Quinta-feira, 24 de Novembro de 2011

Denunciemos :

 

 

 

A indiferença

 

Os debates sem glória

 

As análises dos factos

 

Os projetos,

 

Esperando solucionar

Dificuldades.

 

 

O aniquilar de sentimentos

E de esperanças...

 

 

E tudo isto

Num mundo de Todos...

 

E não apenas...

 

De alguns!

 

 

Nada sou,

No contexto que me rodeia

 

Nada sou...

 

E tu Portugal

 

Quem és Tu?

 

Maria Luísa

 

 

Agradeço aos poetas :

 

http://poetazarolho.blogs.sapo.pt

 

http://poetaporkdeusker.blogs.sapo.pt

 

a luz que vão enviando através de seus versos.

 

Possam suas palavras romper o  "Silêncio dos "Bons".

 

Speech " I Have a Dream"

 

 

O que mais me preocupa não

 

é o grito dos violentos,

 

nem dos corruptos,

 

nem dos desonestos,

 

nem dos sem-caráter,

 

nem dos sem- ética.

 

 

 

O que mais preocupa é o

 

 

  "Silêncio dos bons "

 

 

 

Martin Luther King

 

 

 

 

 

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publicado por M.Luísa Adães às 12:12
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162 comentários:
De jabeiteslp a 24 de Novembro de 2011 às 14:58


seremos sempre
eu acredito

mas de tão lento acordar
duvido num duvidar....


embalaram-nos, e agora....

vamos ver...


beijinho Luisa
De M.Luísa Adães a 24 de Novembro de 2011 às 15:50
jabei

Eu sei que é difícil e também é difícil entender o que pretendo dizer...eu sei...mas o mal é de todos!

Obrigada amigo, um abraço

M.L.
De M.Luísa Adães a 30 de Dezembro de 2011 às 18:11
Jabei

Segundo ouço ,problema está péssimo e as
dificuldades são muitas.

Possa eu voltar(apesar e tudo)...

M.L
De jabeiteslp a 30 de Dezembro de 2011 às 21:56

porque não ?


sei o estado preocupante da tua saude....

mas sei que voltarás...

espero novas tuas...

De Anthos a 24 de Novembro de 2011 às 16:11
Boa pergunta "Quem és Tu?"

E a resposta talvez seja "Ninguém"

Anthos
De M.Luísa Adães a 24 de Novembro de 2011 às 16:54
Neste momento

"Ninguém"...

M.L.
De poetazarolho a 24 de Novembro de 2011 às 21:50
“Velho rumo”

Um novo rumo é preciso
Mas nunca o conseguirão
O homem, pr’a ser conciso
Condimenta este caldeirão

Petróleo, diamantes e ouro
Superam qualquer fragrância
Ao ódio visceral duradouro
Adiciona toda a ganância

Que impede rumos novos
Destrói qualquer evolução
E pelo que vejo, presumo

Não há salvação pr’os povos
A menos que calem o seu não
E prossigam no velho rumo.
De M.Luísa Adães a 25 de Novembro de 2011 às 15:11
Talvez possa haver salvação
ou talvez não...

Um abraço,

Mª. L.
De poetaporkedeusker a 25 de Novembro de 2011 às 16:08
O mundo não voltará a ser o mesmo. Muitas coisas se alterarão de uma forma muitíssimo mais abrupta do que nestes últimos anos que se seguiram à segunda grande guerra. Muitos dos que, neste moment,o adquiriram essa consciência, não estarão por cá para testemunhar o resultado da sua luta. Também isso foi consciencializado e é muito para além dessa realidade que continuarão a lutar, a escrever, a cumprir-se.
Abraço grande, amiga!
De M.Luísa Adães a 26 de Novembro de 2011 às 10:27
Mª. J.

O mundo já não é o mesmo
e um dia, eu volto a Portugal
e não o vou reconhecer...
e isso magoa
profundamente o meu ser.

Também concordo poeta,
a transformação vai ser maior
do que os anos que seguiram
a segunda guerra mundial.

Não vou estar neste mundo, para poder escrever e analisar
como gosto de fazer!

