem alicerces.

As bases da U.E. não foram cumpridas e ela não é o Farol luminoso que deveria ter iluminado a Europa.

A podemos juntar, (não sei como) as ideias vão surgindo e há uma ligação forte ao nosso descalabro, aliado à imaturidade, incompetência de quem foi escolhido para governar.

Este comments, mais tarde, vai servir para um novo texto.
Agora vamos ver como se porta o poeta II a
quem vou ajudar.

Okey? Temos futuro......

M. L.
De poetaporkedeusker a 17 de Março de 2012 às 21:43
Eu acho que sim, amiga, que temos futuro! Assim a minha coluna me aguente aqui sentada...
Ele já me disse que não era poeta, mas não faz mal. Sempre vai fazendo conversa e eu acredito que isso só nos pode enriquecer. Aliás, ele fez um poema e tudo... nem só de rima vive a Poesia e tu sabe-lo melhor do que ninguém!
Bj!
De Mª. Luísa a 18 de Março de 2012 às 08:04
"Nem só de rima vive a poesia",
Mas tem que ser aperfeiçoada
cada vez mais perfeita
e aí encontra a sua diferença
e deixa de necessitar da rima.

Mas com rima ou sem rima,
interessa o sentimento e a verdade
de cada um de nós.

Mª. Luísa
De poetaporkedeusker a 18 de Março de 2012 às 12:40
Suponho que as duas formas - rimada e não rimada - persistirão sempre na poesia. Eu, em tempos, senti a necessidade de escrever poesia não rimada mas, agora, talvez por estar muito mais diminuída do ponto de vista físico e por me ter habituado aos sonetilhos-resposta, não a tenho escrito. Mas gosto muito.
De Mª. luísa a 19 de Março de 2012 às 12:59
Obrigada por gostares.
Grandes poetas brasileitos e Fernando Pessoa,
aderiram ao Modernismo/Futurismo.

E eu só sei escrever assim, mas sei que é poesia.

Abraçi,

Mª. luísa
De poetaporkedeusker a 19 de Março de 2012 às 14:18
Amiga, o poema que hoje me nasceu para o meu pai, também é assim. Vou publicá-lo no Liberdades Poéticas e depois, levo-o para o Face, para o Abrigo da Poesia.
Estou no CJ, com muita dificuldade em estar sentada, mas vou tentar aguentar-me.
Abraço grande!
De Mª. Luisa a 19 de Março de 2012 às 15:54
Na poesia não rimada (ou pouco) se introduzem muitas pessoas que não dizem nada.

Outros entram no soneto...
puxam daqui
puxam dali
e ficam grotescos.

Tu sabes!...

M.L.
De poetaporkedeusker a 19 de Março de 2012 às 16:11
Sei, mas que hei-de fazer? A poesia foi, durante muito tempo, propriedade quase exclusiva de uma elite intelectual... prefiro-a imatura e meia coxa a presa a elites para toda a eternidade...
Mas tu estás demasiado activa no computador! Não te faz bem, amiga! Teclar também exgige um esforço adicional dos músculos do tórax, tem cuidado!
Bjo!
De M. Luísa a 19 de Março de 2012 às 16:22
Tens razão! Vou terminar!

Um abraço grande,

Mª. Luísa
De poetazarolho a 18 de Março de 2012 às 00:54
Hoje passei o dia no campo com os miúdos e aprendi isto para partilhar aqui no chá.
De M. Luísa a 18 de Março de 2012 às 07:56
A melhor partilha do tempo!

M.Luísa
De poetazarolho a 18 de Março de 2012 às 01:01
“Vida ou não vida”

Agora sinto-me nascer
A meio da caminhada
Outros nascem ao morrer
Vida essa desperdiçada

Que a vida não é viver
Não à vida amordaçada
É estar livre p’ra crescer
E de amarras liberada

Todos os dias crescemos
Na crença e na humildade
Se por acaso nascemos

Por nossa livre vontade
Se não já sabes morremos
Sem ter vivido de verdade.
De m. luisa a 18 de Março de 2012 às 07:54
Se nasce só,
nos aguardam com amor
entramos no mundo
e quando saímos
partimos sós...

