Domingo, 20 de Novembro de 2011

Incerteza

 

Simbolizas o Mundo

  E a salvação desse mundo

  Ou és apenas um sonho?

 

No caminho incerto

  Sei que aceitas as dúvidas

  E dás as certezas...

 

Mas eu procuro a Paz

Num mundo em convulsão!...

 

Maria Luísa Adães

 

 

Albino Santos

publicado por M.Luísa Adães às 12:10
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34 comentários:
De luadoceu a 20 de Novembro de 2011 às 13:59
um grande beijinho
e continuaçao de recuperaçao de boa saude
ate ja Maria Luisa
bom domingo
De M.Luísa Adães a 20 de Novembro de 2011 às 17:58
luadoceu

Sempre atenta, linda amiga. Ainda estou por Lisboa.

Um pouco melhor, mas a escrever pouco... Muito breve me vou ausentar!

Beijo para ti e pequenina,

Maria luísa
De poetazarolho a 20 de Novembro de 2011 às 18:32
“Obrigado Johann”

Enquanto Johann existir
Não acaba a felicidade
Glória sempre a subir
É soberba a musicalidade

Um génio sempre presente
Toca-se “in nomine dei”
Sons mexem com a gente
E mais não vos explicarei

Pode tocar-se para violoncelo
Para violino, cravo e flauta
Até tocado num mano a mano

O som flui fresco e belo
Mesmo não existindo pauta
Podes interpretá-lo ao piano.
De M.Luísa Adães a 20 de Novembro de 2011 às 18:56
Lindo, poeta amigo, lindo!

Um abraço,

Mª. Luísa
De poetazarolho a 20 de Novembro de 2011 às 19:19
Linda é a sua ( dele ) música que me inspirou.
De M.Luísa Adães a 21 de Novembro de 2011 às 12:26
A musica de Johann toca e convida á vida.

E quem não precisa de Paz venha ela de onde vier, "num mundo em convulsão?"...

Mas está tudo tão distante do que posso dizer...

Mª. L.
De Rosinda a 20 de Novembro de 2011 às 19:42
Do mundo a salvação, quem me dera poder ter...
Mas será que ao tê-la... saberia o que fazer...?

Um beijinho grande , espero que esteja melhor de saúde...
Rosinda
De M.Luísa Adães a 21 de Novembro de 2011 às 12:18
Rosinda

Grata por a encontrar!
Ainda continuo em tratamento, mas a cura a
100% não me parece possível.
É necessário não esquecer que há casos muito
piores...e isso dá sempre esperança para nós e
também para os outros.

Não sabe como se sentiria num mundo salvo do mal?
Depende de si, minha amiga, apenas de si e não dos outros...

Mas procurar a Paz num mundo em convulsão, é difícil, mas também depende de mim...mas essa procura penso que é ancestral
e nunca foi encontrada.

Mas o poeta se interroga sempre nas situações mais complexas.

Próximo, muito próximo me ausento, mas ainda e sempre, a hei-de encontrar - aqui ou ali...Um beijo,

M.Luísa
De poetazarolho a 21 de Novembro de 2011 às 23:03
“Reflectidos”

O espelho apenas reflecte
Não erra porque não pensa
Assim não se compromete
Nem espera recompensa

Há espelhos inteligentes
Querem ser recompensados
Por serem espelhos diferentes
Reflectem só os iluminados

Eram os espelhos reais
Que reflectiam Sua Alteza
Nos tempos da monarquia

Agora há espelhos demais
E pr’a justificar a despesa
Reflectem toda a hierarquia.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 22 de Novembro de 2011 às 14:23
AO POVO ESPANHOL

Dizem que será a Espanha
A ter de mirar-se ao espelho
E eu sei que pouco se ganha
Neste ritual tão velho...

Que estranha tendência esta...
São saudades do franquismo
Ou pensam fazer a festa
Vergando ao capitalismo?

"Qué os pasa hermanos míos?"
Muitos de vós bem sabeis
Que o espelho devolverá

Mil imagens de outros fios,
Ou até de outros cordéis,
Mas não vos reflectirá!
De M.Luísa Adães a 26 de Novembro de 2011 às 10:53
Há espelhos que apenas refletem
Os "chamados" iluminados"
Que de luz nada têm.