Um abraço e obrigada,
M.L.

p.s.será que um dia te vou encontrar?
Sinto que não!
De poetaporkedeusker a 26 de Novembro de 2011 às 15:11
Nenhuma de nós estará por cá nessa altura, amiga... penso eu... mas , se estivermos, encontraremos forma de nos encontrar, nem que seja através deste mundo virtual que não pode ser esquecido nem subestimado porque aqui, neste espaço, também se travam grandes batalhas pelo bem comum...
Um enorme abraço para ti!
De M.Luísa Adães a 26 de Novembro de 2011 às 15:18
Mª. J.

Admirada por te encontrar e feliz.

Mas como o teu conceito do "mundo virtual" é tão diferente do meu...

Mas aceito o que dizes! Somos diferentes...apenas isso!

Não posso dizer mais, estou cansada.

Mas em princípio, esta próxima semana é a
última em Portugal.

Um abraço

M.L.
De poetaporkedeusker a 27 de Novembro de 2011 às 02:48
Não seria nada provável que tivéssemos conceitos coincidentes, Maria Luísa. Para mim é, acima de tudo, antes de qualquer outra coisa, um enorme livro onde eu posso ir escrevendo diariamente... com a vantagem de poder vir a ser lida... não interessa, no imediato, que seja ou não seja. As hipóteses são, de longe, muito maiores do que as que teria se escrevesse nos caderninhos de antigamente e os guardasse numa gaveta qualquer... e o feedback também propicia o nascimento de novos poemas e de novas temáticas.
Mas não é fácil. Exige de nós nervos de aço e uma tremenda capacidade de decisão... há, neste meio virtual, uma exposição muito maior do autor que fica muitíssimo mais vulnerável. Pode, ou não, ter consciência disso, mas fica.
Abraço grande!
De M.Luísa Adães a 27 de Novembro de 2011 às 12:21
De acordo e espero que assim seja, tal como tu dizes.

Um abraço,

Maria Luísa

p.s. manda por email o teu nome e endereço para
que te possa enviar, meu último livro.

luisa_maldonado@sapo.pt

só tenho esta semana - não esqueças!
De poetaporkedeusker a 27 de Novembro de 2011 às 20:04
Vai já, já! Fico muito contente!!!
De poetaporkedeusker a 25 de Novembro de 2011 às 16:01
É pouco conciso, esse homem
Que assim se verga ao dinheiro!
Talvez mereça que o domem
Por querer ser sempre o primeiro...

Não farei qualquer reparo
A tudo o que ele aprender
Mas ele é um "bicho raro"
Que só acredita em "ter"...

Estou cansada e estou febril
Mas amanhã, se puder,
Voltarei a publicar...

Hoje gritei por Abril,
Fui poeta, fui mulher
E vi o povo a lutar!

Abraço grande, Poeta!
De M.Luísa Adães a 26 de Novembro de 2011 às 10:30
M. J.

Me custa ouvir as notícias e nada poder fazer,
mas te congratulo pela tua força anímica,
neste entardecer.

M. L.
De poetazarolho a 26 de Novembro de 2011 às 00:38
“E agora Portugal?”

E depois da Greve Geral
Que vais fazer Portugal?...
Foi publicado em edital
A sua execução fiscal

À beira mar plantado
Com um sol de encantar
Campos de golfe e montado
Estádios novos, a estrear

Pl’a maior oferta apresentada
Acima de cem mil milhões
E oferecemos por atacado

Equipa de gestão integrada
Uma estátua do Camões
E um povo desenrascado.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 26 de Novembro de 2011 às 02:04
É que é já no dia trinta
Que voltamos a afirmar
- e já não há quem desminta! -
Que nos não vão leiloar!!!

Que as troikas tenham cuidado
Pois basta de humilhação
E o "povo desenrascado"
Pode bem dizer que não!

Por cada trabalhador
Pode nascer um grevista
Que dará tudo por tudo

Pr`a calar qualquer traidor
Que ande pr`aí e que insista
Em pôr o país de luto!

Não está muito fácil manter a ligação, Poeta.. mas amanhã não há CJ e eu tenho de dar esse "tudo por tudo" agora mesmo...
Abraço grande!
De M.Luísa Adães a 26 de Novembro de 2011 às 10:13
Eu também interrogo
E depois da Greve Geral
que vais fazer
Portugal?

M.L.
De M.Luísa Adães a 26 de Novembro de 2011 às 10:33
Portugal

E agora Portugal que te vai acontecer?

E os teus filhos que não chegam a viver?

