Domingo, 18 de Setembro de 2011

Meia-Noite em Paris/ Woody Allen/ USA 2011

 

Marion Cotillard e Owen Wilson

passeiam em Meia-Noite em Paris,

no Paris dos anos 20.

 

"Midnidnight-in Paris"

 

 

 

Comédia romântica e fantástica sobre um argumentista de Hollywood

 

que quer ser escritor (Owen Wilson) e se vê de forma mágica

 

transportado para Paris dos anos 20, onde conhece

 

Hemingway, Picasso, Zelda, Scott Fitzgerald, Salvador Dalí

Gertrud Stein, Cole Porter, Josephine Baker e Buñuel e ainda a

sedutora amante de Picasso e Hemingway, estudante de moda, Adriana

(Marion Cottilard) pela qual se apaixona.

 

A Paris do filme não é turística nem realista. É subjetiva e emocional

e uma viagem no tempo.

 

"Passado brilhante

 

Presente difícil de aceitar!"

 

 

Melhor filme de Woody Allen

 

 e talvez, o melhor filme do ano!

 

Análise baseada no "Diário de Notícias e Globo

e no próprio filme por :

 

Maria Luísa Adães

 

 

 

 

 

Woody Allen e a Magia

 

publicado por M.Luísa Adães às 11:52
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63 comentários:
De jabeiteslp a 18 de Setembro de 2011 às 13:48
olá

pois, Paris é Paris

eternizada na aurea de tempos idos

lenda
no bonito o cinema...

Foste à sétima arte? hé hé hé

bela tarde pra ti
que eu vou até à Santa Eufémia

joca enorme

De M.Luísa Adães a 18 de Setembro de 2011 às 17:41
A imaginação e a poesia no cinema, em que não deixo de dizer...

Época brilhante e de magia no Passado

Em contraste com o Presente que estamos a viver.

Aqui vêm de forma metafórica os "Sonhos Roubados"

M. luísa
De jabeiteslp a 18 de Setembro de 2011 às 18:43

uma bela noite
pois meter mãos ao filme

xoxo
De M.Luísa Adães a 18 de Setembro de 2011 às 19:21
Boa! Bela noite!

Mas os visitantes neste blogs e no google
desapareceram.
Espero que não tenham sido roubados como os sonhos.
Nesta máquina, quando não é uma coisa é outra e sempre que alguma coisa acontece por
culpa da máquina, "já me têm acusado a mim
da culpa"!

Até dá vontade de rir!

Eu, culpada da culpa de uma máquina que não é Gente e faz as coisas mais absurdas. Odeio esta máquina!Só me coloca mal!

Mª. Luísa
De jabeiteslp a 19 de Setembro de 2011 às 10:18
haverá pessoas que não sabem dar
egoismo até nos comentários ?

sei lá...tambem não faz mal...

jocas Luisa
De M.Luísa Adães a 19 de Setembro de 2011 às 15:22
Há pessoas ...e não posso dizer mais!

Mas só interessam os amigos...

Mª. Luísa


De observando cine a 18 de Setembro de 2011 às 14:03
Tienes razón, uno de los mejores filmes de este año 2011.
De M.Luísa Adães a 18 de Setembro de 2011 às 17:44
observando cine,

obrigada!

É isso que digo e o amigo confirma!

Maria luísa
De poetazarolho a 18 de Setembro de 2011 às 17:44
“Trocadero meu amor”

Torre Eiffel em teu esplendor
Venho do Louvre encantado
Posso encontrar um pintor?
Podes, não chegues cansado

Sobe Montmartre devagar
Em Sacrecoeur podes amar
Sais e à direita deves virar
Na Place du Tertre vai estar

Diz-lhe adeus, segue o destino
Desce até Pigalle devagarinho
Moulin Rouge sai-te ao caminho

Belas bailarinas fazem o pino
Na boémia não estás sozinho
Da Belle Époque é o cheirinho.
De M.Luísa Adães a 18 de Setembro de 2011 às 18:09
Belos versos à Belle Époque!

E à magia do filme
E á diferença apresentada
dessa época brilhante
onde nada foi roubado...

Aí voltam,
Os Sonhos Roubados,
onde a magia impera
nesse tempo Passado.

Em contraste,
Com o tempo Presente...

Mª. luísa
De poetaporkedeusker a 18 de Setembro de 2011 às 21:39
Está excelente, esta tua apresentação do filme! Nunca o vi mas espero maravilhas sempre que me falam do Woody Allen, sobretudo quando vem tão bem recomendado por ti! Se calhar nem o chego a ver porque, entretanto, deve haver aquela mudança da forma de se receberem as imagens no pequeno ecrã e eu deixo de ter os dois canais que ainda vou tendo.
Gosto muitíssimo dessa componente de magia que leva o escritor através do tempo e do espaço! Deve ser mesmo um magnífico filme!
Um abraço grande, Maria Luísa!
De M.Luísa Adães a 19 de Setembro de 2011 às 08:35
O filme já foi estreado em São Paulo - Brasil
e meu filho já mo tinha recomendado, tal como eu, gosta e percebe muito de cinema.

