Sexta-feira, 2 de Setembro de 2011

Guernica / Quadro de Pablo Picasso

  

      

 

 

Guernica é um painel pintado por Pablo Picasso em 1937.

 

Tela pintada a óleo representativa do bombardeio sofrido pela cidade espanhola de Guernica

em 26 de Abril de 1937 por aviões alemães  (Luftwaffe já sobre o controle de Hitler) apoiando

o ditador Francisco Franco.

Atualmente está no Centro Nacional de Arte Rainha Sofia, em Madrid.

 

Em estilo cubista, Picasso retrata pessoas, animais e edificios nascidos pelo intenso bombardeio.

Sua composição retrata as figuras ao estilo dos frisos dos templos gregos.

É um símbolo doloroso, a trágica obra do pintor cubista onde apresenta o terror que pode ser produzido

pelas guerras.

 

Em Guernica o pintor reproduz a dissolução da existência que se resume a fragmentos, a transformação

dos seres retratados, de certas formas irreais, mas que ao mesmo tempo transmitem o absurdo da

realidade e clama pela construção de um mundo renovado, tecido pela presença constante da paz e da tolerância.

 

 

Esta obra será sempre o símbolo da destruição que o homem pode perpetrar, em qualquer instante,

buscando respostas e símbolos que nunca encontrou.

 

Em Janeiro de 1973, e com o titulo The Great Guernica, o professor Jeffrey Hart do Dart mouth College

publicou no National Review um estudo onde sustenta a tese de que o bombardeio de Guernica

nunca existiu!

 

Também já se afirmou que o Holocausto da 2ª. Guerra Mundial, onde Seis milhões de Judeus e outras

raças, consideradas inferiores e que matou um total de 53 milhões de pessoas, não existiu!

 

O Futuro distante, poderá afirmar o mesmo...e muitos vão acreditar!

 

Análise baseada nalguns dados da Wikipedia e análise pessoal de Maria luísa Adães.

 

O mundo caminha na mentira e nessa base, tudo pode acontecer!

 

Maria luísa Adães

 

 

 

 

 

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4 Setembro de 2011

 

 

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Setembro de 2011

publicado por M.Luísa Adães às 15:08
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60 comentários:
De Rosinda a 2 de Setembro de 2011 às 16:28
É bem verdade... "o mundo caminha na mentira e nessa base, tudo pode acontecer"
Minha amiga quantas vezes penso nestas palavras que hoje leio neste post. Seria tudo bem diferente se não nos enganássemos até a nós próprios...
Deixo-lhe um beijinho e votos de óptimo fim de semana.
Rosinda
De M.Luísa Adães a 2 de Setembro de 2011 às 17:15
Rosinda

Grata por sua presença em Guernica.

De certa forma tenho escrito várias análises,
neste blogs tão intimista onde não colecionei
seguidores, mas que além de bastantes comentários tem inúmeros visitantes ( os que por razões só deles, não comentam).

Fiquei feliz com a sua presença e as suas palavras.

Um abraço e bom fim de semana,

Maria Luísa
De poetazarolho a 2 de Setembro de 2011 às 19:42
“Compro almas”

Compro almas, compro ouro
Compro vidas, compro prata
Vendo os títulos do tesouro
Porque tenho uma grande lata

Vendo cartilhas de governação
Aos iluminados governantes
Vocês pagam com suor o pão
Pagam imposto aos meliantes

Compro vidas, compro almas
Dos que agora são pedintes
Já não contribuem com nada

Outrora trazia-os nas palmas
Quando eram contribuintes,
Vendo muita alma renovada.
De M.Luísa Adães a 3 de Setembro de 2011 às 09:17
Poeta

Já se compram almas
já se compram vidas
já se compra ouro e prata,
já se compra tudo...

Também se vendem almas
também se vendem vidas
também se vende a prata
também se vende o ouro
valorizado...

Está tudo à venda!...

Que se passa?
Diz a lua a quem passa...

Maria Luísa
De poetazarolho a 2 de Setembro de 2011 às 19:43
“Guernica hoje”

Em guernica vejo loucura
Vejo o mundo esquartejado
Guernica não tem brancura
Vejo o vermelho espalhado

Guernica que foi o passado
Mas tem cheiro do presente
Está lá o futuro estampado
Do nosso mundo deprimente

Guernica as almas trespassa
E trespassou muitos corações
Nestas lutas fratricidas

Hoje olha e cala quem passa
Quem cala não vê aflições
No futuro das nossas vidas.
De M.Luísa Adães a 3 de Setembro de 2011 às 08:39
Parabéns Poeta

Chegou a Guernica. Interessante e digno o
caminho que neste momento estamos a percorrer.
A base é a miséria a que chegamos no nosso País e numa crise que se prende ao mundo...
ao nosso mundo
ao nosso Planeta
às nossas vidas
às gerações futuras.