Tal é a ilusão deste mundo
onde me propuz escrever!...

Que triste me encontro
por nada ser...
De poetazarolho a 21 de Novembro de 2011 às 23:11
“E=mc²”

Este mundo em convulsão
Por suposto não nos seduz
Nem sabemos se terá salvação
Partamos à velocidade da luz

Já o Albert Einstein dizia
Se a essa velocidade viajares
Passaram cem anos num dia
Quando de novo cá voltares

Parte sem te preocupares
Com esta crise em ascensão
Pois àquela velocidade

Quando ao fim do dia chegares
Já não verás nenhuma confusão
Terás comprovado a relatividade.
De M.Luísa Adães a 22 de Novembro de 2011 às 11:07
Contemplo as flores
De várias cores...
Encontro nelas a beleza
Dos meus sonhos,
Encontro a frieza
Dos meus enganos...

E os meus espelhos
se partiram...
caídos de mãos descuidadas.

Mª. L.
De poetaporkedeusker a 22 de Novembro de 2011 às 14:44
Já quando era pequenina
Brincava e fantasiava
Com o que a fórmula ensina...
Mas, logo a seguir, voltava.

Sou "daqui, neste momento"
E, se pudesse escolher,
Não fugiria no Tempo
E "aqui" voltaria a "ser"

Do que faço, ao que não faço,
Voo à distância de mim,
Conciencializo o que posso...

Se eu puder... mais um pedaço
Lhe acrescentarei, no fim,
Como a pontes sobre um fosso...

Abraço grande! :)
De poetazarolho a 22 de Novembro de 2011 às 23:38
“Explicação”

O nosso ministro Gaspar
Vem ao parlamento explicar
Com calma e detalhadamente
Como andam a lixar a gente

Isto não é para continuar?
Mas deixem-nos duvidar
Da vossa capacidade latente
Porque o erro é recorrente

São mestres na arte de gastar
E de ao povo vir cobrar
Com uma explicação premente

Mas nunca os vi poupar
Nem de vida tentar mudar
Só mudam a vida da gente.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 23 de Novembro de 2011 às 14:26
Somos os discriminados
Dessa tal dicotomia
Que torna alguns abastados
E, a tantos, traz a agonia...

Não vai ser fácil mudá-lo
Mas não quero duvidar
Que outro virá, se me calo,
Pr`á luta continuar!

Cad`homem, cada mulher,
Terá direitos iguais
Neste mundo por que eu luto

E devemos entender
Que até mesmo os animais
São, da Terra, imenso fruto!

De M.Luísa Adães a 23 de Novembro de 2011 às 15:16
E havia necessidade de se chegar a esta situação?

Não havia... se a vaidade e a ganância não
dominassem o mundo.

Difícil saír desta...

M.L.
De poetazarolho a 22 de Novembro de 2011 às 23:42
“Enteados da nação”

Mais pobres por necessidade
Ou porque faltará a riqueza
Não se assiste à equidade
Por isso não tenho certeza

Uns vivem com dificuldade
Outros senhores de farta mesa
Na distribuição haverá verdade
Quando a todos tocar a pobreza

Teremos todos este direito
Consagrado na constituição
“De sem vergonha empobrecer

E de oferecer às balas o peito”
Por ora somos enteados da nação
Que os seus filhos vê enriquecer.
De poetaporkedeusker a 23 de Novembro de 2011 às 14:23
Também eles são marionetas
- pelo menos alguns são... -
Que só podem dizer tretas
C`o a possível convicção...

São escravos do capital
Que nem poderão dizer
Que hão-de proceder tão mal
Quanto lhes mande o "poder"!

Mas se alguém quiser dizer
Que estou a ser radical,
Melhor fora estar calado

Porque eu não quero saber!
[no que toca ao capital,
eu mando à fava o cuidado!]
De M.Luísa Adães a 23 de Novembro de 2011 às 15:04
São escravos do poder!

O poder alucina e se torna viciante...daí as
democracias se transformarem em terríveis ditaduras.

Quem entra no poder e nos jogos do poder,
se transforma num Deus errante e senhor das
trevas.

E tudo quanto se passou e se está a passar, me
parece que vai continuar.
Por infelicidade nossa...

