Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2012

Dospes / Terra Bruna

Amizade de Pruno e Patry/ Fevereiro de 2012

 

   Foto de capa

publicado por M.Luísa Adães às 10:57
link do post | comentar | favorito
|
75 comentários:
De luadoceu a 8 de Fevereiro de 2012 às 11:35
De M.Luísa Adães a 8 de Fevereiro de 2012 às 17:28
Olá, amiga minha

Voltei e recebi essa coisa linda que me enviaste.
Um Bébé maravilhoso e a ternura de um gato lindo.
Certo, linda é a Amizade. Obrigada!

Voltei, assim que possível te escrevo.

Beijos para a menina linda. o gato e para ti.

Maria Luísa
De jabeiteslp a 8 de Fevereiro de 2012 às 11:59
só miminhos....

Benvinda de novo a bordo...beijinhos
De M.Luísa Adães a 8 de Fevereiro de 2012 às 17:22
Olá amigo

Obrigada pela forma cordial como me recebeste e também o Pruno e Patry Terra Bruna.

Voltei!

Abraço grande, M. l.
De jabeiteslp a 8 de Fevereiro de 2012 às 21:28

é sempre um prazer
amigos assim de ser....
De M.Luísa Adães a 9 de Fevereiro de 2012 às 15:23
É sempre um prazer amigos como tu e que
reparaste nos dois gatitos, Terra bruna.

M.L.
De MC a 8 de Fevereiro de 2012 às 18:03
E voltou!

Seja benvinda, minha amiga e mais os seus amigos de Terra Bruna.

MC
De M.Luísa Adães a 9 de Fevereiro de 2012 às 15:27
Gatitos amados a tentar enternecer, um povo
desencontrado.

M.L.
De jabeiteslp a 9 de Fevereiro de 2012 às 15:52
reparei reparei
só que .... passei ao lado....hé hé hé

beijinhos e boa disposição pra ti
De M.Luísa Adães a 9 de Fevereiro de 2012 às 16:23
Joca

Ainda bem que encontrei quem reparou nesse
absurdo que prejudica a grande maioria.

Mas a mim, me faz muita confusão e não passei ao lado - sinceramente.

Beijo, Mª. Luísa
De poetazarolho a 8 de Fevereiro de 2012 às 20:11
“Folk the Banks”

Just Folk the Banks
Nasceu um dia na City
E contagiou os Yankyees
Que ocuparam Wall Street

Antes do lucro a humanidade
After that save the Queen
Gritou-se lá nessa cidade
Um pouco de dignidade sim

O contágio é progressivo
No mundo em transformação
Nesse dia eram centenas

Sem um cariz agressivo
Hoje em dia quantos são?
Talvez uns milhares apenas.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 8 de Fevereiro de 2012 às 23:42
Nacionalize-se, então,
Que este "jogo" é decadente
E já vai faltando o pão
Pr`alimentar tanta gente!

São poucos? Sejamos mais!
Gritemos com mais vigor;
Que nem hoje, nem jamais,
Reneguemos nossa cor!

Que, em cada um, um herói
Bem capaz de mil conquistas,
Dessas, nunca conseguidas!

Se, num momento, nos dói,
No outro temos em vistas
Estas nossas próprias vidas!


Até já, Poeta!
De M.Luísa Adães a 9 de Fevereiro de 2012 às 15:20
O problema é muito complexo e houve cortes que ninguén contestou, por exemplo, o retirar
dos dois subsidios.
Me parece que foi uma situação que não foi debatida e foi aceite como coisa natural.

Nessas pessoas, a grande maioria não é rica!

Porque nada foi contestado, falado ou debatido? Estranho, muito estranho...Passou
despercebido no meio de tanta exaltação!

M.L.
De poetaporkedeusker a 9 de Fevereiro de 2012 às 16:24
Foi debatido e contestado, sim, amiga! A contestação andou até pelas ruas... mas acabou por passar...

Abraço grande! Parece-me que voltaste mesmo a Portugal...
De M.Luísa Adães a 9 de Fevereiro de 2012 às 17:08
Voltei e não sabia que tinha sido contestado.
Peço desculpa por desconhecer, mas nas notícias de Portugal, isso nunca apareceu.
Estranho!

Encontrei quase no fim um ortopedista que me receitou 5 comprimidos que levaram a dor e me deram a possibilidade de fazer a viagem de 9h30- para lá são 10h.
Não perguntei a razão da diferença.