Mas há muios que nascem sós
vivem sós
e morrem sós!

M. Luísa
De poetaporkedeusker a 18 de Março de 2012 às 12:45
Estou a ver se ainda arranjo
Coragem pr`a responder
Quando em bocejos me esbanjo
E mal consigo escrever...

Não duvido um só minuto
Do que acaba de afirmar
Sobre a liberdade-fruto
Que havemos de conquistar

Nem aceito que a mordaça
Venha calar tantas bocas,
Nem tantos olhos, a venda

Por pouquinho que aqui faça
Já larguei fusos e rocas
Em troca de quem me entenda!


Ainda saiu, Poeta! :) Mas agora é que já não aguento mais... beijinho!
De poetazarolho a 18 de Março de 2012 às 20:59
“País ensarilhado”

O nosso país vai parar
Se é que não estava parado
Fiz um esforço p’ra lembrar
Quando é que teria andado

Lembrei-me de o ver andar
Mas para trás ou de lado
E nunca para reconfortar
Um cidadão desesperado

Uma pátria que não cuida
Não merece ser cuidada
Não merece tanto filho

E sem uma receita fluida
Vai mesmo ficar parada
À mercê de qualquer sarilho.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 18 de Março de 2012 às 21:35
Ah, mas ele andar, andou
Era o Poeta um menino
Mas logo alguém lhe lhe roubou
Seu novíssimo destino...

Esta crise fabricada
Pelo grande capital
É que nos não leva a nada
Senão ao logro total

Nunca fui de desistências
E serei, até morrer,
Uma das que não se rendem

Lutando contra evidências
E sempre contra o poder
Sem deixar que outros me emendem :))

E agora ri-me porque este último verso é, no mínimo, irónico e escapou-me sem eu dar por ele... no que toca às minhas convicções, não quero mesmo que me emendem, é verdade... mas no meu trabalho - tudo o que posso fazer é isto... - até nem me importo nada.
Abraço grande!
De Mª. Luísa a 19 de Março de 2012 às 12:17
O teu trabalho é grande e importante,
Todos sabemos
Todos admiramos.

Mª. Luísa


p.s. ontem caí de tal forma que senti um murro
muito forte no estomago e o senti ir para dentro.

Parti uma costela, derrubei um joelho e fui
para as urgências do SAMS.

Não te vou diser mais nada!

Mas senti um murro muito forte no estomago
e o senti ir para dentro...parece ter sido o contorcer do corpo todo.
Não vou longe! Escrever ainda menos...

Mª. Luísa
De poetaporkedeusker a 19 de Março de 2012 às 14:27
Calma, amiga! É terrível que tenhas caído e não é nada bom teres a costela partida... terás de ter muitíssimo cuidado com os teus movimentos porque, dependendo da posição e da gravidade da fractura, podes vir a perfurar um pulmão! Mas o teu médico já te disse o mesmo, certamente. Atenção para não te constipares agora, enquanto não se der a consolidação! A tosse provoca movimentos bruscos do tórax... tens de ficar muito quietinha e abrigada durante uns tempos! Que situações as nossas!
Mas deita fora as más perspectivas! As fracturas das costelas são muito dolorosas mas curam-se bem! Vais melhorar!
Nem sei o que te diga! Nada parece estar fácil para nós as duas...
Um beijo!
De Mª. Luísa a 19 de Março de 2012 às 15:49
É tudo tão estranho
e hoje não há forças
a comandar meus versos.

M. L.
De poetaporkedeusker a 19 de Março de 2012 às 16:05
Eu sei o que isso é... deves esforçar-te o menos possível. Mas sei como nos sentimos fraquinhas e impotetentes quando até a poesia nos foge... mas passa, amiga!
Beijo!
De Mª. Luísa a 19 de Março de 2012 às 12:55
Ensarilhado sim...
Não foi Ele que não se cuidou
Mas os que nasceram nele!

Mª. Luísa

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24. Setembro .2001