Há uns dias chegou a Portugal e é um encanto
de magia no rodar do tempo. Tinha de o trazer
a este lugar onde tenho alguns amigos e muitos visitantes.

Um espanhol ligado ao cinema me escreveu e
disse concordar comigo, na minha opinião,
"o melhor filme do ano".

Um abraço,

Mª. Luísa
De poetaporkedeusker a 19 de Setembro de 2011 às 14:47
Fico com alguma esperança de ainda o poder ver na televisão! Obrigada por me alertares para ele.
Estou no CJ mas muito engripada... não tenho tosse mas estou febril, tenho frio e muitas dores de cabeça que vieram somar-se às de coluna e dos ossos longos dos membros. Curiosamente estão a escapar as articulações... ou seja, doer, doem... mas não tanto que me leve a mencioná-las. O resto dói muito mais.
Até já, Maria Luísa!
De M.Luísa Adães a 19 de Setembro de 2011 às 15:30
Ver na TV?
Só quando fores de idade muito avançada...

Nada de ilusões!

M. L.
De poetaporkedeusker a 19 de Setembro de 2011 às 15:54
Então já não vejo, amiga... primeiro porque não é nada provável que eu chegue a uma idade avançada e depois porque as emissões vão mudar e eu vou ficar sem ver televisão...
Abraço grande!
De M.Luísa Adães a 19 de Setembro de 2011 às 16:17
Eu não quis dizer tanto...mas é como dizes e
se não for...só um milagre, mas nesta loucura
um milagre tem de ocorrer...ou a civilização desaparece...mas vai demorar muito tempo!

Nem quero pensar nisto, muito menos escrever.

M.L.
De poetaporkedeusker a 19 de Setembro de 2011 às 17:27
Suponho que venhamos a viver uma tremenda mudança do paradigma social... suponho, apenas. Penso que já não estarei cá para o testemunhar mas pressinto-o. Mais tarde ou mais cedo vamos ter de fazer uma escolha... e não vai ser fácil nem uniforme... nem tão simultânea quanto isso. E para que servirá alguém com limitações, como eu... mas suponho que já terei partido de causas mais ou menos naturais quando chegarmos a esse ponto, embora o processo já esteja iniciado há muito tempo.
Até já!
De M.Luísa Adães a 20 de Setembro de 2011 às 12:35
Nem tu estás, nem eu e os da nossa geração que ficaram são muito poucos (as chamadas exceções).

A mudança leva no minimo, 50 anos! Te garanto!

A Russia e toda a arrogância ficticia levou apenas, "Setenta anos a caír"...
A Idade Média levou trezentos anos!

As mudanças se tornaram muito mais rápidas e para esta eu dou os tais "Cinquenta anos".

Menos é impossível!

Mª. Luísa
De poetaporkedeusker a 20 de Setembro de 2011 às 14:25
Também me parece, amiga... estes processos são graduais e vão-se fazendo ao longo de gerações... mas acreditas que eu, de vez em quando, me sinto orgulhosa por ter ter transmitido este enorme respeito pela vida a muitas crianças? É que não foram só as minhas... eu agia como se o que mais importasse fosse, efectivamente, passar-lhes o testemunho... enfim, pode ser exagero mas sinto que contribuí com o meu grãozinho de areia e que sempre estive razoavelmente consciente de o estar a fazer... é bom sentir isto. Muito bom.
Hoje não vou ficar por cá durante muito tempo. O meu vale ainda não chegou mas eu tenho mesmo de arranjar jantar para o Kico que tem andado a comer biscoitos de cão com imensa dificuldade porque já não tem muitos dentes nem força nos maxilares.
Até já!
De M.Luísa Adães a 20 de Setembro de 2011 às 17:40
Num lado a magia
noutro lado as trevas.

O bem e o mal...

Eu sinto que sempre transmiti vida e socorro
aos deserdados, perdidos e frágeis, incapazes de sózinhos vencerem os grandes males do mundo. Tomei essa missão durante vinte anos
com mais gente.

Salvamos pessoas, perdemos outras e isso
também me foi fragilizando .
Mas não foi a minha escolha, mas sim a escolha do mundo, através de processos que nos apanharam no caminho.

Um abraço,

Mª. Luísa

De poetaporkedeusker a 20 de Setembro de 2011 às 23:32
Tens toda a razão, Maria Luísa... a escolha nunca é totalmente nossa. Frequentemente falo em "variáveis"... são exactamente isso que acabas de dizer; situações que nos apanham no caminho.
Se te parecer um pouco apressada, não me leves a mal... terei de me levantar muito cedo amanhã. Já nem sequer vou responder ao nosso amigo comum... pelo menos não vou responder-lhe em sonetilho, apenas lhe dou uma satisfação e espero que ele compreenda.
Abraço grande!
De M.Luísa Adães a 21 de Setembro de 2011 às 11:11
O nosso amigo comum compreende
Eu compreendo
O que nos resta
que compreenda?

