Terça-feira, 3 de Janeiro de 2012

Teatro

 

 

O interessante na Politica

É que o Jogo jogado

Não acaba Nunca!

 

A Politica é o palco

Onde atores se criam

E outros se recriam.

 

A cortina abre e fecha

As conquistas das certezas

Deixam de ter interesse.

 

Não tem Alma

Não tem Verdade!

 

Acaba por ser um Jogo

Jogado no pano verde

De um Casino.

 

E a saída de um politico

Vem consagrar o outro 

Que acaba de chegar!

 

As palavras se parecem

Os aplausos terminam breve

E o Jogo se repete.

 

O Final da peça representada

Reduzida ao pó e ao Nada! 

 

 

Maria Luísa

 

Como participantes amigos deste Cenário :

 

http://poetaporkdeusker.blogs.sapo.pt

 

http://poetazarolho.blogs.sapo.pt

 

O que mais me preocupa é o

 

         "Silêncio dos bons"

 

            M.Luther King

publicado por M.Luísa Adães às 17:00
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94 comentários:
De Eduardo Daniel Cerqueira a 3 de Janeiro de 2012 às 18:35
Bom Ano Luísa. Beijinho
De M.Luísa Adães a 3 de Janeiro de 2012 às 19:42
Olá Eduardo

Edu amigo,

Bela surpresa e eu estou no Brasil!

Há quanto tempo amigo, não sabia de ti...

Obrigada pela lembrança e um Novo Ano Feliz!

Abraço grande,

M. Luísa
De Eliseu a 3 de Janeiro de 2012 às 19:48
Poeta,

Bela alegoria à Peça Representada!

E.
De M.Luísa Adães a 3 de Janeiro de 2012 às 20:33
Gostei do comments!

M.L.
De jabeiteslp a 3 de Janeiro de 2012 às 20:09
pois...

Pacóvios por assim dizer
Dobrados das costuras a suas exas

Num facto de a cada momento acontecer
por assim dizer...enfm...

Já estás por cá ?

bela noite
De M.Luísa Adães a 3 de Janeiro de 2012 às 20:32
Não estou por aí !

Estou em São Paulo e vou continuar a estar.

Mas hoje estou melhor e estou a abusar...

São 18h:29 do dia 03/01/2012 - Brasil,

por aí são 20h:29 (2h de diferença e é Verão)

Beijos amigo,

M.L.
De poetaporkedeusker a 3 de Janeiro de 2012 às 21:39
Gostei muito, amiga! Neste momento o jogo está viciado... a tantos níveis. Nada está a ser fácil... nada será fácil...
Um abraço grande para ti!
De M.Luísa Adães a 4 de Janeiro de 2012 às 13:39
Nada será fácil!

Me impressionam as notícias
internacionais!

Abraço,

M.L.
De poetazarolho a 3 de Janeiro de 2012 às 21:51
“Respeitem o Zé”

Economista proeminente
Vê uma situação explosiva
Está preocupado c’a gente
E com um país à deriva

Por acaso até é presidente
Aqui deste grupo de malta
Fez muito aviso premente
Explosividade está em alta

Tudo o resto está em baixa
E tanto mais o rabo aparece
Quanto mais a gente se agacha

Melhor será cagar em pé
Mais esta gente não merece
A ver se assim respeitam o Zé.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 3 de Janeiro de 2012 às 22:52
Já ninguém respeita o Zé...
Mas alguns podem temer
Que ele possa erguer-se e, de pé,
Faça o que deve fazer...

Está tudo muito explosivo,
Tudo muito inconsistente...
Talvez por esse motivo
Ande perdida esta gente...

Estou a escrever um poema
Enquanto na Rádio toca
Um programa dedicado

À poesia... o problema
É que a atenção se me foca
Aqui... e no outro lado!