Tenho consulta na próxima segunda-feira.
Mas estou desmantelada por dentro e muito!

Depois te escrevo. Obrigada pelos vossos versos
que enriqueceram minha ausência.
Mas vamos ver que diz o médico por cá. Escrever é das coisas que mais mal me faz!

M.L.
De poetaporkedeusker a 9 de Fevereiro de 2012 às 17:25
Estão a encerrar o gabinete. Depois falamos. Beijo!
De poetazarolho a 8 de Fevereiro de 2012 às 20:15
“Povo deles”

Custe o que custar meu povo
Vejam lá não sejam piegas
Que isto não é nada de novo
Um dia disse-o Mário Viegas

“Não me peçam sorrisos”
Um povo assim humilhado
Não se leva com tais avisos
E de todos vós vive cansado

Nós que construímos caminho
Sem reconhecimento nem glória
Cansados à tarde após a labuta

Dispensamos o vosso carinho
Não partilhamos da vossa vitória
Guardai p’ra vós os louros dessa luta.
De poetaporkedeusker a 9 de Fevereiro de 2012 às 14:16
De nós, não-reconhecidos,
Poderão sempre esperar
Não ficarmos condoídos
De assim vos ouvir falar

Mas podem crer que a revolta
Vai crescendo e, de repente,
Há-de ver-se o povo à solta
Dando "a volta" a muita gente!

E se o "custe o que custar"
Se impuser, tomado à letra,
Quem falou, há-de invocar

O perdão de todos nós!
[que a palavra é uma treta
se a convicção falta à voz...]


Abraço grande, Poeta! :)
De M.Luísa Adães a 9 de Fevereiro de 2012 às 15:11
Se o "povo fica à solta" forças exteriores se envolvem com o povo, fingindo ser o povo e
vai ser uma desgraça. Cuidado vom as revoltas do povo que acabam por não ser do povo.

Voltei! Abraço e obrigada,

M. L.
De poetaporkedeusker a 9 de Fevereiro de 2012 às 16:21
:) Voltaste à net ou a Portugal?
Estou perfeitamente consciente desses riscos, amiga.
Abraço grande!
De M.Luísa Adães a 9 de Fevereiro de 2012 às 17:14
Voltei a Portugal! Parti de São paulo a chorar!
Já escrevi!
Hoje já não posso, mas espero por amanhã para escrever ao nosso amigo.

Bº. M. L.
De poetaporkedeusker a 9 de Fevereiro de 2012 às 22:22
Já deve ser um bocadinho tarde para ti...
Deixo-te o meu abraço grande e o desejo que passes uma noite serena!
Beijinho! :)
De M.Luísa Adães a 11 de Fevereiro de 2012 às 11:31
Agradeço, mas vai ao google e eu depois te telefono.

Mª. L.
De poetaporkedeusker a 11 de Fevereiro de 2012 às 21:28
Vou já, minha amiga! Desculpa-me, mas quando telefonaste eu estava no autocarro e a vozearia era imensa... mal te conseguia ouvir...
Até já!
De M.Luísa Adães a 9 de Fevereiro de 2012 às 15:04
Amigo,

A quem entregas tu os louros da luta?

M.L.
De poetazarolho a 9 de Fevereiro de 2012 às 23:49
“A sentença”

Eu não entrego os louros
Os louros são-nos roubados
Pelos ladrões de tesouros
De governantes disfarçados

Entregam o oiro ao bandido
A seguir vão-se endividar
P’ra nós piegas, o gemido
Somos carne para exportar

País não precisa de auxílio
Precisa vergonha e bom senso
Enviar alguns para o exílio

Da nossa maior indiferença
Encetar um processo intenso
Haja quem leia a sentença.
De poetaporkedeusker a 11 de Fevereiro de 2012 às 01:25
:)

Deixo aqui o meu abraço
Para quem venha de novo;
Vou ao Terreiro do Paço,
Faço o Terreiro do Povo!

Porque isto há-de ir, meu amigo!
Há-de ir mais tarde ou mais cedo,
Que o poder do inimigo
Reside no nosso medo!

Tragam amigos, cartazes,
Tragam as mãos levantadas
E nelas o coração!

Amanhã, somos capazes
De percorrer cem mil estradas
Só pr`a lhes dizer que não!