Obrigada,

Maria Luísa

p.s. os visitantes são muitos, muito mais do que possa imaginar.

De poetazarolho a 2 de Setembro de 2011 às 19:54
Demência colectiva

É um buraco, é um abismo
Que todos querem ignorar
Mas parece difícil evitar
O desastre e o seu realismo

A crise nunca foi financeira
Culpa nunca foi dos mercados
Nós é que fomos subjugados
À falta de valores derradeira

Somos seres sem consciência
À velocidade da luz andamos
Dela criámos uma dependência

Que já nem conta nos damos
Do nosso estado de demência
Nem do ponto a que chegámos.
De M.Luísa Adães a 3 de Setembro de 2011 às 09:32
Poeta


Na realidade,
já não distinguimos
entre a demência
e a verdade.

Mas todos pretendem
ignorar...
o abismo
o desastre
o realismo.

E nós
nos deixámos navegar
nas águas turvas
e mares encapelados.

E as Naus se afundaram
E o País se afundou com as Naus!

Maria luísa
De poetazarolho a 2 de Setembro de 2011 às 20:30
“Tolerância zero”

Os tempos são de números
Já não são tempos de letras
Então que fazer dos poetas?
Passam a ser energúmenos

E que fazer com a filosofia?
Não tem valor acrescentado
Por agora coloca-se de lado
Talvez possa ser útil um dia

Nos tempos em que vivemos
Apenas tem valor a economia
E tu se não és uma mais-valia

Pode bem ser que te toleremos
Mas como quebras a hegemonia
Passas a contar como anomalia.
De M.Luísa Adães a 3 de Setembro de 2011 às 09:25
Poeta

Há muito...
os tempos são de números
e não de letras.

Os poetas são banidos
Generalizados
Punidos.

E a poesia de qualidade,
Está em vias de extinção
Neste triste aglomerado
De ganancia e extorsão.

Os valores ficam de lado,
infelizes os poetas
infelizes os deserdados...

Beijos,

Maria Luísa
De jabeiteslp a 2 de Setembro de 2011 às 22:00

perpetuado
de um tempo enganado...
mas
prefiro a tua poesia
sempre ctual seja em que fantasia...

belo fim de semana pra ti
feliz...
De M.Luísa Adães a 3 de Setembro de 2011 às 08:57
De acordo! A minha poesia é a minha poesia,
sempre atual com as suas múltiplas fantasias.

Este é um blogs independente e neste momento, se debruça sobre o Passado, analisa o Presente e se inclina sobre o Futuro.

É uma outra forma de escrever...mas a minha poesia é a minha poesia!

Um abraço grande e obrigada,

Maria Luísa

De poetazarolho a 3 de Setembro de 2011 às 20:19
“Acaba”

Está quase tudo a acabar
Para muitos até já acabou
Da saúde te vão amputar
A educação quase esgotou

Segurança social sobra pouca
Desconta até aos sessenta e tal
Deixa de respirar pela boca
E pelo nariz, não leves a mal

Precisamos as contas equilibrar
Tu já não contas vai-te finar
Fique quem já está educado

Quem tem saúde para dar
E quem ainda está a trabalhar
Vai-te daqui, sim tu ó acabado.
De M.Luísa Adães a 4 de Setembro de 2011 às 10:47
Poeta

Está tudo a acabar
e a minha saúde
também está a acabar.

E tenho de partir
Eu sou uma dos
acabados
que acabas de mencionar.

Mª. Luísa
De poetazarolho a 4 de Setembro de 2011 às 15:48
Isso não é assim amiga, cada um de nós acaba um dia, as melhoras.
De M.Luísa Adães a 4 de Setembro de 2011 às 19:01
Poeta

Não se preocupe, esta foi uma forma metafórica de lhe responder ao seu sentimento poético e ao acabar daqueles,
cujas finanças caem no desiquilibrio que se instalou.

Tudo bem, dentro do possível!

Mª. Luísa
De poetazarolho a 3 de Setembro de 2011 às 20:34
“Guernica eu”

Mentira é mãe deste mundo
Holocausto nunca aconteceu
E numa análise bem a fundo
Guernica não foi ela, fui eu

Guerra nas minhas entranhas
Foi de Picasso uma invenção
Por isso tu já nem estranhas
Quanto te esventram, pois não?

Esvais-te em sangue e suor
Lágrimas, fonte há muito secou
Fica provado, mentira venceu

Não vires a cara, olha em redor
Tarde procuras quem te esventrou
O que não podia, aconteceu.
De M.Luísa Adães a 4 de Setembro de 2011 às 11:04
Poeta

Esse poema "Guernica eu"
tem uma grande verdade
que já começou a ser dita
na ânsia desmedida
de esconder o Passado.

E já se começou a dizer
há anos começou
que Guernica não existiu
e o Holocausto não existiu

E a mentira venceu...
ou um dia vai vencer.