:) Até já, Poeta! Hoje é dia do programa de rádio do Horizontes da Poesia... não está a ser fácil escrever com os sentidos "repartidos" desta forma... abraço gde!
De poetazarolho a 3 de Janeiro de 2012 às 21:56
“Ajustar as velas”

Há um tempo na nossa vida
Queremos o vento mudar
Pela razão que nos é devida
Ou assim chegamos a pensar

Mas a razão não nos pertence
Aprendemos a viver o momento
Mesmo se a vida não nos vence
Ensina-nos a entender o vento

A não esperar a sua mudança
A abrigarmo-nos numa enseada
A apreciarmos as coisas belas

Quando navegamos na bonança
E que a tempestade é ultrapassada
Tão somente ajustando as velas.
De poetaporkedeusker a 3 de Janeiro de 2012 às 23:14
Há lá vela que se ajuste
A uma injustiça destas?
Até já há quem se assuste
E nem sequer vá às festas...

Nem às festas, nem a nada
Que há gente com muito medo
E outra está muito assustada
Sem saber se é tarde ou cedo

Para a situação mudar
E pr`á justiça, roubada,
Poder, de novo, voltar!

As velas hão-de ajustar-se
Depois da maré mudada...
Agora há é que lutar-se!

De M.Luísa Adães a 4 de Janeiro de 2012 às 13:48
Olá Poeta amigo

Nada vai ser fácil!
E me impressionam as notícias internacionais.

As enseadas estão a ser compradas
E o Jogo
Não tem alma, nem verdade.
As multidões lesadas sofrem...

E eu sofro com Elas!

Vou colocar vossos nomes, como participantes amigos deste cenário.

Um abraço grande e forte.

M.L.
De poetazarolho a 4 de Janeiro de 2012 às 23:02
“Liquidação total”

Governo deste nosso Portugal
Galinha dos ovos d’ouro mata
Para princípio não está mal
Bicho já nem põe ovos de prata

Os últimos ovos foram de lata
Pr’á Suíça o dinheiro desanda
E a partir duma certa data
Pagar impostos é na Holanda

Para termos um final feliz
Vamos recorrer à emigração
Palop’s e Brasil são uma opção

Quem ficará neste pobre país?
Os governantes por dedicação
E os gestores de liquidação.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 5 de Janeiro de 2012 às 00:33
A "penosa" de ovos d`ouro
Que só põe ovos de lata
É uma imagem de "estouro"!!!
Poeta, fico-lhe grata

Porque ri até mais não
E, apesar de doente,
Deu-me nova inspiração!
(esperemos que ela se aguente...)

De "brandos costumes" sou,
Portuguesa - entre outros tantos -
De "antes quebrar que torcer"

E, lá pr`a fora, não vou
Nem vou desfazer-me em prantos
Perante quem não me entender!

De M.Luísa Adães a 5 de Janeiro de 2012 às 13:23
Poeta

Eu pretendo voltar e ficar!

Teus poemas traduzem bem o que escrevo e
agradeço muito a amizade e o enriquecimento
de palavras, tentando quebrar o silêncio dos bons.


No google escrevi ¨Desconexo¨ .

Depois da M.João descobrir a mudança de estilo, coloquei por baixo do poema ou prosa, uma pequena nota...profunda.
Gostava que lesses os dois.

Abraço grande

M.L.
De M.Luísa Adães a 5 de Janeiro de 2012 às 13:27
Parece-me que este escrito não vai parar ao poeta nosso amigo. Me enganei...talvez, mas
não posso repetir!

Compõe isto por aqui, por favor.
Mando muito do calor que se avizinha para hoje.

Um beijo,

M.L.
De poetazarolho a 5 de Janeiro de 2012 às 22:35
Já tinha lido, gostei, identifiquei diferenças, mas tenho dificuldade em ir além do que sou, por isso não vou.