Obrigada Poeta amigo,

M. L.
De poetazarolho a 26 de Novembro de 2011 às 18:19
“Fados”

O fado de Coimbra ecoa
Do Choupal até à Lapa
Escuta o fado de Lisboa
Do Rossio à Madragoa

Um vem de capa e batina
Presenteia com a serenata
Uma jovem e bela menina
No outro a guitarra trina

Há quem lhe chame castiço
Mas eu não me meto nisso
Prefiro o fado experimental

Por isso não me levem a mal
Os que preferem fado bailado
E há quem só prefira o fado.
De M.Luísa Adães a 27 de Novembro de 2011 às 17:04
E passou a "Património da Humanidade"

e eu gostei que isso acontecesse...gostei...

Mas prefiro o Fado de Lisboa.
Muito coisa interessante se podia dizer
mas não vou dizer.

Tenho o meu último livro para lhe oferecer
preciso de uma morada. Aí vai meu email:

luisa_maldonado@sapo.pt

Só tenho esta semana - tem de ser rápido.
Faça como o Poeta entender!

Abraço,

Mª. L.
De poetazarolho a 27 de Novembro de 2011 às 21:18
“Outro Natal”

O Natal este ano vai ser
Vivido em austeridade
Se não temos pr’a oferecer
Ofereçamos a amizade

Será um Natal doravante
Que não deve causar mal
Pode até ser gratificante
Deixa de existir Pai Natal

Passa a haver um menino
Deitado numa manjedoura
Nascido na gruta em Belém

José, Maria e o pequenino
Serão a imagem duradoura
Desta austeridade também.
De M.Luísa Adães a 28 de Novembro de 2011 às 11:24
Poeta

Todos os dias são Natal...sabemos isso há muito!

Mas de acordo com a tradição
à qual me junto a primor
estou com José, Maria e o Menino
que veio ao mundo
para mudar a austeridade
num clima de amor...

E aos poucos,
vamos construindo
e derrubando
e tornando a construir
e continuando a derrubar

Numa Esperança Perene
desse mesmo Amor!

Felicidades,

Mª. Luísa

p.s.vou colocar isto que acabei de escrever
nos "7degraus".
Abraço grande, M.L.
De poetazarolho a 28 de Novembro de 2011 às 23:04
“Metades”

Já vivi metade da vida
A outra metade viverei?
Esta passou de fugida
A outra metade não sei

Se me prega uma partida
Que outra metade terei?
Será metade encolhida
Aquela em que morrerei

Se as metades em conjunto
Não perfazem a unidade
Então a metade que passou

Está mais próxima do defunto
Que com toda a humildade
Sempre as metades aceitou.
De M.Luísa Adães a 29 de Novembro de 2011 às 10:26
Poeta

Eu já vivi mais do que metade da vida
e a outra metade
pode ser muito curta
ou mais prolongada
se me emprestarem uns anos mais...

Só por empréstimo
e sei que isso pode acontecer.

Eu estou de acordo
a M. João também,
amanhã não é possível.
Mas depois sim!

Não sei seu email! Pode enviar?

Um abraço,

Mª. L.
De poetaporkedeusker a 30 de Novembro de 2011 às 23:06
Eu, por esse pedacinho
Que me possa inda restar,
Calcorreio o meu caminho
Sonhando não me cansar...

Estou já longe do tal ninho
Que me viu desabrochar
Mas guardo dele o carinho
Que poucos sabem guardar...

A morte já não me assusta;
Sou muito mais realista
Do que fui no meu passado

Mas algo há qu`inda me custa;
Querendo correr, como em pista,
Fica-me o corpo parado...
De M.Luísa Adães a 1 de Dezembro de 2011 às 09:14
Lindo, M. João, lindo!

É bom não temer a morte,
mas estou longe, muito longe de a aceitar
pois ainda não atingi a perfeição
da aceitação.

Um dia virá,
cedo, talvez, sem eu esperar
e eu sem perceber
vou aceitar

Como um facto natural
e talvez não sofra...
Quem pode dizer?


