Sexta-feira, 11 de Novembro de 2011

CUMPLICIDADE

 

 Internet/  Metamorfose de Narciso/  Salvador Dalí

 

 

Insisto nos Direitos de cada um

Insisto nos Direitos das multidões

Que sofrem...

E suplicam um lugar

Onde se possam acolher.

 

Insisto no abrir dos sentimentos

Mais puros

Dentro de nós...

 

E peço no tempo que resta

A ajuda que nos falta.

 

E possam as palavras traduzir

O seu significado real...

...Quando se dizem!

 

E deixemos de sentir

A falta da alegria

Existente no mundo

 

E A Cumplicidade

Da Nossa Ignorância.

 

Maria luísa AdÃES

 

 

 

Mudei toda a forma de dizer

   Transformei tudo

    Através da alquimia

    Dos sentimentos...

 

Por ti Portugal...

 

Apenas por Ti...

 

E não por mim...

 

Maria Luísa

publicado por M.Luísa Adães às 12:47
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56 comentários:
De jabeiteslp a 11 de Novembro de 2011 às 14:43

aos sentimentos
aqueles bonitos e puros....

como vais tu de saude ?

beijinhos
De M.Luísa Adães a 11 de Novembro de 2011 às 15:01
Meu querido Jocas

Não tem corrido bem! Em breve, como tu sabes, me vou ausentar, esperando sempre voltar!

Perdoa a ausência, mas só uma situação grave me pode afastar e tu sabes...

Feliz por te encontrar e até sempre, amigo
querido.

Mª. L.
De Rosinda a 11 de Novembro de 2011 às 14:45
Boa tarde Maria Luísa.
Espero que esteja bem de saúde.
Gostei do poema , que assim seja.
Beijinho grande
Rosinda
De M.Luísa Adães a 11 de Novembro de 2011 às 14:56
Rosinda, minha querida amiga,

Eu tenho estado muito doente e ainda estou e
proibida de escrever.

Isto foi um salto para os dois poetas que me escrevem, dentro de uma amizade muito forte.

Eis a razão da minha ausência
Não há esquecimento!

Breve me vou ausentar do País, se Deus me ajudar...depois se verá...mas sempre espero voltar.

Muito feliz fiquei por a encontrar. Abraço
grande e forte e até sempre.

Mª. Luísa
De MC a 11 de Novembro de 2011 às 15:32
"E a cumplicidade
Da nossa ignorância"...

E assim se explica
o silêncio de opiniões onde se escreve.

Quando tudo é uma realidade, até agora, sem solução.

Bom poema.
Abraço,

MC
De poetaporkedeusker a 11 de Novembro de 2011 às 17:04
Fizeste muito bem, Maria Luísa! Subscrevo o que aqui dizes e espero pelos sonetilhos do Poeta para estrear os meus nesta CUMPLICIDADE!

Abraço grande e a continuação das tuas melhoras!
De luadoceu a 11 de Novembro de 2011 às 18:25
ola maria luisa
esta melhor de sua saude?
ja com mais vontade p escrever nos?
espero que sim
Continuaçao de suas melhoras
Um beijinho
De M.Luísa Adães a 12 de Novembro de 2011 às 14:40
Lua do Céu

Voltei apenas para mudar o texto.
Continuo doente e escrever faz-me muito mal.

Obrigada por escreveres e em breve vou saír de Portugal. Deixo gente na minha casa!

Espera por mim. Um abraço,

M.L.
De MIGUXA a 11 de Novembro de 2011 às 22:48
Querida amiga,

Que os teus desejos se convertam em realidade...
As tuas melhoras rápidas

Beijos com ternura
Saudade
Margarida
De M.Luísa Adães a 12 de Novembro de 2011 às 14:42
Miguxa

Obrigada e sabes que longe ou perto eu estou
Presente!

Espera por mim!

Melhor ano! Beijos, M.L.
De poetazarolho a 12 de Novembro de 2011 às 01:00
“Há”

Há nos confins da Ibéria
Um povo desgovernado
A situação é muito séria
E por tudo culpa o estado

E o estado culpa o povo
Pela fraca produtividade
Às vezes até me comovo
Com a falta de sanidade

Pl’o meio há espertalhões
Não são carne nem peixe
Vão vivendo em beleza

Promovem umas agitações
E enquanto a gente deixe
Vão sugando toda a riqueza.
De poetaporkedeusker a 12 de Novembro de 2011 às 02:11
Há que culpar o sistema
E o próprio capitalismo
Antes que cresça o problema
E acordemos no fascismo...

Sei que não é um poema
Que fará tal exorcismo
Mas, voltando ao velho tema,
Estamos perto de um abismo...

Penso que este povo, unido,
Jamais será derrotado
Pelas mãos do capital

Mas o caminho é dorido
E o povo já está cansado
De ser cego... ou de ver mal...

De poetazarolho a 12 de Novembro de 2011 às 13:56
“Outr’alma”

A alma não está à venda
Qu’a alma já foi vendida
Para a prestação da renda
Desta vida muito sofrida

Por aí vamos, despidos
À procura de alternativa
Mas de alma desprovidos
A vida tornou-se aflitiva

Arrependa-se pr’a sempre
Quem a alma nos comprou
Pensando que assim podia

Ficar como dono da gente
Mas cedo demais s’enganou
Logo outr’alma em nós nascia.
De poetaporkedeusker a 12 de Novembro de 2011 às 15:25
Ah! Dessa alma que renasce
Conheço a força imparável
E o poema cresce e faz-se
Desse sopro inexplicável!

Nasce o poema revolto
Que ninguém pode parar
Por ser tão livre e tão solto
Quanto o é o próprio ar!

Faz-se também a revolta
E a consciencialização
De um povo a dizer que não

E, quando a alma se solta,
A própria a revolução
Faz ouvir sua canção!
De poetazarolho a 12 de Novembro de 2011 às 20:18
"Salvem os ricos"

Salvem os ricos
E os pobres também
Remediados e góticos
Drag queen e a mãe

Salvem homo e hetero
Terceiro género também
E poupem o adúltero
Mais não interessa quem

Moedinhas e sem abrigo
Também são cá da vila
Proxeneta é bem antigo

Prostituta não tem data
Não excomunguem à má fila
Em Itália já foi candidata.
De poetaporkedeusker a 12 de Novembro de 2011 às 20:48

Salvem-se todos, então,
Sem esquecer gatos e cães
Que há, por cá, mais corrupção
Que filhos de boas mães!

Mas, com tanta salvação,
Será que nos sobram bens?
Pões nessa dedicação
Mais do que aquilo que tens?

Agora é menos custoso
Encontrar os sonetilhos
E dar-lhes pronta resposta

Pois cada um, saboroso,
Faz nascer muitos mais "filhos"
Como o bom poeta gosta!


Olá, Poeta! :) Está muito pródigo em salvações... eu ainda não percebi muito bem como vão evoluir as coisas... mas quem sou eu? Às vezes pergunto demasiadas coisas a mim mesma...
Abraço grande!

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