Domingo, 2 de Outubro de 2011

Irena Sendler morreu

 

A polaca Irena Sendler

 

Que salvou cerca de 2500 crianças

 

de serem encaminhadas para "Campos de Concentração nazi"

 

morreu hoje, aos 98 anos, informou a família.

 

Só em Março de 2007 chegou a estar nomeada para

O Prémio Nobel da Paz.

 

Até essa data, permaneceu relativamente desconhecida

na Polónia e no Mundo.

 

Obrigada Irena Sendler.

 

Maria Luísa Adães

 

publicado por M.Luísa Adães às 16:50
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50 comentários:
De poetazarolho a 2 de Outubro de 2011 às 20:22
“A quoi ça sert”

La vie en rose il fait faut
Sous le ciel de Paris, la ville
Les gens ils passe nom dieu
A quoi ça sert l’amour, vil

Nom, je ne regrette rien
Le roi a fait battre tambour
La fête continue, demain
Milord, a quoi ça sert l’amour

Elle fréquentait la rue Pigalle
Je n’en connais pas la fin
Pour les amants d'un jour

Bal dans ma rue, quel bal
Le droit d’aimer, jusqu’à la fin
Les gens, a quoi ça sert l’amour.
De M.Luísa Adães a 3 de Outubro de 2011 às 07:05
Non , je ne regrett rien...

Je vous en remercie.

Mª. Luísa
De jabeiteslp a 2 de Outubro de 2011 às 21:23
desconhecia tal

e o bonito de ser ...em paz

como vais tu traquinas...

joca da Covilhã
De M.Luísa Adães a 3 de Outubro de 2011 às 07:15
Ela foi uma heroina e Schindler foi um herói,
mas morreu na miséria.
Mais tarde veio a ser imortalizado no Cinema
pelo realizador Steven Spielberg :

"A Lista de Schindler"

Irena Sendler foi quase esquecida, mas em 2007
foi escolhida para o Nobel da Paz (não ganhou).

Sei que muitos a desconhecem e por isso a trouxe a este blogs. Ela morreu!

Meu amigo me desculpa, mas eu continuo doente e proibida de escrever. Hoje vou a outro ortopedista. Eis a razão da minha ausência e vai continuar!

Um abraço forte, amigo.

Maria Luísa
De jabeiteslp a 3 de Outubro de 2011 às 16:07
e que grande sorriso tem...

boas melhoras Luisa
que tudo vá bem......

xoxo
De M.Luísa Adães a 4 de Outubro de 2011 às 10:10
Obrigada amigo.
Por enquanto, respondo a quem se lembra de mim!

Mª. Luísa
De jabeiteslp a 4 de Outubro de 2011 às 11:04

uma bela manhã pra ti
De M.Luísa Adães a 4 de Outubro de 2011 às 11:28
E bem preciso!
Ontem por estas horas me
senti morrer...

Mª. Luísa
De jabeiteslp a 4 de Outubro de 2011 às 21:01

respirar levemente....

sem sobressaltos....

jocas e boas melhoras Luisa
De poetazarolho a 3 de Outubro de 2011 às 00:21
"República das bananas"

Na República das bananas
Muito macaco engordou
Mas só tu é que abanas
Com a banana que tardou

Com quinze dias por mês
Ainda te conseguias aguentar
Mas o Teixeira contas fez
E diz que precisas poupar

Poupas tu no seu mealheiro
Que a crise veio p’ra ficar
Em bananas vai muito dinheiro

Qu’o défice tem que diminuir
P’ra tanto macaco engordar
Ficas meio mês a carpir.

Prof Eta
De M.Luísa Adães a 3 de Outubro de 2011 às 07:24
A crise continua
o macaco das bananas
continua a rir.

E vai continuar!

Mª. Luísa

Me desculpe, mas continuo proibida de escrever e até de andar de automóvel ou autocarro.
Não subir ladeiras e andar muito pouco.