Pouco nos resta,
neste mundo de poesia.

Mª. Luísa
De poetaporkedeusker a 21 de Setembro de 2011 às 11:20
Amiga, vim só num pulinho ao meu correio e não resisti a ver um vídeo de uma entrevista do Mia Couto sobre os medos... tenho de sair já, já, mas, se puderes, vai ao meu perfil do Facebook. O vídeo está lá e vale a pena ouvi-lo!
Tenho de ir. Até mais logo. Abraço grande!
De M.Luísa Adães a 21 de Setembro de 2011 às 16:23

Vou tentar!

Mª. Luísa
De poetazarolho a 18 de Setembro de 2011 às 23:04
“Cromos”

Havia os cromos da bola
Quando eu era pequenino
Hoje há cromos sem destino
Aparece com cada estarola

Há cromos com veia política
São de uma eficiência total
Vocês não me levem a mal
Esta é a minha veia crítica

Conduzem-nos até ao futuro
Com uma mestria duvidosa
Para nos iludir é só treta

Obter os mais difíceis é duro
Trabalho de forma laboriosa
Pr’a completar a caderneta.
De M.Luísa Adães a 19 de Setembro de 2011 às 08:39
Obrigada poeta.

Mesmo com essa veia critica é bem aceite
no meu mundo de magia.

Eu sou bastante versátil e apanho tudo quanto aparece e me interessa.

Um abraço,

Maria Luísa
De M.Luísa Adães a 20 de Setembro de 2011 às 12:40
Havia...
E tudo se vai transformando
e o havia não existe mais
está a ser transformado.

Mas leva no minimo,
Cinquenta anos.

Até lá...
muito se vai sofrer!

Mª. luísa
De poetazarolho a 18 de Setembro de 2011 às 23:22
"Esperança"

Esperança é a última a morrer
Todas as outras já morreram
E se alguma sobreviver
Não mais serão o que eram

Esta é a nossa fatalidade
Nesta hora de mudança
É certa a sua enfermidade
Mas há que salvar Esperança

Não te vás Esperança nossa
Fica p’ra sempre connosco
Eu sei que te fará mossa

Aturares o que aturamos
Assume connosco o risco
Sem ti Esperança não mudamos.
De M.Luísa Adães a 19 de Setembro de 2011 às 08:42
A minha esperança de momento,
está muito distante de mim.

Sofro com este sentir inclemente.

Maria Luísa
De poetazarolho a 19 de Setembro de 2011 às 23:44
“Envernizados”

Temos a felicidade a metro
Por isso o nosso ar tão feliz
Gargalhada é ao cronómetro
Se fôr demais estala o verniz

Estala o verniz da felicidade
E nestes tempos de aparências
Isso é uma enorme fatalidade
Coloca a nu todas as carências

Para ocultar mais vale parecer
Mesmo estando envernizados
Só o ar feliz deve transparecer

Nem que estejamos infernizados
Com o que nos está a acontecer
Nestes tempos conturbados.
De poetazarolho a 20 de Setembro de 2011 às 00:02
“Antidepressivo”

Não existe direito ao amor
Nesta mudança civilizacional
Que a tragédia parece propôr
Em troca do valor tradicional

Verdade está morta e enterrada
A fraternidade já desapareceu
A justiça não conta pr’a nada
E o respeito há muito adoeceu

A mentira, o roubo e a paulada
Novos valores que se levantam
E o sistema mole e permissivo

Oferece uma noite na esquadra
Bebes bem e ainda te alimentam
E tens direito ao antidepressivo.

Prof Eta
De M.Luísa Adães a 20 de Setembro de 2011 às 12:45
Por saber isso,
eu escrevi magia
e vou escrever mais...

Pois a realidade
parece bruxaria!

Dizem que há bruxos
maléficos
a governar o mundo.

E eu acredito!

Mª. Luísa
De Anónimo a 20 de Setembro de 2011 às 17:38
Tivemos a mesma ideia de nos referir
ao filme do Woody Allen. Gostei de ler
o seu texto.
Beijinho
Irene
De M.Luísa Adães a 20 de Setembro de 2011 às 17:56
É verdade, tivemos a mesma ideia!

A minha é mais simples, mas a magia é a mesma!

Um abraço,

Maria luísa
De lucia a 20 de Setembro de 2011 às 18:35
A magia impera!

O melhor de Woody Allen desde Match Point

Boa análise amiga,

Lucia
De M.Luísa Adães a 21 de Setembro de 2011 às 10:45
Bem analisado!

Um abraço amiga,

Mª. Luísa

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