Para essa mentira caminhamos
para essa mentira escrevemos.

Mª. luísa

De MIGUXA a 3 de Setembro de 2011 às 21:41
Olá Maria Luísa,

Passei para te ler e deixar um enorme e doce beijinho.

Espero estejas a melhorar...

Saudades até já
Margarida
De M.Luísa Adães a 4 de Setembro de 2011 às 10:55
Miguxa

Eu continuo mal e devia deixar tudo a 100%,
talvez o tenha de fazer.
Tenho pensado em ti e no que se está a passar.

Um dia, quando tudo acabar, talvez leias meus
versos e tenhas paciência para o mundo e voltes a ser quem foste e se o blogs não desaparecer, tu me vais encontrar...e eu já
não posso responder...é isso que eu lamento!

Um beijo e obrigada,

Mª. Luísa
De MIGUXA a 8 de Setembro de 2011 às 21:11
Maria Luísa,

Dificilmente voltarei a ser a sombra de quem conheceste, o futuro apresenta-se a cada dia mais negro, perdi vontade, desgostei-me de quase tudo, fecho-me entre quatro paredes e sobrevivo, por que tenho um filho e resisto na tentativa de lhe poder dar o que merece,...mas é tudo...
Por aqui, os amigos vão desaparecendo...estou cada vez mais só...

As tuas melhoras, do coração e, por favor, não me esqueças também
Beijo
Margarida
De M.Luísa Adães a 9 de Setembro de 2011 às 14:41
Miguxa

Lembra-te que tu vieste ao meu encontro
e gostaste de mim
e eu gostei de ti.

Depois disso,
tu não podes esquecer-me
eu não posso esquecer-te!

Por isso escrevo
e sinto a tua falta
em tudo quanto escrevo.

Entendo
e nada posso fazer,
mas posso ajudar
estando sempre Presente!

Sei que te escondes
e os amigos estão desaparecendo
e há frio e solidão
dentro de ti.

Mas não me obrigues
a ficar indiferente
isso não posso fazer!...

Vem ao meu encontro
chora tuas mágoas
eu estou atenta.

E talvez ,
mesmo sem saber
mesmo sem te ver
te possa ajudar
a ultrapassar.

Eleva-me até à tua frente
Faz-me descer aos teus ocasos,
mas fica comigo
Eu sou diferente!


Não sou um ser imaterial
não sou...
pertenço ao mundo real
e sou Gente...

Maria luísa
De MIGUXA a 9 de Setembro de 2011 às 20:39
Obrigada!!!
És uma querida amiga, não tenho como te agradecer...
Posso apenas deixar bem claro que nunca te vou esquecer ainda que do mundo esteja demasiado farta, da prepotência camuflada, da gula dos gigantes, da mentira ignóbil disfarçada de estudo pericial...será possível???e na ignorância crédula, muitos irão acreditar que a VERDADE DE TÃO CRUA E INSANA AFINAL ERA MENTIRA?????

beijinhos
As tuas melhoras
Tua amiga que te admira e deseja todo o bem
Margarida
De M.Luísa Adães a 11 de Setembro de 2011 às 09:48
Miguxa

Não é para agradecer, mas sou diferente das
multidões profanas.
Escrevo, mas não estou a ser entendida nos
"7degraus" sinto que não estou.

Escrevo pouco ou quase nada às pessoas (razões de saúde) e "quem não aparece esquece".
Estou desiludida, não apreciam a qualidade profunda do que tento dizer. E sei, que escrevo
bem e alguns me têm feito homenagens em
blogs.E sei que alguns gostam de mim.

Mas há "um destino que nos acompanha"

e o melhor...não pode vencer esse destino.

É o meu caso e tenho de me afastar ainda mais
e aí, é o descalabro completo.

Já não tenho saúde para manter multidões
gritantes e eu já mostrei quem sou, o que
sou capaz de dizer - nada mais teria de fazer...
apenas escrever.

Mas a mulidão que nos levanta, nos esquece
com muita facilidade e nada está certo nesta
forma de atuar. E eu não aceito!

E me vou afastar, cada vez mais...alguém nos
blogs me disse :

"não deixe de escrever, pois a poesia de qualidade está em fase de extinção"...

Mas me falta saúde e vontade para esta luta insana e estou cansada e me quero libertar.

E com o tempo o vou fazer! Deixo o caminho aberto ...

à mentira
à vaidade
aos clamores sem nexo
ás multidões uivantes.

E se isto é o tal Destino, é melhor para mim aceitar o destino,
voltar-me para dentro
e esquecer...mas necessito de coragem e força!

Um abraço e obrigada,

Maria luísa
De jabeiteslp a 4 de Setembro de 2011 às 15:20

muito feliz Domingo tambem pra ti
De M.Luísa Adães a 4 de Setembro de 2011 às 18:55
Para ti também, amigo meu,

Maria Luísa

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