Lhe escrevi e escrevo sempre que posso a quem se lembra de mim.

Tinha de trazer Irena Sendler e a sua morte.

Poucos a devem conhecer.

Eu a conheci
através do muito que li
sobre o Holocausto,
Mas alguém me lembrou!

Um abraço e obrigada,

Mª. Luísa
De poetaporkedeusker a 3 de Outubro de 2011 às 14:43
Ah, eu iria jurar que já tinha lido sobre a morte dela... e li! Lembrei-me agora que soube através de ti, no Facebook! Sem dúvida!
Teve uma longa vida, esta enorme Mulher! Infelizmente poucos souberam do tanto que ela fez pelas crianças polacas, judias e não só. Agora pouco poderemos fazer a não ser exactamente o que fizeste; homenageá-la e agradecer-lhe pelo muito que lhe devemos.
Até já, amiga! Repousa bastante agora porque esses problemas nas vértebras são muito melindrosos. Muitos poderão não se aperceber da gravidade porque, como alguns dizem, nem sempre as dores são visíveis. Mas não podes MESMO fazer movimentos bruscos! Nem esforços continuados!
Abraço grande!
De M.Luísa Adães a 4 de Outubro de 2011 às 10:34
Obrigada e um abraço,

Mª. Luísa
De MIGUXA a 3 de Outubro de 2011 às 17:49
Maria Luísa,

É bom saber que apesar da imensidão de "vermes" que se banqueteiam à custa do próximo, podemos contar com seres de coração puro que se dão por inteiro pelo BEM...

Obrigada amiga pela partilha

Cuida de ti
Beijos com carinho
Margarida
De M.Luísa Adães a 4 de Outubro de 2011 às 10:14
A conhecia do muito que li e estudei...não podia deixar de colocar sua face de ternura e de bondade.

Apenas respondo a quem me escreve, por
enquanto...

Obrigada pelas palavras e pelo carinho,

Mª. Luísa
De poetazarolho a 3 de Outubro de 2011 às 22:11
“Nuvens”

Um poema com sua graça
E sempre em transformação
Faz nascer luz da desgraça
Pr’a melhor cantar a canção

Não só canta como esvoaça
Embalado por uma ilusão
Fala da boémia, não disfarça
Sem nunca nos dizer que não

Mas quando se torna solitário
Facilmente nos diz o contrário
Promessas esquece de honrar

Nuvens ensinaram-lhe um dia
Passando com sua sabedoria
Que sem olhos podiam chorar.

Tradução livre de,
http://poetaporkedeusker.blogs.sapo.pt/257149.html?replyto=3435389#reply
De M.Luísa Adães a 4 de Outubro de 2011 às 10:38
Obrigada poeta,

por se lembrar de trazer a este recanto ,

"poetaporkdeusker"

Bela traducão livre. Abraço grande,

Mª. luísa
De poetazarolho a 4 de Outubro de 2011 às 21:24
Ia dizer uma coisa - quanto maior o círculo de amigos melhor - mas não, acho que é precisamente o contrário, quanto melhor o círculo de amigos, maior.
De poetazarolho a 3 de Outubro de 2011 às 23:33
“Agarrados”

Não há pessoas com garra
A conduzir o nosso destino
Só pouca uva e muita parra
Fazem o destino pequenino

Creio que não lhes interessa
Onde haveremos de chegar
Nós somos mais uma peça
Só lhes interessa é agarrar

Agarram tudo à passagem
Secam a esperança em redor
Esta é a onda, somos levados

Deixou de haver mensagem
Nem existe um desígnio maior
Todos nós fomos agarrados.

Prof Eta
De M.Luísa Adães a 4 de Outubro de 2011 às 10:18
Estamos todos agarrados

a um destino incerto...

Obrigada por me escrever.