“Não vou”

Estilo de todos os poetas
Nenhum consigo decifrar
Poemas pr’a mim são ofertas
Que vêm e vão a cantar

Cantam e contam a mágoa
Exteriorizam sentimentos
Vai correndo muita água
Lágrimas de vários lamentos

Meu estilo não tenho
Nem sequer poeta sou
Estou aqui e intervenho

Porque o interior ecoou
Mesmo com todo o empenho
Além do que sou não vou.
De M.Luísa Adães a 6 de Janeiro de 2012 às 14:54
Poeta

Retirei a nota!

Um poeta não deve explicar-se, pois não o sabe fazer e se o fizer, é critico e não poeta.

Abraço,

M.L.
De M.Luísa Adães a 8 de Janeiro de 2012 às 18:25
¨Não Vou¨

Então que seja feita a sua vontade!

Um abraço,

M.L.
De poetazarolho a 4 de Janeiro de 2012 às 23:05
“Casino em chamas”

É na democracia possível
Que o casino está a arder
Nunca julgámos ser crível
Mas acabou por acontecer

Há tanta loja de perfumes
Vi tanta pomba assassinada
Já não há lugar a queixumes
Aconteceu, não fizemos nada

Palco foi dado aos actores
Na peça que nos envergonha
Viu-se que são impostores

Nunca julgámos seria assim
Bando de actores sem vergonha
Que arda o casino até ao fim.
De poetaporkedeusker a 5 de Janeiro de 2012 às 01:01
Um Homem, um dia, entrou
Num mercado onde vendiam
Animais pr`a sacrifícios
E num cajado pegou,
Desancando os que faziam
Dessas leis os seus ofícios...

Talvez o mesmo aconteça
Aos senhores do capital
E aos truques com que nos mentem
Pois não nos agrada a "peça"
E vamos levando a mal
Que tantos "truques" se inventem...


Abraço grande, Poeta! :)
De poetazarolho a 5 de Janeiro de 2012 às 21:49
“A luta ah...ah...ah...”

A luta continua
Álvaro pr’á rua
Mas só no verão
Pr’apanhar insolação

A luta está no adro
Gaspar vai ao quadro
Mostrar o resultado
De um país empenhado

A luta não faz sentido
Que o país está falido
Por nunca termos sabido

Resolver a equação
Que punha fim à corrupção
E no cárcere o ladrão.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 6 de Janeiro de 2012 às 23:01
Foi a variável tempo
Que chegou muito atrasada
Dando, às outras, o talento
Sem terem que "penar" nada!

Eu, porém, não sou "bruxinha"
E não sei de que outra forma
Lidar c`o que se avizinha
E que tanto excede a norma...

Pôr no cárcere o ladrão
É, decerto, indispensável
Pr`achar uma solução

Mas esta estranha equação
Só tem solução provável
Se todos dissermos: - NÃO!!!
De poetazarolho a 5 de Janeiro de 2012 às 21:53
“Crónica da última sinfonia”

São tocadores de piano
Na mesma tecla martelam
Pr’ó concerto deste ano
Ouvintes nem interpelam

Os ouvintes ensurdeceram
Tal não foi a cacofonia
E quando à rua desceram
Terminara a sinfonia

A rua já não existia
Só o caminho pr’ó inferno
Da mais longa desilusão

O tocador que insistia
Morreu no último inverno
Só ficou a recordação.
De poetaporkedeusker a 6 de Janeiro de 2012 às 23:03
Que estranha cacofonia
Se, monocordicamente,
Insistem na sinfonia
Que ensurdece tanta gente!

Afinal há tantos sons,
Tantas teclas por tocar
E eles, pensando que são bons,
Estão sempre a desafinar!

Venham novas melodias,
Mil acordes musicais
E outras mil novas cantigas

Pois é bom que, em novos dias,
Surjam mudanças gerais
Sobre imposições antigas...

Poeta, vou lá abaixo. Depois lhe levo este sonetilho.
Abraço grande!
De M.Luísa Adães a 8 de Janeiro de 2012 às 18:29
Se o tocador morreu...
quem nos vai falar
dizer e amar?

Quem se atreve a discordar?

Abraço,

M.L.

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