Um abraço,

Mª. L.
De poetaporkedeusker a 23 de Novembro de 2011 às 15:59
Também me parece que o Poder corrompe e escraviza o homem, amiga... alguns ser-lhe-ão imunes, mas é assim que funciona com a maioria...
Eu tenciono estar presente na concentração de amanhã, se conseguir boleia, claro...
Enorme abraço para ti e que tudo continue a correr pelo melhor!
De M.Luísa Adães a 23 de Novembro de 2011 às 14:58
Poeta

Quanta sabedoria
emanam dessas palavras...

Um abraço,

Mª. L.
De M.Luísa Adães a 23 de Novembro de 2011 às 15:11
Ficarmos mais pobres?

Nunca deixámos o passado...
e não são os gritos e os convites à guerra que
nos vão salvar.Isso eu tenho a certeza!

Muito bom, poeta

Mª. Luísa
De jabeiteslp a 23 de Novembro de 2011 às 10:21
á paz do nosso interior
De M.Luísa Adães a 23 de Novembro de 2011 às 14:55
Só tendo Paz em nós

Podemos transmitir Paz!

De acordo contigo!

Um obrigada por tudo,

Mª. L.
De jabeiteslp a 23 de Novembro de 2011 às 16:09
andas melhor`?

De M.Luísa Adães a 24 de Novembro de 2011 às 12:52
Melhor e muito perto da ida!

Um abraço

M.L.
De jabeiteslp a 24 de Novembro de 2011 às 14:52

ai saudade....
que como diz a minha mãe

AI meu filhinho....hé hé hé


bela tarde pra ti
De M.Luísa Adães a 24 de Novembro de 2011 às 15:55
Somos uns saudosistas.

Também parecemos ser bons e não somos...

Talvez não sejamos nada...mas que estamos metidos num sarilho muito grande...estamos.

M.L.
De poetazarolho a 23 de Novembro de 2011 às 23:30
“Hipotecados”

Fama que vem de longe
Chegou-nos do Canadá
Prega bem, não é monge
Eu digo e assim se fará

Está igual tod’a Europa
Quem os manda globalizar
A China de vento em popa
Que bem soube aproveitar

São comunistas capitalistas
Bem souberam capitalizar
A ganância e curtas vistas

De quem tudo queria ganhar
A Europa terra de saudosistas
Soube o nosso futuro hipotecar.

Prof Eta
De poetaporkedeusker a 24 de Novembro de 2011 às 01:07
Nunca os meteria a todos
Num só barco, companheiro!
Uns têm riqueza a rodos
E outros mal têm dinheiro...

Muitos falam por falar,
Julgam todos por igual...
Eu sei em quem confiar
Com segurança total.

C`o país hipotecado,
Bem mais que no tempo antigo,
Só fico ao lado de quem

Devolva ao povo o roubado
E, sem temer qualquer perigo,
Lute como mais ninguém!

:) Abraço grande, Poeta!
De poetazarolho a 23 de Novembro de 2011 às 23:34
“Greve”

Minha greve está guardada
Para uma histórica ocasião
Quando desatarem à porrada
Eu entro de manifesto na mão

Depois de tod’a gente aviada
Apelando à desmobilização
De toda esta enorme cegada
Onde não acaba a corrupção

E se nomeia outra comissão
Mas a conclusão deu em nada
E a corrupção saiu reforçada

Sugando os fundos à nação
Que assim se vê defraudada
Esta nação anda enfeitiçada.
De poetaporkedeusker a 24 de Novembro de 2011 às 00:59
Talvez tudo acabe assim
Mas enquanto o não sentir,
No que dependa de mim,
Faço impossíveis pr`a ir!

Sei bem que a minha presença
É só uma, não vale nada,
Nem fará grande diferença...
Mas não ficarei parada!

Desligar o manifesto
Da nossa greve geral,
Será sempre um gesto errado

E, dentro deste contexto,
Só poderá trazer mal
A este povo cansado!

Sei muito pouco sobre o que aqui digo mas aí vai, Poeta!
De M.Luísa Adães a 24 de Novembro de 2011 às 12:09
Bravo poeta!

Me convide e eu o acompanharei ...

E depois da Greve Geral
Que vais fazer Portugal?...

Mª. Luísa

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