Mª. luísa
De poetazarolho a 4 de Outubro de 2011 às 21:21
É com muiot gosto que o faço, as melhoras.
De poetaporkedeusker a 4 de Outubro de 2011 às 14:48
Vou-te contar, só para ver se te ris um bocadinho, a tristíssima figura que eu ontem fiz por essa net fora... o teclado desconfigurou-se-me, não sei porquê, e eu ia tendo "uma coisinha má"... olha, esqueci-me de ver a tensão arteria, mas deve-me ter subido aos píncaros da lua! Sempre que respondia a um comment qualquer, só me saíam disparates praticamente ilegíveis e eu não conseguia, sequer, o distanciamento suficiente para raciocinar um pouco.... escrevi disparate em cima de disparate até, de repente, me lembrar de pedir ajuda a um amigo que estava online e que me resolveu o problema!
Não te esforces para responder a isto... são as minhas palermices de cada dia, só para te distrair um bocadinho... comigo funciona muito bem e fico a sentir-me muito melhor quando me rio, nem que seja dos disparates que faço...
Um enorme abraço para ti e que a tua saúde melhore o suficiente para afastar de ti esses maus presságios!
De M.Luísa Adães a 4 de Outubro de 2011 às 14:52
E ri! Conseguiste fazer-me rir.

Beijo,

M.L.
De poetaporkedeusker a 4 de Outubro de 2011 às 15:20
:)) ! Fico feliz!!!
De M.Luísa Adães a 4 de Outubro de 2011 às 15:23
Tu és o máximo em distração!

M.L.
De poetaporkedeusker a 4 de Outubro de 2011 às 15:34
Sou terrível e sei que é difícil as pessoas aceitarem... no outro dia, encontrei uma amiga com quem tinha estado poucos dias antes e não a reconheci! Só me lembro de pensar que aquela cara me não era estranha e acabei por lhe dizer que não a estava a reconhecer... claro que me lembrei assim que ela disse o nome e vi a enormidade do que se tinha passado... sobretudo porque a vejo diariamente, em fotografia, no Facebook...
Beijinho!
De M.Luísa Adães a 4 de Outubro de 2011 às 16:12
Eu penso que o teu mundo interior é muito vasto e é difícil captar um e o outro.
É isso e o andar a pensar em várias coisas.

Eu se me distrio com um pensamento, esqueço o que vejo à minha volta - mas agora não! Até amanhã,

M.L.
De M.Luísa Adães a 4 de Outubro de 2011 às 16:14
ressalvo "distraio" já estou arrumada.

M.L.
De poetaporkedeusker a 4 de Outubro de 2011 às 17:27
Agora tens mesmo que te concentrar nos teus movimentos que não podem ser bruscos, de maneira nenhuma. Nem sequer podes esperar pelo aviso da dor. Tens mesmo de evitar a dor.
Até amanhã, Maria Luísa!
De M.Luísa Adães a 4 de Outubro de 2011 às 18:29
Obrigada,

Mª. Luísa
De poetazarolho a 4 de Outubro de 2011 às 21:38
“Discursos”

Está demais a realeza
Com seus trajes de cetim
Nestes tempos de pobreza
Mas a realeza traja assim

Faustoso banquete consome
De iguarias sem igual
Nestes tempos de fome
Mas a realeza não come mal

Portugueses não desistam
No Estoril-Sol discursa o rei
Em breve falarei ao povo

Peço a todos que resistam
Não digam que não avisei
No dia cinco avisarei de novo.
De poetazarolho a 5 de Outubro de 2011 às 22:35
“Vagas”

Se te quedas imperturbável
Num cantinho d’encantar
Não encontrarás solo arável
Para a semente germinar

Deixa a zona confortável
Um dia poderás encontrar
Vaga alterosa e instável
Como quem se faz ao mar

Sente o perigo muito perto
Como qualquer navegante
Que navega em mar aberto

Ao alcançar porto de abrigo
O desconforto reconfortante
Sente nos braços dum amigo.

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