Quarta-feira, 23 de Março de 2011

Elizabeth Taylor/ Homenagem

                          

 

 Filha de pais americanos nasceu em Londres a 27 de Fevereiro de 1932.

 

Regressa aos sete anos com os pais à Califórnia e pouco depois, o seu talento veio ao cimo.

 

Recebeu quatro nomeações para o Óscar, apenas ganhou dois, pelos papeis nos filmes:

 

 

         "Quem Tem Medo de Virginia Wolf"     (1967)   

         

         

 

          "Butterfly 8"        (1961).

 

 

 

Elisabeth Taylor foi lançada através de filmes, mas tornou-se maior do que os filmes.

 

A sua vida foi feita de excessos amorosos e financeiros e foi considerada uma das mulheres mais bonitas

do mundo e alcançou o estatuto de Diva.

 

Com seus olhos azuis-violeta, a sua sensualidade e a sua saúde precária, viveu os últimos anos como uma

imagem deformada do seu auge.

 

 

A Diva morreu, a 23 de março de 2011!...E eu atrevo-me a dizer:

 

 

Calem as vozes!...

 

 

Deixem o silêncio entrar,

Deixem os sinos tocar

...muito ao longe,

 

Deixem o mundo chorar,

Deixem o lamento clamar,

Deixem-na passar...

 

Mas calem as vozes!...

 

Deixem a noite formar

Figuras desconexas

Grupos tétricos

Desolados, perdidos,

Até que a luz possa chegar.

 

 

O Tempo passa,

 

Onde se esconde a beleza?

 

Quem somos nós?

 

Ilusão!... E a morte é o jogo escuro das ilusões!...

 

 

 

 

Mais palavras são inúteis!

 

 

 

Maria luísa Adães

 

23 de Março de 2011 

 

publicado por M.Luísa Adães às 16:02
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20 comentários:
De Ana Martins a 24 de Março de 2011 às 00:10
Boa noite Luísa,
bonita homenagem!

Beijinho,
Ana Martins
De M.Luísa Adães a 24 de Março de 2011 às 12:15
Ana

Foi feita com muito gosto, esta homenagem.

Ela foi uma mulher
esplendorosa no cinema de sua época e de todas as épocas.

Foi Única!...

Beijos e obrigada,

Mª. Luísa
De jabeiteslp a 24 de Março de 2011 às 09:28

só como tu sabes dizer
deixem os sinos tocar...

um bom dia Luisa
De M.Luísa Adães a 24 de Março de 2011 às 12:17
Amigo

É verdade ... "Deixem os sinos tocar"...

Liz Taylor foi ÚNICA!

Beijos,

Mª. Luísa
De MC a 24 de Março de 2011 às 12:20
Bela homenagem a Liz Taylor

Belo poema! Que Deus a possa acompanhar e
ajudar...

MC
De M.Luísa Adães a 24 de Março de 2011 às 12:27
Obrigada! A homenagem foi sentida e escrita
por mim e com meus versos.

"Deixem os sinos tocar"...

Também junto minha prece à tua prece.

Que Deus a possa ajudar a esta mulher, para mim, Única, como actriz.

M. L.
De luadoceu a 24 de Março de 2011 às 15:07
eu ouvi falar do seu falecimento
uma grande mulher,diva e actriz
bom fds maria luisa

De M.Luísa Adães a 24 de Março de 2011 às 15:24
lua do Céu

Verdade, ela foi ÚNICA!...

Um beijo,

Mª. Luísa
De poetaporkedeusker a 24 de Março de 2011 às 15:28
Chega a ser comovente, pela imposição do silêncio, o teu poema a Liz Tayor, Maria Luísa!
A minha mãe sempre lhe teve uma enorme dedicação e penso que viu todos os filmes em que ela entrou... ela ainda lhe sobreviveu quase seis anos, apesar de ser, na sua juventude, muito menos saudável do que a minha mãe. Tens razão; a morte é o jogo escuro das ilusões!

Enorme abraço!
De M.Luísa Adães a 24 de Março de 2011 às 15:50
Obrigada. Eu gosto muito de cinema, mais do que de Teatro.

E ela, como actriz e beleza, foi ÚNICA!

Obrigada por gostares do poema:

"Calem as Vozes"

Deixem os sinos tocar

Deixem-na passar!...

Maria luísa

De poetaporkedeusker a 24 de Março de 2011 às 16:23
Eu também gosto muito de cinema mas o último filme que vi na grande tela foi o Modigliani, ainda o cinema do Palmeiras, aqui, a metros de minha casa, estava aberto... já lá vão uns bons anos!
De M.Luísa Adães a 24 de Março de 2011 às 16:38
Eu continuo a ver cinema, mas só bons filmes.

De Liz Taylor eu vi muitos filmes e minha memória os fixou.

E são soberbas suas enterpretações. Foi Única
na arte de representar e foi a última a morrer, dos tempos áureos de Hollywood.
Chamada época de ouro!

Nada tem com a minha idade, mas sim com a muita apredizagem do que gosto!

Obrigada pelo cuidado,

Mª. Luísa
De poetaporkedeusker a 24 de Março de 2011 às 16:58
Lembro-me muito bem do "Gata em Telhado de Zinco Quente", mas vi-o na televisão... eu nunca fui mulher de sair muito, sabes? Mesmo para ir ao cinema, não me era fácil separar-me da minha casa... devo ter alguma costela de gato :)) Estou a rir-me, mas acredita que sempre fui assim... só em pequenina gostava de viajar, mas recordo-me lindamente de que, às vezes, poucos Kms decorridos, já estava com saudades da minha casinha... há coisas que nascem mesmo connosco e são muito, muito fortes!
Descansa o que puderes, Maria Luísa! Não abuses!
De M.Luísa Adães a 24 de Março de 2011 às 17:12
Estou numa de abuso!

Eu, quando estou no Brasil tenho saudades de Portugal e de minha casa,

quando estou em Portugal, tenho saudades do Brasil e da outra casa.

E doente como tenho estado e ainda estou, só
posso estar em casa, na minha linda casa.

Abraço e vou desistir!

Mª. L.
De poetaporkedeusker a 24 de Março de 2011 às 17:17
Desiste por hoje, sim, por favor! Estás há mt tempo no computador!
Até amanhã! Fica bem!
De M.Luísa Adães a 24 de Março de 2011 às 17:20
Obrigada amiga. vou embora!

M. L.
De jabeiteslp a 24 de Março de 2011 às 20:43

e uma real
realissima mostarda

toda fofa e encantada....

feliz noite pra ti
De M.Luísa Adães a 25 de Março de 2011 às 12:44
Lindo amigo,

tudo quanto escreves!

Um beijo da sempre amiga,

Mª. Luísa
De MIGUXA a 25 de Março de 2011 às 23:32
Maria Luísa,

bela homenagem à belissima Liz Taylor...

As tuas palavras dão-nos a visão exacta do que somos e no que nos tornamos...

Espero estejas melhor, minha amiga.

Beijos com carinho
Margarida
De M.Luísa Adães a 26 de Março de 2011 às 13:10
Muito melhor não estou. Falta-me a fisioterapia que ainda não sei,quando a posso
fazer.

Razão de minhas ausências. Liz taylor tem
interpretações únicas.
Dentro de que sei fazer, lhe enviei o pouco que
sei escrever.

Gostei muito de te encontrar!

Um abraço,

Mª. Luísa

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