Bom Natal


Abraço, Mª. L.
De poetaporkedeusker a 1 de Dezembro de 2011 às 20:10
Obrigada, minha amiga!
Desejo-te um bom Natal a ti e a todos os teus!
Tenho estado muito, muito lenta e não me tem sido nada fácil manter a correspondência em dia.
Vou dando o meu melhor mas tenho consciência de que, neste momento, o meu melhor está bastante mais fraco do que era há um ou dois anos atrás.
Um enorme abraço! Ficarei à espera de qualquer palavra tua E irei ler o teu 7degraus ainda esta noite!
De poetazarolho a 29 de Novembro de 2011 às 00:08
“Licor Europa”

Vem aí uma outra Europa
Que será mais pequenina
Mas Portugal não se poupa
E é já grande a adrenalina

Por ao clube poder pertencer
E para que nada possa falhar
Na hora disso acontecer
Há uma comissão a trabalhar

Que um estudo vai produzir
Não interessa a conclusão
Pois soubemos de antemão

Angela e Nicolas estão sorrir
Com a garrafa de licor na mão
O que nos facilitará a adesão.
De M.Luísa Adães a 29 de Novembro de 2011 às 10:32
Belo poema amigo!

E eu digo :

Todos Te procuram...
Com consciência ou sem ela...

Quando Tu estás tão próximo
Do amor que não damos
Do sofrimento que ignoramos,

E do auxílio que nos pedem
E nos esquecemos de ouvir...

Por razões só nossas...
E não Tuas!

Abraço,

M.Luísa
De M.Luísa Adães a 29 de Novembro de 2011 às 10:42
Poeta

Portugal
Fica onde a Europa acaba
E o mar começa...

Ponto estratégico
que já foi usado
para descobrir o Mundo...

Mas as lutas e divergências
a falta de moral e os abusos
do chamado poder,
corroeram a dinâmica portuguesa.

Ficou a vaidade
que é sempre,
um sinal de fraqueza!

Abraço, M. Luísa

De poetaporkedeusker a 30 de Novembro de 2011 às 23:04
Tanta megalomania
Que esses "manhosos" ostentam
Há-de transformar-se um dia
Naquilo que mais lamentam!

Vão-se armando em tiranetes
Mas, destruindo esta Europa,
Só estarão a fazer fretes
Pr´a quem der mais ouro em troca...

Bebam pois, de uma vez só,
A garrafa toda inteira
Pois por mais que depois chorem

Muitos mais não terão dó
Dessa sua bebedeira!
E depois... que se devorem!
De M.Luísa Adães a 1 de Dezembro de 2011 às 09:19
Eles vão beber
até morrer!

Mas é triste
outros vão levar...

E a Europa
a Nossa Europa
pode morrer...

M. L.
De poetaporkedeusker a 1 de Dezembro de 2011 às 20:15
Eu sei, amiga, eu sei... vamos passar por momentos muitíssimos difíceis e ninguém pode estar seguro das situações que se desenrolarão. Por mais que tentem predizer isto ou aquilo, ninguém sabe ao certo tudo o que se irá passar em termos de vidas humanas.
Um grande abraço!
De jabeiteslp a 29 de Novembro de 2011 às 21:13
sei que vais de viagem
saudade de quem se quer
e sempre mas sempre que houver

um sorriso será sempre de mulher...

beijinhos Luisa

De M.Luísa Adães a 30 de Novembro de 2011 às 18:27
Domingo 10h. Fica familia na minha casa
enquanto estou fora.
Não levo pc e tenho de ir a vários locais.
Se encontrar um pc te escrevo. Felicidades para todos. Feliz Natal!

M.L.
De poetazarolho a 29 de Novembro de 2011 às 23:57
“E agora?”

O Seguro demonstrou
E o Coelho não aceitou
Pobre povo amochou
Estado social tudo levou

Muito afilhado se safou
Agora a nau afundou
Para o peditório eu dou
O monstro já m’enrolou

Tudo o que havia gastou
À troika nos amarrou
Democracia já secou

A ditadura regressou
Economia assim ditou
E agora pr’a onde vou?

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 30 de Novembro de 2011 às 23:00
Terá sempre as costas largas
O nosso Estado Social
E aguenta todas as cargas
Quando convém dizer mal...

Portugueses, acordai!
Que ninguém fique a dormir
Porque o capital só trai
Quem não souber reagir!

Se houver que haver ditadura
Quero dela a voz mais pura
Deste povo que produz

Se uma luta não bastar
Venha um`outra prolongar
Nosso futuro de luz!

De M.Luísa Adães a 1 de Dezembro de 2011 às 09:25
As Naus se afundaram
apenas uma deixaram

Fernando II e Glória

E o povo foi afundado
com as Naus.

M.L.
De poetaporkedeusker a 1 de Dezembro de 2011 às 20:18
É esse o problema, amiga; o povo está a sofrer e irá sofrer ainda mais!

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