Abraço grande, Poeta! :) Para todos, todos vós, o maior dos meus abraços! Até amanhã, sempre!
De MIGUXA a 8 de Fevereiro de 2012 às 21:00
Minha querida amiga sê bem vinda

Saudades de coração!
Beijinhos com carinho
Margarida
De M.Luísa Adães a 9 de Fevereiro de 2012 às 15:06
Olá margarida

Voltei e te encontrei e gostei!

Abraço e obrigada,

M. Luísa
De poetazarolho a 9 de Fevereiro de 2012 às 21:39
“Passado do futuro”

Futuro ao virar da esquina
Deste portugal de bananas
Democracia é pequenina
E mal gerida por sacanas

Democracia é a substituição
D’alguns corruptos apenas
Por incompetentes em aluvião
Que se pavoneiam às centenas

Acreditem não sou eu que digo
D.Carlos, Bernard Shaw e Eça
Relataram este filme no passado

E não parece filme tão antigo
Até me parece actual esta peça
Onde figurante povo é sacrificado.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 9 de Fevereiro de 2012 às 22:18
Já o li e aqui subscrevo
O que acaba de dizer!
Fazendo aquilo que devo,
Não me posso arrepender!

A pobre Democracia
Deste nosso Portugal
Está despojada, vazia,
E agora só nos faz mal!

Todos esses que escreveram
Sobre os males do mundo inteiro
Foram homens de visão

Por isso sobreviveram,
Até mesmo ao deus dinheiro,
Nessa sua opinião!


Um abraço grande, Poeta! Para si e para todos vós! :)
De poetazarolho a 9 de Fevereiro de 2012 às 21:44
“Espiral louca”

Sustentável leveza de não ser
É forma de existir confortável
Na actual sociedade do ter
Em que viver é insustentável

Podes existir, não mais viver
Existes e de forma inalienável
Concedem-te direito a sobreviver
Numa espiral louca e inenarrável

Agradeces a benesse concedida
A quem te oferece a sobrevivência
Se te permitissem mais irias sofrer

Assim tens existência protegida
Contra um estado de demência
Como alternativa emigrar ou morrer.
De poetaporkedeusker a 9 de Fevereiro de 2012 às 22:06
Lá morrer, hei-de morrer
Que a isso não vou escapar
Porém, doa a quem doer,
Não me hão-de ver emigrar!

Quanto ao "ter", possuo apenas
Esta graça de ir sonhando
E, às vezes, estas pequenas
Quadras que vou poetando...

Sobrevivo, isso é verdade,
Mas não consigo aceitar
Que outros sejam vitimados

Por toda esta insanidade,
Por este "desgovernar"
A que todos são votados!


Boa noite, Poeta :) Boa noite, Maria Luísa! Abraço grande!
De poetazarolho a 11 de Fevereiro de 2012 às 00:36
“A sentença”

Eu não entrego os louros
Os louros são-nos roubados
Pelos ladrões de tesouros
De governantes disfarçados

Entregam o oiro ao bandido
A seguir vão-se endividar
P’ra nós piegas, o gemido
Somos carne para exportar

País não precisa de auxílio
Precisa vergonha e bom senso
Enviar alguns para o exílio

Da nossa maior indiferença
Encetar um processo intenso
Haja quem leia a sentença.

Prof Eta
De poetazarolho a 11 de Fevereiro de 2012 às 00:41
“Além mente”

Partamos além da mente
Muito há para descobrir
Sem a poluição residente
Ninguém nos pode impedir

O mundo de ideias feitas
Há muito entrou em falência
Novo mundo não enjeitas
Além mente a clarividência

Se daqui não nos libertamos
Não passaremos de normais
Reféns duma existência banal

Aprisionados que continuamos
Nas nossas prisões conceptuais
Libertemo-nos da prisão mental.
De poetaporkedeusker a 12 de Fevereiro de 2012 às 22:23
Ai, Poeta, quem me dera
Que toda a gente tivesse
O "conceito de conceito"...
Logo eu ficaria à espera
Que o ser humano crescesse,
Se tornasse mais perfeito...

Talvez o próprio poder
Lhe incutisse o estranho medo
Que cria escravos e servos
E, enquanto o não perder,
O resto fica em segredo
[dizem que faz mal aos nervos...]


Só agora redescobri este seu sonetilho que ficou por responder, entre acessos falíveis, bicharada a fazer das suas e as minhas maleitas todas :) Saiu-me assim, em sextilha paupérrima...
Abraço grande!

Comentar post

relojes web gratis

Familia Maldonado /Brasão

24. Setembro .2001